Quinta-feira, 16.11.17

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Semana de Oração pelos Seminários

 

“Os Seminários precisam de ser causa e casa querida e estimada por todos nós.”

 

Não é por acaso que a Igreja dedica, anualmente, uma semana à causa dos Seminários. De facto, a Semana de Oração pelos Seminários, que este ano acontece, precisamente, ao longo desta semana, entre 12 e 19 de Novembro, pretende despertar-nos para a riqueza que os Seminários encerram no coração das diferentes dioceses, onde desempenham um papel único e insubstituível na formação de todos aqueles que se preparam para o sacerdócio, constituindo, assim, sinal de Esperança para a Igreja e para o mundo.

No presente ano, esta semana tem como lema a frase proferida por Maria no episódio das Bodas de Caná: “Fazei o que Ele vos disser” (Jo 2, 5). Com esta afirmação de Maria, Mãe de todas as Vocações, que conhece bem as nossas necessidades e limitações e que procura com o seu amor diligente garantir que nunca falte o vinho da alegria na festa das nossas vidas, somos confrontados com a certeza de que é em Jesus Cristo, no encontro íntimo com a Sua Palavra, que a nossa vida adquire um novo sentido e sabor, despertando para a verdadeira Esperança!

Ora, o Seminário é, precisamente, o tempo e o espaço privilegiados para que todo aquele que se sente chamado à vocação sacerdotal viva esse encontro com Jesus, que continua, hoje e sempre, a chamar. O Seminário é o tempo da escuta atenta e cuidada desse chamamento, em ordem ao discernimento vocacional; é o tempo de semear a Esperança, própria de quem se sente amado e chamado, que há-de brotar no vigor vicejante do serviço comprometido e da entrega apaixonada a cada irmão! A este propósito, importa citar as palavras de D. António Augusto Azevedo, Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, na mensagem que escreveu para esta semana, ao referir que “o Seminário é tempo de estar com Jesus e de aprender com Ele a viver no meio das realidades do mundo; é tempo para exercitar a escuta e aprofundar o discernimento acerca da vontade de Deus; é tempo de cultivar um coração dócil, livre e generoso para o serviço de Deus e dos irmãos; é tempo para descobrir o estilo mariano da evangelização que valoriza a proximidade, a ternura e o afecto”.

Na nossa Arquidiocese de Braga, as celebrações desta Semana de Oração pelos Seminários vão acontecendo, ano a ano, de forma rotativa pelos diferentes Arciprestados. Este ano é o Arciprestado de Vila Nova de Famalicão aquele que acolhe as diferentes iniciativas que procuram ajudar a melhor rezar e viver estes dias. Por isso, esta semana assinala-se, não só através de uma Vigília de Oração pelos Seminários, a realizar no dia 24, às 21h15, na Igreja Antiga Matriz de Famalicão, na qual todos estão convidados a participar, mas também por meio da presença dos Seminários Arquidiocesanos nas diferentes paróquias do Arciprestado, nos fins-de-semana que balizam esta semana. Esta presença concretiza-se através da visita às Catequeses da Adolescência, encontro com Grupos de Jovens, Catequistas e outros agentes de pastoral, assim como a colaboração nas Eucaristias dominicais, ajudando a que todos, particularmente os jovens em fase de discernimento vocacional, possam conhecer melhor a realidade dos Seminários e viver, por meio da oração, em comunhão com os mesmos.

 Deste modo, “Fazei o que Ele vos disser” não é uma interpelação apenas para aqueles que se formam e preparam para o ministério sacerdotal. Nossa Senhora dirige-se a todos os seus filhos, a toda a Igreja, a cada um de nós. Todos, sem excepção, enquanto discípulos missionários de Jesus, somos chamados a servir e a amar, através de acções concretas que convertem a nossa vida num testemunho fiel e autêntico do Evangelho. Por isso, durante esta semana somos convidados a intensificar a nossa oração pelos Seminários, particularmente pelos da nossa Arquidiocese de Braga, isto é, pelos seus seminaristas, mas também pelos seus formadores e por todos os que ali trabalham e colaboram.

Não descuremos este compromisso com a oração! Os Seminários precisam de ser causa e casa querida e estimada por todos nós. Afinal, o Seminário é esse colo em que a Igreja embala, cuida, proteja e alimenta as vocações sacerdotais… esse colo que é também talhado pelas mãos de todos nós… esse colo que é também aquecido pelo fervor da oração de todos nós.

Rezemos para que nos nossos Seminários se formem sacerdotes capazes de amar e servir, como Cristo, a Sua Igreja, para que as nossas vidas possam ser essa festa onde é servido o melhor dos vinhos e o nosso coração sempre se renove no encontro pessoal com o Senhor Jesus, convertendo a Palavra escutada na Palavra vivida e anunciada, que nos permite o desassombro de “esperar contra toda a Esperança” (Rm 4, 18)!

 

P.e Mário Martins

Reitor do Seminário Arquidiocesano de Nossa Senhora da Conceição



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Quarta-feira, 15.11.17

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No primeiro ano do triénio dedicado por toda a Arquidiocese de Braga à temática da Esperança o Arciprestado de Vila Nova de Famalicão promove a realização de três Encontros Bíblicos orientados por D. António Couto, Bispo de Lamego, e subordinados ao tema “Menina Esperança”, essa Esperança que podemos despertar e tornar mais viva a partir da escuta da Palavra de Deus.

A iniciativa tem lugar nos dias 20, 21 e 22 de Novembro, sendo que todos os encontros acontecem às 21h15 no Centro Pastoral de Santo Adrião, em Vila Nova de Famalicão, prolongando-se até perto das 22h30.

Todas as 54 comunidades paroquiais que compõem o Arciprestado estão convidadas a tomar parte destes encontros de formação e oração, nomeadamente todos os agentes de acção pastoral, como Sacerdotes, Diáconos, Catequistas, Grupos de Jovens, Escuteiros, Leitores, Acólitos, Ministros Extraordinários da Comunhão, Coralistas, Conferências Vicentinas, Famílias, entre outros.

Deste modo, o Arciprestado desafia os cristãos de Vila Nova de Famalicão “a tomar parte destes encontros como um tempo privilegiado para viver o encontro pessoal e íntimo com o Senhor Jesus, que nos fala e Se nos revela por meio da Sua Palavra, convertendo-nos em homens e mulheres capazes de ‘Despertar Esperança’ em nós e nos outros, tal como enfatiza o programa da nossa Arquidiocese de Braga para este ano pastoral”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 14.11.17

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Aí vem o Esposo: ide ao seu encontro.”

(Mateus 25, 6)

 

 

Pensa, ali onde Deus te semeou, espera! Espera sempre.

Não te rendas à noite: recordas que o primeiro inimigo a vencer não está fora de ti: mas dentro. Por conseguinte, não concedas espaço aos pensamentos amargos, obscuros. Este mundo é o primeiro milagre que Deus realizou, Deus pôs nas nossas mãos a graça de novos prodígios. Fé e esperança procedem juntas. Crê na existência das verdades mais elevadas e bonitas. Confia no Deus Criador, no Espírito Santo que move tudo para o bem, no abraço de Cristo que espera cada homem no final da sua existência; crê, Ele espera-te. O mundo caminha graças ao olhar de tantos homens que abriram frestas, que construíram pontes, que sonharam e acreditaram; até quando ao redor deles ouviam palavras de escárnio.”

(Catequese do Papa Francisco sobre a Esperança, 20 de Setembro de 2017)

 

 

Desperta Esperança…

Permanece vigilante, de coração confiado e de braços abertos,

Para acolheres o Senhor que te quer encontrar e renovar na alegria

E para seres lâmpada acesa que leva a luz do amor à vida de cada irmão!

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Segunda-feira, 13.11.17

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Estando a decorrer desde há uns meses a Visita Pastoral ao Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, e porque esta deve tocar todos os sectores da vida da sociedade, não se limitando às visitas às paróquias, o Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, visitou algumas empresas e instituições do Concelho famalicense ao longo do último mês de Outubro.

 Acompanhado pelo Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, o P.e Armindo Paulo Freitas, e pelo Vice-Arcipreste, o P.e Francisco Carreira, D. Jorge Ortiga visitou a Universidade Lusíada, a CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, a Santa Casa da Misericórdia, o Hospital de Famalicão, a Câmara Municipal, entre outros organismos públicos.

No tocante ao mundo empresarial, a Continental Mabor, a TMG e a Riopele foram algumas das empresas do Concelho que receberam a visita do prelado.

O Arcebispo foi ainda recebido noutras instituições como a Associação Comercial e Industrial, a Fundação Cupertino de Miranda e o Futebol Clube de Famalicão.

 

 

                                                  Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quinta-feira, 09.11.17

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O Arciprestado de Vila Nova de Famalicão é aquele em que este ano a Arquidiocese de Braga centraliza as celebrações da Semana de Oração pelos Seminários. Esta semana, que a Igreja de Portugal vive e assinala entre os dias 12 e 19 de Novembro, tem como tema “Fazei o que Ele vos disser” (Jo 2, 5), inspirado na passagem das Bodas de Caná, numa alusão clara a Maria, Mãe de todas as Vocações, neste ano em que se assinala o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.

Assim, ao longo destes dias, todos os cristãos são particularmente convidados a intensificar a sua oração pelos seminários, numa atitude comprometida e orante, na certeza de que “no nosso tempo os seminários representam um sinal da esperança para a Igreja e para o mundo porque aqueles que neles se formam em ordem ao ministério sacerdotal serão expressão da presença de Jesus Cristo, o esposo sempre fiel que também hoje quer encher de misericórdia e alegria a humanidade que não desistiu de amar”, tal como consta na mensagem que D. António Augusto Azevedo, Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios, escreveu para esta semana.

Nós, cristãos do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, somos convidados a rezar especialmente pelos Seminários da nossa Arquidiocese de Braga, isto é, pelos seus seminaristas, mas também pelos seus formadores e por todos os que ali trabalham e colaboram, conscientes de que “o seminário é lugar indispensável para a formação dos futuros pastores da Igreja”.

Para melhor vivermos e celebrarmos esta semana, realiza-se uma Vigília de Oração pelos Seminários, no dia 17, sexta-feira, às 21h15, na Igreja de S. Paulo, em Braga. Também em Famalicão se realiza esta Vigília de Oração, mas uma semana depois, no dia 24, às 21h15, na Igreja Antiga Matriz, na qual todos estamos convidados a participar.

Esta semana assinala-se também através da presença dos Seminários Arquidiocesanos nas diferentes paróquias do Arciprestado de Famalicão, nos fins-de-semana de 11 e 12 e de 18 e 19 de Novembro. Esta presença concretiza-se através da visita às Catequeses da Adolescência, encontro com Grupos de Jovens, Catequistas e outros agentes de pastoral, assim como a colaboração nas Eucaristias dominicais.

De salientar ainda que esta tónica vocacional e esta dinâmica de colaboração e participação dos Seminários não se limita apenas a esta semana, estando previstas várias iniciativas ao longo de todo o ano pastoral no Arciprestado famalicense.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 07.11.17

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Desejávamos partilhar convosco, não só o Evangelho de Deus,

mas ainda a própria vida.”

(1ª Carta aos Tessalonicenses 2, 8)

 

 

É dever dos cristãos, neste mundo, abrir espaços de salvação, como células regeneradoras capazes de restituir linfa ao que parecia estar perdido para sempre. Quando o céu está totalmente enevoado, quem sabe falar do sol é uma bênção. Eis, o verdadeiro cristão é assim: não é lamentoso nem zangado, mas convicto, pela força da ressurreição, de que mal algum é infinito, noite alguma é sem fim, homem algum está definitivamente errado, ódio algum é invencível pelo amor.

(Catequese do Papa Francisco sobre a Esperança, 4 de Outubro de 2017)

 

 

Desperta Esperança…

Na entrega radical da vida que se redescobre no amor e no serviço,

Nesses caminhos de Santidade que ousas rasgar e percorrer,

Para que brilhe sobre todos o sol intenso e aprazível da salvação de Jesus!

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sexta-feira, 03.11.17

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Realizou-se no passado sábado, dia 28 de Outubro, no Centro Pastoral da Arquidiocese, em Braga, a Assembleia Arquidiocesana da LOC/MTC – Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos, onde os militantes presentes foram interpelados a “humanizar e evangelizar o mundo do trabalho”.

Neste encontro, que contou com a presença de inúmeros militantes da Arquidiocese, foram aprovados os relatórios de actividades e contas do exercício do ano anterior e o plano de acção e orçamento para 2017/18. Procedeu-se também à eleição da nova coordenadora diocesana, Maria de Fátima Moreira Pinto, da paróquia de Delães, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, que substitui no cargo Albertina Gomes, de Lomar, Braga, que terminou agora o seu mandato de quatro anos. Com ela foi reeleito, como vice-coordenador, Francisco Morgado, da paróquia de Mire de Tibães, Braga.

O Plano de Acção aprovado tem como principal objectivo “Humanizar e Evangelizar o Mundo do Trabalho”. Após a aprovação, cada grupo de militantes comunicou à Assembleia a forma como irá concretizar no seu grupo o plano de acção aprovado. Seguiu-se um momento de formação / reflexão e debate sobre o “A evolução tecnológica e o futuro do trabalho” apresentado pelo professor Jorge Cunha da UCP/Porto.

Entre as principais conclusões desta Assembleia a LOC/MTC destaca que “o trabalho é um dom e um projecto de humanização relacionado com a construção da sociedade”, acrescentando que “é imprescindível para a realização humana, não apenas como fonte de remuneração, mas também de produção de pensamento.”

Os militantes salientaram ainda que “o trabalho é uma força criadora de Deus e a energia interna que regula esta força é o amor, que pertence ao constitutivo do ser humano”. Deste modo, “o trabalho sem amor explora, esmaga, humilha e mata”. Sendo uma actividade humana “o trabalho é uma doação aos outros, não tem preço, porque é dom e pertence a todos, onde todos se envolvem”.

Procurando encontrar modos de “colocar a economia ao serviço das pessoas”, e evocando a Encíclica «Laudato Si» do Papa Francisco, salientou-se que “o trabalho é a melhor forma de repartir a riqueza, mas outras formas se podem promover e incentivar, como o caminho para a redução dos tempos laborais sem perca de remuneração”.

A LOC/MTC, desejando dar “o seu contributo, como Igreja presente no mundo do trabalho, para o Programa Pastoral da Arquidiocese”, e “porque acredita que neste meio, muitas vezes esquecido, é possível «Despertar Esperança»”, lançou aos militantes o desafio de “agir e contribuir para a mudança de mentalidade, com novas formas de vida e de trabalho, para além daquelas que estão instituídas, como o cooperativismo, o associativismo, a economia social e de comunhão, as energias renováveis, o desenvolvimento local e outras formas de viver pessoal e comunitariamente”.

A Assembleia encerrou com a Eucaristia de acção de graças presidida pelo Bispo Auxiliar de Braga, D. Francisco Senra Coelho, e concelebrada pelo P.e Jorge Cunha e o assistente diocesano do movimento, o Diácono José Maria Carneiro Costa. D. Francisco, presidente da Comissão Arquidiocesana do Laicado e Família, enalteceu todo o trabalho desenvolvido pela LOC/MTC, principalmente “nos locais onde é mais difícil uma presença visível da Igreja de Jesus Cristo”.

A Assembleia teve também como convidados, Tarcísio Alexandre, coordenador nacional da Pastoral Operária, José Paixão, coordenador nacional da LOC/MTC e Virgínia Sousa, vice-coordenadora da LOC/MTC da Diocese do Porto.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 17:32 | link do post | comentar

Quinta-feira, 02.11.17

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Com o objectivo de sensibilizar para a vivência mais profunda da Semana de Oração pelos Seminários, que este ano a Arquidiocese de Braga celebra no Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, realizou-se no passado dia 27 de Outubro, no Seminário dos Combonianos, em Antas, um painel subordinado ao tema “(Pro)Vocação”.

Este encontro, moderado pelo P.e Vítor Novais, Reitor do Seminário de S. Pedro e S. Paulo, teve como convidados um casal, Helena e António Rodrigues, um jovem, Fábio Pereira, e um sacerdote, Rúben Cruz, que partilharam os seus testemunhos com os agentes de pastoral do Arciprestado, como catequistas, animadores de grupos de jovens, entre outros, presentes em grande número.

Assim, após umas palavras de acolhimento e boas-vindas proferidas pelo Arcipreste, o P.e Armindo Paulo Freitas, o P.e Vítor Novais lançou o mote para a partilha que se seguiria. O Reitor do Seminário lembrou que “o padre é um homem que abençoa” e que “as comunidades devem aprender a respirar a bênção dos sacerdotes”. Acrescentou ainda que, “num mundo em mudança, o agente de pastoral é aquele que não pode perder a esperança, acreditando que esta está onde menos se espera”, na certeza de que “a vocação é sempre um mistério que se vai revelando pouco a pouco”.

Passando depois a palavra aos convidados, Helena e António Rodrigues, casados e pais de um jovem seminarista, começaram por alertar que “a generalidade dos pais se preocupa muito com a profissão dos filhos, não tendo coragem de dar a mesma importância ao projecto vocacional dos mesmos”. Além disso, defenderam que “o Seminário é um projecto que aponta para a formação integral de cada jovem”.

Por sua vez, Fábio Pereira, um jovem casado que passou pelo pré-seminário, lembrou que “para falar de vocação aos jovens temos de os ajudar a sentir protagonistas das suas próprias vidas”, pois é “necessário respeito pela dignidade da pessoa no caminho do seu discernimento vocacional que culminará na sua decisão”, sendo que “a vocação, seja ela qual for, é sempre uma decisão de entrega”.

Já o P.e Rúben Cruz, que integra a Equipa Formadora do Seminário de Nossa Senhora da Conceição, assim como o Departamento Arquidiocesano de Pastoral para as Vocações, salientou “três convições”. Em primeiro lugar lembrou que “o mesmo Cristo que chmaou outros no passado continua hoje a chamar”. Depois acrescentou que “toda a pastoral ou é vocacional ou não é verdadeira pastoral”, ressalvando ainda que toda esta sensibilização em torno da temática das vocações “não se deve à falta de padres”. Na verdade, e como frisou, “o problema reside na forma envergonhada e negligente como apresentamos a proposta vocacional”, pois “se Cristo continua a fazer a sua parte, então só nós podemos estar a falhar”. Por isso, o sacerdote defende a necessidade de se implementar “uma cultura vocacional”, que passa por formar e interpelar os agentes pastorais, de modo a que estes “possam acolher, encaminhar e propor, falando sempre abertamente de Jesus Cristo”.

O encontro terminou com um tempo dedicado ao diálogo, em que os presentes tiveram a possibilidade de colocar questões aos oradores convidados.

Entretanto, a Semana de Oração pelos Seminários acontece entre 12 e 19 de Novembro, estando previstas várias iniciativas, nomeadamente a presença dos Seminários Arquidiocesanos nas celebrações e catequeses da adolescência das diferentes comunidades do Arciprestado nos fins-de-semana que limitam esta semana.

 

                                                  Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 31.10.17

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Esperança: «âncora lançada à margem do Céu»

 

Nestes dois primeiros dias do mês de Novembro, celebramos em toda a Igreja a Solenidade de Todos os Santos e Comemoração dos Fiéis Defuntos. Passamos pelos cemitérios e detemo-nos a pensar um pouco mais no nosso futuro último, pensamos em todos aqueles que já partiram, naqueles que nos precederam na vida e agora estão junto do Senhor!

O dia 1 é um dia cheio de luz, que nos projecta o olhar do coração para os santos. O dia 2 é um dia triste, apesar de professarmos a fé e celebrarmos a esperança na ressurreição e, deste modo, rezarmos em comunhão, com os que partiram antes de nós. Um e outro dia constituem um intenso momento de fé, de oração e de reflexão, sobre as «coisas últimas» da vida. São, estes dois dias, como duas faces inseparáveis de uma única realidade de fé. Na verdade, quantas vezes, ao rezarmos pelo pai, pela mãe, pela avó, pelo avô, pelos irmãos e pelos amigos, que já partiram, não acabámos por lhes pedir, como se pede aos «santos», que, junto de Deus, intercedam por nós?!

«Vede que admirável amor o Pai nos consagrou, em nos chamar filhos de Deus. E somo-lo, de facto» (1 Jo 3, 1). Ver a Deus, sermos semelhantes a Deus: esta é a nossa Esperança! E hoje, precisamente hoje, mais do que nunca, é necessário ponderar um pouco sobre a nossa Esperança: a Esperança que nos acompanha durante a vida terrena.

A âncora foi o símbolo que os primeiros cristãos encontraram para representar a esperança, como se a vida fosse «a âncora lançada à margem do Céu», diz o Papa Francisco, e todos nós «caminhássemos rumo àquela margem, agarrados à corda da âncora».

Esta é uma bonita imagem da Esperança: ter o coração ancorado, onde estão os nossos antepassados, onde se encontram os Santos, onde está Jesus, onde está Deus. Esta é a esperança que não desilude; hoje e amanhã são dias de esperança. A esperança «é um pouco como o fermento, que faz dilatar a alma»; existem momentos difíceis na vida, mas com a esperança a alma vai em frente e contempla aquilo que nos espera. Hoje é um dia de esperança. Os nossos irmãos e irmãs encontram-se na presença de Deus e também nós estaremos ali, por pura graça do Senhor, se percorrermos o caminho de Jesus.

«Todo aquele que tem n’Ele esta esperança purifica-se a si mesmo, para ser puro, como Ele é puro» (1 Jo.3, 3). Também a esperança nos purifica e alivia; esta purificação na esperança em Jesus Cristo leva-nos a caminhar depressa, com prontidão. Cada um de nós pode pensar no crepúsculo da sua própria vida, no termo dos seus dias: «Como será o ocaso da minha vida?». Todos nós teremos um declínio, todos! Encaro-o com esperança? Encaro-o com aquela alegria de ser acolhido pelo Senhor? Trata-se de um pensamento cristão que nos incute paz. Pensemos no crepúsculo (no ocaso, no fim último) de numerosos irmãos e irmãs que nos precederam; meditemos no nosso próprio crepúsculo, quando ele chegar. Ponderemos no nosso coração, e interroguemo-nos: «Onde está ancorado o meu coração?». Se não estiver bem ancorado, ancoremo-lo ali, no céu, conscientes de que a esperança nunca decepciona, porque o Senhor Jesus nunca desilude. «Não deixemos que nos roubem a esperança!», diz o Papa Francisco.

Se hoje pudéssemos questionar os santos, eles diriam que a sua felicidade é amar a Deus e estar certos de O amar sempre. Deixemo-nos, então, atrair pela fascinação sobrenatural da santidade! Pois só a santidade pode formar, reformar, transformar e conformar a vida de cada um de nós, à imagem de Cristo.

Que Maria, Rainha de Todos os Santos, nos guie, hora a hora, para colocarmos no horizonte da nossa esperança, a vida eterna, que professamos no credo, como a nova «vida do mundo que há-de vir»!

 

Padre Armindo Paulo da Silva Freitas, Arcipreste



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Segunda-feira, 30.10.17

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Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito.

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

(Mateus 22, 37.39)

 

 

Como é bom pensar que somos anunciadores da ressurreição de Jesus não só com palavras, mas com os factos e com o testemunho da vida! Jesus não quer discípulos capazes unicamente de repetir fórmulas aprendidas de cor. Deseja testemunhas: pessoas que propaguem esperança com o seu modo de acolher, de sorrir, de amar. Principalmente de amar: porque a força da ressurreição torna os cristãos capazes de amar mesmo quando parece que o amor perdeu as suas razões. Há um “a mais” que habita a existência cristã, e que não se explica apenas com a força de ânimo ou com mais optimismo. A fé, a nossa esperança não é simplesmente um optimismo; é outra coisa, é mais! É como se os crentes fossem pessoas com um “pedaço de céu” a mais em cima da cabeça. Isto é bonito: nós somos pessoas com um pedaço de céu a mais em cima da cabeça, acompanhados por uma presença que alguns nem conseguem intuir.”

(Catequese do Papa Francisco sobre a Esperança, 4 de Outubro de 2017)

 

 

Desperta Esperança…

Com a força da Fé e do Amor que recebes de Deus e que trazes em ti,

Esse “pedaço de céu” que precisas de ofertar a cada irmão,

Para que todos se aconcheguem na misericórdia e na salvação de Jesus!

 

  

Arciprestado de V. N. Famalicão



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