Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

 

Tal como tem vindo a acontecer nos últimos anos, a Equipa Arciprestal de Catequese de V. N. Famalicão promoveu um encontro destinado aos Catequistas Coordenadores Paroquiais de Catequese de todas as paróquias do Arciprestado, com vista à preparação deste novo Ano Pastoral 2011-2012.

Desta feita, este encontro teve lugar no dia 24 de Outubro, pelas 21h30, mas, pela primeira vez, aconteceu em simultâneo em dois locais diferentes, no Centro Pastoral de V. N. de Famalicão e no Salão Paroquial de Landim, numa linha de maior proximidade, facilitando a presença de um maior número de paróquias, tendo o P.e Paulino Carvalho, Assistente da Equipa Arciprestal de Catequese, passado pelos dois locais, de forma a agradecer e estar com todos os catequistas presentes. O encontro contou, assim, com a presença de cerca de 40 catequistas, no total, provenientes de grande parte das paróquias do Arciprestado. Num primeiro momento, depois das habituais palavras de acolhimento e boas-vindas, os catequistas coordenadores foram convidados a rezar, percorrendo os diferentes passos de uma Lectio Divina, realizada a partir do “cântico de amor à vinha” retirado do livro do Profeta e Isaías, texto este que serviu de inspiração ao programa pastoral da Arquidiocese de Braga!

Seguiu-se o momento de apresentar e/ou recordar todos os objectivos propostos pelo Departamento Arquidiocesano da Catequese (DAC) para o Ano Pastoral 2011-2012. Assim, neste ano subordinado ao tema “A Igreja alimenta-se da Palavra: um povo que produza os seus frutos”, o plano do DAC tem como título “Catequese, responsabilidade da Comunidade Cristã”. O objectivo geral passa agora por “Reconhecer e potenciar os sinais de comunhão na comunidade”, concretizável depois via objectivos específicos: potenciar o grupo de catequistas; potenciar a Eucaristia como ponto de encontro; potenciar laços com a família e grupos da comunidade.

Foram também apresentadas algumas datas importantes para este ano pastoral, destacando-se desde já o Encontro Arciprestal de Catequistas, a realizar a 28 de Janeiro de 2012. Além disso, foram ainda tratadas algumas questões de âmbito mais prático, com o objectivo de facilitar e promover o contacto entre a Equipa Arciprestal e a Catequese das diferentes paróquias, salientando-se a divulgação do blog da Equipa (http//catequesefamalicao.blogs.sapo.pt), assim como a respectiva página no Facebook, para se aproximar mais de todos os catequistas e vice-versa.

Seguiu-se um tempo aberto ao diálogo onde todos tiveram oportunidades de colocar questões, esclarecer dúvidas e/ou apresentar sugestões, terminando o encontro com um novo momento de oração.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Sábado, 29 de Outubro de 2011

 

Jesus Cristo é o único caminho para a santidade!

 

Caros cristãos do Arciprestado de V. N. de Famalicão,

“Bem-aventurados são os pobres de espírito,… os humildes,… os que choram,… os que têm fome e sede de justiça,… os misericordiosos,… os puros de coração,… os que promovem a paz… e os que sofrem perseguição por amor da justiça” (cf. Mt 5, 3-10). Eis o grito de felicidade que ecoa nesta solenidade celebrada em toda a Igreja – o Dia de Todos os Santos. No entanto, sendo um dia de festa, vivemo-lo muitas vezes sob o sombra de um manto de tristeza, tecido pela perda e pela ausência daqueles que já partiram, pois, como sabemos, embora o dia de Fiéis Defuntos seja celebrado a 2 de Novembro, tradicionalmente, e também pela disponibilidade das pessoas, rumamos aos cemitérios onde estão sepultados os nossos entes queridos, no dia 1 de Novembro.

Este contraste de sentimentos e emoções, esta aparente contradição entre a dor e à alegria, estão também nas palavras de Jesus proferidas no Sermão da Montanha! O grito de felicidade que as bem-aventuranças cantam não é ainda compreendido e aceite pelo mundo…, soa-nos como um perfeito absurdo e um tremendo despropósito! Como podemos ser felizes quando padecemos de uma doença ou sofremos até as consequências desta crise económica e social que nos atinge? Como podemos ser felizes se choramos uma perda e vivemos na saudade? Como podemos ser felizes se nos sentimos tantas vezes tão sós e perdidos, no meio de um mundo triste, injusto e frio?

Todas estas interrogações e dúvidas estão presas ao facto de ainda não termos percebido e vislumbrado este caminho de felicidade que Jesus nos aponta! Os nossos conceitos e preconceitos acerca da felicidade e do alcance da mesma são certamente muito diferentes dos de Jesus! Para nós ser feliz depende do ter ou não ter o que mais desejamos, do ter saúde, do ter connosco quem amamos, do ter uma vida financeiramente confortável, do ter… sempre do ter… Para Jesus, pelo contrário, a felicidade está no ser… no ser capaz de servir e dar-se por amor aos outros, tal como Ele fez, está no ser capaz de abraçar a cruz e fazer do sofrimento caminho de conversão, está no ser humilde, simples e justo, está no ser capaz de buscar alimento na Palavra de Deus, para assim se produzir muitos e deliciosos frutos, tal como nos sugere o programa pastoral da nossa Arquidiocese de Braga, está no ser…, no “ser santo como Ele é santo” (cf. 1 Ped 1, 15)!

Aliás, e corroborando esta certeza, o nº 1718 do Catecismo da Igreja Católica afirma que “as bem-aventuranças respondem ao desejo natural de felicidade”, para a seguir completar, dizendo que “este é um desejo de origem divina: Deus o colocou no coração do homem, a fim de atraí-lo a Si, pois só Ele pode satisfazê-lo”. Só Deus nos pode satisfazer e saciar, só n’Ele, na plena e total comunhão com Ele, a nossa vida encontra repouso e aconchego! Só na Palavra encontramos alimento e fonte de vida eterna! Só em Cristo e no anúncio do Evangelho está a felicidade perfeita, genuína e perene… Jesus Cristo é o único caminho para a santidade! Afinal, e ao contrário do que possamos pensar, é só a Ele que precisamos de ter, pois como afirmava Santa Teresa d’Ávila “nada te perturbe, nada te espante, … quem a Deus tem nada lhe falta: só Deus basta”! Na verdade, só em Cristo as nossas dores e perdas, até as que choramos neste dia de Todos os Santos, nos convertem, transformam e purificam, fazendo de nós “a geração dos que procuram o Senhor” (Sl 23), isto é, “os que vieram da grande tribulação, os que lavaram as túnicas e as branquearam no sangue do Cordeiro” (Ap 7, 14)!

Abraçando as bem-aventuranças como um ideal a percorrer, somos um povo que se alimenta da Palavra e assim se torna capaz de produzir os seus frutos… frutos de alegria, frutos de santidade, frutos de vida eterna! E uma forma de o fazermos é também através da oração e, sendo o mês de Novembro o mês dedicado aos nossos irmãos que já partiram, desafio-vos também a rezar por todos e com aqueles a quem Deus já chamou, para que gozem da alegria perene da ressurreição! Rezemos pela nossa santificação e pela santificação do mundo e de todos os homens!

Sejamos de Cristo e gozemos, ainda na terra, da sua plena alegria! Assim, às perguntas do salmista “quem poderá subir à montanha do Senhor? Quem habitará no Seu santuário?” (Sl 23, 3), responderemos com um coração convicto, com toda uma vida ao serviço do anúncio da Palavra, com a mesma certeza do apóstolo S. João, que afirma na sua Carta: “seremos semelhantes a Deus, porque O veremos tal como Ele é. Todo aquele que tem n’Ele esta esperança purifica-se a si mesmo, para ser puro como Ele é puro” (1 Jo 3, 2-3).

 

O Arcipreste

P.e Mário Martins



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Esta sexta-feira, dia 28 de Outubro, às 21h00, teve lugar a Tomada de Posse dos novos Orgãos Sociais do Centro Social da Paróquia de Requião.

O Arcipreste, o P.e Mário Martins, enquanto órgão vigilante dos Centros Sociais do Arciprestado, foi também convidado a estar presente. Nas palavras proferidas deu os “parabéns” aos Orgãos Sociais empossados, demonstrando a sua “alegria pela vida desta instituição”. O P.e Mário Martins pediu ainda aos “directores do Centro Social que produzam os melhores frutos ao serviço desta instituição, isto é, os frutos com o sabor das delícias do amor incomensurável de Jesus Cristo”, desafiando a que “o voluntariado e o serviço generoso e alegre a cada irmão continue a ser um sinal de credibilidade na pastoral da Igreja”.



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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

 

Os Frutos do Teu sabor

  

Senhor Jesus,

graças Te dou pelo alimento da Tua Palavra

que me interpela a deliciar o mundo com o Teu sabor…

com o sabor do fruto da Humildade!

 

Que eu sempre seja pequeno aos olhos do mundo

Para ser grande em Ti e no Teu amor!

Que eu sempre me alimente da Tua Palavra

Para que ela me torne simples e humilde,

Marcado pelo doce e intenso sabor de quem se dá!

Que eu Te ofereça a minha vida

E frutifique alegre e abundantemente

No desejo ardente de Te servir em cada irmão!

Ámen!

                                                                                            

                                          

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2011

 

Eis o caminho da santidade: anunciar Cristo com toda a nossa vida!

  

Caros cristãos do Arciprestado de V. N. de Famalicão,

Por ocasião da solenidade do Dia de Todos os Santos, apraz-me recordar o nº 39 da Constituição Dogmática “Lumen Gentium”, emanada do Concílio Vaticano II, que afirma que “todos na Igreja… são chamados à santidade, segundo a palavra do Apóstolo: «esta é a vontade de Deus, a vossa santificação» (1 Tes 4, 3)”.

Ora, perante tal afirmação, e partindo das três questões que nos coloca o programa pastoral da nossa Arquidiocese de Braga – “Quem somos? Como vivemos? Qual a nossa missão?” – façamos o exercício de procurar responder às mesmas sob o prisma de um ideal de santidade e perfeição, isto é, procuremos responder sobre “quem devemos ser?”, “como devemos viver?” e “qual a missão que devemos abraçar?”, para sermos mais santos e cumprirmos a vontade de Deus.

Procuremos as respostas na fonte da vida, no único verdadeiro alimento, isto é, na Palavra de Deus, mais concretamente, na liturgia desta solenidade.

À pergunta, “quem devemos ser?”, encontramos uma resposta clara e inequívoca, na carta de S. João, que afirma: “somos, de facto, filhos de Deus” (cf. 1 Jo 3, 1). Se ainda restassem dúvidas desta filiação divina, elas desaparecem perante a afirmação do salmista que canta a certeza de que somos “a geração dos que procuram o Senhor” (Sl 23), isto é, e segundo o relato do livro do Apocalipse, “os que vieram da grande tribulação, os que lavaram as túnicas e as branquearam no sangue do Cordeiro” (Ap 7, 14)!

A resposta à segunda pergunta, “como devemos viver?”, está, e por maior que seja a nossa estranheza, no Evangelho, isto é, nas bem-aventuranças apresentadas por Jesus no Sermão da Montanha. Deste modo, devemos viver como “os pobres de espírito, os humildes, os que choram, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os que promovem a paz e os que sofrem perseguição por amor da justiça” (cf. Mt 5, 3-10), pois é este o caminho da felicidade! Por sua vez, o salmo completa as afirmações de Jesus, ao dizer que devemos viver com “as mãos inocentes e o coração puro” (Sl 23, 4).

A resposta à terceira questão, “qual a missão que devemos abraçar?”, talvez seja a menos objectiva. No entanto, e após uma leitura mais cuidada, descobrirmo-la nas palavras que Jesus nos deixa no final do Evangelho: “Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insultarem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa” (Mt 5, 11-12). Porque os perseguidos por causa de Cristo são os verdadeiros discípulos, isto é, aqueles que anunciam sempre e fielmente a Sua Palavra, aqui está a missão que somos chamados a viver, ou seja, a missão do anúncio perene e incondicional do Evangelho!

Perante as respostas que a Palavra nos deu, eis o caminho da santidade: anunciar Cristo com toda a nossa vida, em tudo o que somos e em tudo o que vivemos! Se assim fizermos, produziremos muitos e bons frutos, conforme nos exorta o programa pastoral, pois estaremos a gerar, numa fértil multiplicação sem fim, os frutos das delícias da vida eterna, os frutos que enchem os corações dos homens do sabor da felicidade, os frutos apetecíveis e ricos da santidade!

Assim, neste dia festivo, que muitas vezes vivemos sob a tristeza da ausência daqueles que já partiram, pois, como sabemos, embora o dia de Fiéis Defuntos seja celebrado a 2 de Novembro, tradicionalmente, e também pela disponibilidade das pessoas, rumamos aos cemitérios onde estão sepultados os nossos entes queridos no dia 1 de Novembro, saibamos encher o mundo com a alegria de Jesus! Anunciemo-Lo a todos os homens, certos de que, conforma afirma o Santo Padre no nº 123 da Verbum Domini, “anunciando a Palavra de Deus, na força do Espírito Santo, queremos comunicar também a fonte da verdadeira alegria, não uma alegria superficial e efémera, mas aquela que brota da certeza de que só o Senhor Jesus tem palavras de vida eterna (cf. Jo 6, 68)”.

 

O Arcipreste

P.e Mário Martins



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“A Igreja se não é missionária não é nada”, frisou o Arcebispo Primaz, D. Jorge Ortiga, na celebração do Dia Mundial das Missões, no passado domingo, dia 23, no Seminário dos Missionários Combonianos, em Antas, Vila Nova de Famalicão.

Na homilia da Eucaristia a que presidiu no Seminário Comboniano perante cerca de um milhar de fiéis, o prelado recordou que Jesus “confiou a tarefa missionária” à Igreja, primeiro aos Apóstolos e, por eles, “a todos nós, baptizados”. Ser missionário é, por isso, “dever e responsabilidade de todo e qualquer baptizado”, enfatizou D. Jorge Ortiga, explicando ainda que “Jesus é o enviado do Pai” e cada baptizado, porque unido sacramentalmente a Cristo, “é também por Ele enviado”. O Arcebispo de Braga destacou esta tarefa missionária aos cristãos da Arquidiocese, uma vez que esta, pelo seu Programa Pastoral, “está empenhada em fazer da Palavra alimento”.

Numa celebração onde não pôde estar presente o Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Mário Martins, por motivos de agenda pastoral, e que serviu de envio para o comboniano P.e Marcelo Oliveira, que deixará Portugal para rumar a terras de missão em África, D. Jorge Ortiga destacou que “se a Igreja não tem em si vincado este dinamismo de comunicar aos outros a Boa Nova, então é porque perdeu o dinamismo fundacional de Cristo” e, por isso, “todo o cristão tem de possuir consciência de que é missionário”.

Para D. Jorge Ortiga “temos de ser missionários onde é urgente levar a mensagem de Cristo”, explicando que cada um dos baptizados pode e deve “semear a Palavra do Senhor no seu meio ambiente”: na vida familiar, profissional, no círculo de amigos e em tantos outros espaços da vida.

Porém, o Arcebispo Primaz considera que cada cristão “tem também de se sentir responsável por todo o mundo, a começar pelo nosso país, pelo continente da Europa, África, Ásia”.

Nesse sentido, na homília, D. Jorge Ortiga exortou os presentes a que dessem graças pela vocação missionária e sacerdotal do P.e Marcelo Oliveira que, “em Janeiro parte, deixando tudo para trás, para levar a mensagem do Senhor onde for necessário”.

No final da celebração, D. Jorge Ortiga presidiu ao rito de envio missionário do padre Marcelo Oliveira. Este sacerdote comboniano esteve nos últimos seis anos ligado à Arquidiocese de Braga, e mais concretamente ao Arciprestado de V. N. Famalicão, no Seminário Comboniano de Antas. No início de 2012, parte para terras de missão, em África, na República Democrática do Congo.

Antes da bênção final, D. Jorge Ortiga retirou a casula do paramento que envergava e, num gesto simbólico, vestiu-a ao padre Marcelo Oliveira, num momento que arrancou da assembleia uma longa salva de palmas.



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Realizou-se no passado sábado, dia 22, a Assembleia Diocesana do CPM (Centro de Preparação para o Matrimónio), tendo desta vez lugar no Arciprestado de V. N. Famalicão, mais concretamente na paróquia de Ribeirão.

O encontro reuniu as equipas de CPM provenientes de toda a Arquidiocese de Braga, tendo início às 15h00 e decorrendo ao longo da tarde nas instalações do Centro Social e Paroquial de Ribeirão, contando com a presença de cerca de 70 pessoas.

Depois do acolhimento teve lugar um momento de oração. O encontro prosseguiu com a Leitura da Acta da última assembleia, seguindo-se, às 16h00, um tempo de reflexão, um momento conduzido pelo P.e João Torres, recentemente nomeado Assistente Espiritual do C.P.M Arquidiocesano.

Depois de um pequeno intervalo para lanchar, os trabalhos retomaram às 17h00, sendo dada “voz aos centros”, isto é, foi o momento de cada Centro de Preparação para o Matrimónio, de todos os existentes na Arquidiocese, partilhar as experiências vividas e as dificuldades sentidas ao longo do último ano pastoral.

Mais tarde, às 18h30, o grupo dirigiu-se para a Igreja Paroquial, tomando parte da celebração da Eucaristia, às 19h00. O Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, que não pôde estar presente desde o início da celebração, presidindo à mesma o Arcipreste de V. N. de Famalicão, chegou ainda a tempo de fazer uma partilha no momento da homilia. Nas suas palavras, o prelado referiu-se à Exortação Apostólica Verbum Domini e do quanto a Palavra de Deus pode transformar a vida das nossas famílias e de quem se prepara para assumir um compromisso para sempre no Matrimónio, salientando que "urge criar nas famílias o hábito de partilharem a Palavra de Deus, seja em família, seja entre famílias". Acrescentou ainda que "as famílias devem ter em suas casas um altar com a Bíblia ou colocá-la em lugar de destaque para se tornar alimento, tal como refere o programa da Arquidiocese". Teceu também um rasgado agradecimento ao serviço prestado pelos casais da Arquidiocese e de cada Arciprestado aos noivos e ao CPM.

Por sua vez, o Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Mário Martins, no final da celebração, lembrou também que "ajudar na preparação do Matrimónio é também uma das formas de se dar fruto a partir da Palavra que alimenta”. Sublinhou que “o amor ao próximo encontra aqui uma das suas muitas e mais belas expressões", frisando ainda que "foi com muito gosto que o Arciprestado de V. N. de Famalicão acolheu desta vez a Assembleia Arquidiocesana do CPM".

Após a Eucaristia, teve ainda lugar um jantar que brindou este encontro com um momento de agradável convívio e confraternização entre todos os participantes.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

Decorrerá no próximo fim-de-semana, nos dias 29 e 30, no Seminário do Verbo Divino, em Guimarães, uma actividade destinada a todos os dirigentes escutistas do Núcleo e Arciprestado de V. N. Famalicão, intitulada de INDABA.

Na tarde de sábado, esta actividade contará com a presença do Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Mário Martins, que procurará sensibilizar os presentes, nomeadamente os Chefes de Agrupamento, para o papel do Escutismo no seio da comunidade eclesial, a partir de uma concretização efectiva do programa proposto pela Região e pela Arquidiocese.

A Eucaristia de encerramento desta actividade será presidida pelo Assistente de Núcleo de V. N. Famalicão, o P.e Armindo Paulo.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Vivemos actualmente num mundo entristecido e individualista! A profunda crise económica e financeira, potenciadora do drama do desemprego ou do emprego precário, o crescente endividamento das famílias, com consequências drásticas para o bem-estar e a saúde física e psíquica das pessoas, agravadas ainda com as recentes medidas de austeridade apresentadas pelo governo, têm roubado cor e sabor ao mundo, mergulhando-o numa mancha cinzenta de um triste azedume, onde a indiferença perante o outro e a disputa de interesses, assente no princípio do “salve-se quem puder”, têm cortado os laços de solidariedade entre os homens e deixado na sociedade em que vivemos um travo de podridão e amargura!

No entanto, e do lado oposto de tal cenário, encontramos numa afirmação do Papa Bento XVI, contida no nº 123 da Exortação Apostólica Verbum Domini, e que serviu também de inspiração ao programa da nossa Arquidiocese de Braga para este ano pastoral, um fio radioso de deliciosa esperança, ao dizer-nos que “o anúncio da Palavra cria comunhão e gera a alegria”!

Ora, eis o que mais precisamos ouvir… a mesma certeza de sempre, capaz de gerar, no entanto, um alento sempre novo! A cura das nossas dores, a erradicação da nossa tristeza e do nosso individualismo, por maiores que sejam, está onde sempre esteve, e onde só poderia estar, isto é, no anúncio da Palavra…, no anúncio de Jesus Cristo aos homens e mulheres de hoje!

No entanto, e como sabemos, o anúncio da Palavra não pode ficar aprisionado dentro das muralhas da linguagem verbal, confinado à pobreza oca das palavras e ao pouco que as mesmas conseguem dizer! “Palavras leva-as o vento”, afirma a sabedoria popular. Logo, é fundamental que o anúncio da Palavra se traduza em atitudes e gestos… em obras capazes de fazer festa nas vidas de quem anuncia e de quem recebe o anúncio! No fundo, era deste imperativo que nos falava o apóstolo Tiago na carta que escreveu, ao afirmar: “Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras” (Tgo 2, 18). Posto isto, e porque “Deus fala de muitas e variadas formas”, como refere também o programa da nossa Arquidiocese, falando-nos também e sobretudo naqueles que mais sofrem, nos mais frágeis e indefesos, nos doentes e idosos, é nossa missão anunciar-lhes uma alegria sem fim, a alegria do próprio Cristo, em gestos de amor incondicional que cantam o gáudio e a doçura da doação ao outro, dando assim vida às palavras de São Vicente de Paulo, inspirador e patrono da Sociedade com o seu nome, fundada em 1833 pelo Beato Frédéric Ozanam, e à qual hoje pertenceis, que dizia “amemos a Deus, mas que isto seja à custa dos nossos braços, que isto seja com o suor dos nossos rostos".

Para tal existem e actuam hoje as Conferências Vicentinas. Aqueles que assumem comprometidamente esta missão de cariz caritativo no seio da Igreja abraçam com vigor e com toda a sua vida a missão do anúncio do Evangelho, gerando assim a comunhão e a alegria…, a comunhão própria do ser Igreja e a alegria do serviço aos irmãos, aprendidas na entrega amorosa de Jesus!

Aliás, só desta forma seremos verdadeira Igreja, uma Igreja que se alimenta da Palavra, e que assim constitui um povo capaz de produzir os seus frutos, tal como nos interpela a nós e a todos os Movimentos da nossa Arquidiocese o programa pastoral para o presente ano.

A alegria e a comunhão são dois dos frutos mais deliciosos que podemos produzir, que vicejam e amadurecem, multiplicando-se em muitos outros frutos, capazes de adoçar a amargura do mundo! No fundo, estes são os frutos capazes de nos fazer sair de nós mesmos, do casulo do nosso egoísmo hipócrita e comodista, permitindo o exercício exigente, mas extraordinariamente belo de passarmos “do eu solitário ao nós solidário”, tal como nos desafia o teólogo e biblista Frei Fernando Ventura, no seu livro recentemente publicado.

Por isso, no início deste novo Ano Pastoral e reunidos em Conselho de Zona das Conferências Vicentinas de V. N. Famalicão, eu, enquanto Arcipreste desta zona e deste Arciprestado, e partilhando as intenções e inquietações do nosso pastor e Arcebispo Sr. D. Jorge Ortiga, encorajo-vos a avivar, nas vossas comunidades e nos Conselhos Pastorais Paroquiais, este desejo interior e intenso de adoçar os homens com os sabores dos frutos da Palavra, sem medo nem desânimo, pois, como refere também São Vicente de Paulo, “ainda que a firmeza seja necessária para atingir o fim a que nos propomos, em nossas boas obras é, contudo, necessário empregar muita doçura nos meios”.

Demonstrando a minha profunda gratidão pelo belo, pertinente e necessário serviço que prestais à Igreja e à Humanidade, nas diversas paróquias deste Arciprestado onde exerceis o vosso ministério de anunciadores da alegria e promotores da comunhão, apraz-me recordar outras palavras da Verbum Domini (nº 51), também citadas no nosso programa pastoral: “A Igreja não vive de si mesma, mas do Evangelho; e do Evangelho tira, sem cessar, orientação para o seu caminho. Temos aqui uma advertência que cada cristão deve acolher e aplicar a si mesmo: só quem se coloca primeiro à escuta da Palavra é que pode depois tornar-se seu anunciador”.

Coloquemo-nos, então, à escuta e meditemos sobre o que nos diz precisamente o Evangelho deste XXX Domingo do Tempo Comum (Ano A): “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento. O segundo, porém, é semelhante a este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22, 37-39). Se assim o fizermos, isto é, se formos capazes de nos oferecer com todo o amor aos outros, sobretudo aos que estão mais sedentos da doçura deste sabor, alcançaremos e anunciaremos uma alegria ímpar e insuperável… uma alegria maior… a perfeita alegria de que o próprio Cristo nos fala ao dizer-nos a propósito da fidelidade ao alimento da Sua Palavra:Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa.” (Jo 15, 11).

Muito obrigado!

 

Requião, 22 de Outubro de 2011



publicado por arciprestadovnfamalicao às 23:45 | link do post | comentar

 

Realizou-se no passado sábado, dia 22, a Assembleia Geral do Conselho de Zona das Conferências Vicentinas de V. N. Famalicão, tal como já vem sendo habitual todos os anos por esta altura.

Desta feita, o encontro decorreu ao longo da tarde, no Salão de Festas situado no edifício do Centro de Saúde, junto da Igreja paroquial de Requião, contando com a presença de inúmeras Conferências Vicentinas, provenientes de muitas das paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão.

Depois do acolhimento às 15h00 teve lugar um momento de animação, às 15h30, através de alguns cânticos, cuja letra foi adaptada à missão do Vicentino no seio da Igreja. Seguiu-se a Oração da Regra da Sociedade de S. Vicente de Paulo, assim como uma meditação proporcionada pela leitura de um texto que tocava a questão da busca da felicidade, relacionando-a com a necessidade da entrega e do amor ao próximo.

Entretanto, depois das Boas-Vindas dirigidas a todos pelo Presidente da Conferência Vicentina de Requião, da verificação das presenças das Conferências e da Leitura da Acta da última assembleia, o Secretário do Conselho de Zona de Famalicão deu lugar às diferentes intervenções, tendo antes referido a ausência do Sr. Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, que devendo estar presente nesta Assembleia, acabou por justificar a sua não comparência por motivos de agenda.

Todas as intervenções tocaram inevitavelmente a temática da caridade, na medida em que esta é a área em que actuam as Conferências Vicentinas. Assim, depois do Presidente do Conselho de Zona, Manuel António Alves, ter enaltecido o trabalho desenvolvido pelas Conferências Vicentinas, exortando os presentes a “envolver o mundo numa rede de caridade”, parafraseando o seu fundador, o Beato Frédéric Ozanam, o P.e Joaquim Mesquita, Conselheiro Espiritual das Conferências Vicentinas do Arciprestado, frisou que “feliz não é aquele que traz algo para casa, mas sim aquele que leva de casa para os outros”. Entretanto, depois do pároco de Requião, o P.e Magalhães, ter feito um resumo da história da caridade em Portugal, apontando as datas mais marcantes, tomou a palavra o Dr. Ademar Carvalho, em representação da Câmara Municipal de V. N. Famalicão, afirmando que “a Câmara vai continuar a apostar fortemente no âmbito social” e agradecendo às Conferências Vicentinas por “tornarem Famalicão mais justo, praticando a caridade cristã de coração aberto”. Por sua vez, o Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Mário Martins, referiu que “é fundamental que o anúncio da Palavra se traduza em atitudes e gestos… em obras capazes de fazer festa nas vidas de quem anuncia e de quem recebe o anúncio”. Referindo-se concretamente às Conferências Vicentinas, acrescentou que “aqueles que assumem comprometidamente esta missão de cariz caritativo no seio da Igreja abraçam com vigor e com toda a sua vida a missão do anúncio do Evangelho, gerando assim a comunhão e a alegria…, a comunhão própria do ser Igreja e a alegria do serviço aos irmãos, aprendidas na entrega amorosa de Jesus!”.

Depois das intervenções foi tempo de fazer um pequeno intervalo. Os trabalhos retomaram com uma conferência conduzida por Alfredo Carriço, subordinada à temática “A perfeita alegria”. Seguiu-se um momento de diálogo e partilha aberto a toda a assembleia.

A tarde terminou com a celebração da Eucaristia às 19h00, na Igreja Paroquial de Requião.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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