Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

 

Foi durante a semana passada, de terça a sexta, isto é, entre os dias 19 e 22 de Fevereiro, que se realizou no Arciprestado de V. N. Famalicão a Semana Arciprestal de Formação Bíblica, que teve como tema central “Da Palavra à Fé”. Todos os encontros foram orientados pelo Frei Bruno Peixoto, sacerdote franciscano, que, procurando explicar que "a Fé surge da pregação, e a pregação surge pela Palavra de Cristo", conforme refere S. Paulo na sua carta aos Romanos, ajudou os presentes a reflectir sobra a identidade de Jesus Cristo, o Filho de Deus.

Os quatro encontros decorreram sempre às 21h15, com cerca de uma hora de duração, no Centro Pastoral de V. N. Famalicão, que esteve sempre cheio de cristãos provenientes das mais diversas paróquias do Arciprestado, que quiseram viver esta semana de forma diferente, assim como de vários sacerdotes.

No primeiro encontro, depois da oração inicial e das palavras de acolhimento e agradecimento dirigidas a todos os presentes pelo Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, a quem coube a tarefa de moderar todos os encontros, o orador convidado tomou a palavra para, a partir de diferentes e inquietantes testemunhos de Fé presentes na Sagrada Escritura, colocar todos os presentes num confronto com “a fraqueza e a pequenez da sua própria Fé”, reforçando sempre a ideia de que “a Fé nos coloca em relação de comunhão com Jesus Cristo e que essa é a grande alegria do cristão”.

Assim, ao longo dos quatro encontros o Frei Bruno apresentou uma análise cuidada de quatro textos retirados do Evangelho de S. Marcos, todos eles com implicações directas ao nível da Fé. A “cura do paralítico”, a “tempestade acalmada”, a “cura do jovem epiléptico” e a “profissão de fé do centurião junto da Cruz de Jesus” foram as quatro passagens escolhidas para ajudar a responder à pergunta “Quem é Jesus?” e qual a sua identidade, ao mesmo tempo que reflectem a certeza deixada pelo evangelista Marcos de que “Jesus é o Filho de Deus”. O sacerdote lembrou através das suas reflexões que a “Fé nos salva e que essa salvação veio para todos”, pois “enche-nos de confiança, dissipando os nossos medos”, na certeza de que “tudo é possível a quem crê”, como afirmou o próprio Jesus!

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Venerados irmãos no Episcopado e no Sacerdócio!
Ilustres Autoridades!
Queridos irmãos e irmãs!

Agradeço-vos por terem vindo em tão grande número para esta minha última Audiência geral.

Obrigado de coração! Estou realmente tocado! E vejo a Igreja viva! E penso que devemos também dizer um obrigado ao Criador pelo tempo belo que nos doa agora ainda no inverno.

Como o apóstolo Paulo no texto bíblico que ouvimos, também eu sinto no meu coração o dever de agradecer sobretudo a Deus, que guia e faz crescer a Igreja, que semeia a sua Palavra e assim alimenta a fé no seu Povo. Neste momento a minha alma se expande para abraçar toda a Igreja espalhada no mundo; e dou graças a Deus pelas “notícias” que nestes anos do ministério petrino pude receber sobre a fé no Senhor Jesus Cristo, e da caridade que circula realmente no Corpo da Igreja e o faz viver no amor, e da esperança que nos abre e nos orienta para a vida em plenitude, rumo à pátria do Céu.

Sinto levar todos na oração, um presente que é aquele de Deus, onde acolho em cada encontro, cada viagem, cada visita pastoral. Tudo e todos acolho na oração para confiá-los ao Senhor: para que tenhamos plena consciência da sua vontade, com toda sabedoria e inteligência espiritual, e para que possamos agir de maneira digna a Ele, ao seu amor, levando frutos em cada boa obra (cfr Col 1,9-10).

Neste momento, há em mim uma grande confiança, porque sei, todos nós sabemos, que a Palavra de verdade do Evangelho é a força da Igreja, é a sua vida. O Evangelho purifica e renova, traz frutos, onde quer que a comunidade de crentes o escuta e acolhe a graça de Deus na verdade e vive na caridade. Esta é a minha confiança, esta é a minha alegria.

Quando, em 19 de abril há quase oito anos, aceitei assumir o ministério petrino, tive a firme certeza que sempre me acompanhou: esta certeza da vida da Igreja, da Palavra de Deus. Naquele momento, como já expressei muitas vezes, as palavras que ressoaram no meu coração foram: Senhor, porque me pedes isto e o que me pede? É um peso grande este que me coloca sobre as costas, mas se Tu lo me pedes, sobre tua palavra lançarei as redes, seguro de que Tu me guiarás, mesmo com todas as minhas fraquezas. E oito anos depois posso dizer que o Senhor me guiou, esteve próximo a mim, pude perceber cotidianamente a sua presença. Foi uma parte do caminho da Igreja que teve momentos de alegria e de luz, mas também momentos não fáceis; senti-me como São Pedro com os Apóstolos na barca no mar da Galileia: o Senhor nos doou tantos dias de sol e de leve brisa, dias no qual a pesca foi abundante; houve momentos também nos quais as águas eram agitadas e o vento contrário, como em toda a história da Igreja, e o Senhor parecia dormir. Mas sempre soube que naquela barca está o Senhor e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas é Sua. E o Senhor não a deixa afundar; é Ele que a conduz, certamente também através dos homens que escolheu, porque assim quis. Esta foi e é uma certeza, que nada pode ofuscá-la. E é por isto que hoje o meu coração está cheio de agradecimento a Deus porque não fez nunca faltar a toda a Igreja e também a mim o seu consolo, a sua luz, o seu amor.

Estamos no Ano da Fé, que desejei para reforçar propriamente a nossa fé em Deus em um contexto que parece colocá-Lo sempre mais em segundo plano. Gostaria de convidar todos a renovar a firme confiança no Senhor, a confiar-nos como crianças nos braços de Deus, certo de que aqueles braços nos sustentam sempre e são aquilo que nos permite caminhar a cada dia, mesmo no cansaço. Gostaria que cada um se sentisse amado por aquele Deus que doou o seu Filho por nós e que nos mostrou o seu amor sem limites. Gostaria que cada um sentisse a alegria de ser cristão. Em uma bela oração para recitar-se cotidianamente de manhã se diz: “Adoro-te, meu Deus, e te amo com todo o coração. Agradeço-te por ter me criado, feito cristão…”. Sim, somos contentes pelo dom da fé; é o bem mais precioso, que ninguém pode nos tirar! Agradeçamos ao Senhor por isto todos os dias, com a oração e com uma vida cristã coerente. Deus nos ama, mas espera que nós também o amemos!

Mas não é somente a Deus que quero agradecer neste momento. Um Papa não está sozinho na guia da barca de Pedro, mesmo que seja a sua primeira responsabilidade. Eu nunca me senti sozinho no levar a alegria e o peso do ministério petrino; o Senhor colocou tantas pessoas que, com generosidade e amor a Deus e à Igreja, ajudaram-me e foram próximas a mim. Antes de tudo vós, queridos Cardeais: a vossa sabedoria, os vossos conselhos, a vossa amizade foram preciosos para mim; os meus Colaboradores, a começar pelo meu Secretário de Estado que me acompanhou com fidelidade nestes anos; a Secretaria de Estado e toda a Cúria Romana, como também todos aqueles que, nos vários setores, prestaram o seu serviço à Santa Sé: são muitas faces que não aparecem, permanecem na sombra, mas propriamente no silêncio, na dedicação cotidiana, com espírito de fé e humildade foram para mim um apoio seguro e confiável. Um pensamento especial à Igreja de Roma, a minha Diocese! Não posso esquecer os Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio, as pessoas consagradas e todo o Povo de Deus: nas visitas pastorais, nos encontros, nas audiências, nas viagens, sempre percebi grande atenção e profundo afeto; mas também eu quis bem a todos e a cada um, sem distinções, com aquela caridade pastoral que é o coração de cada Pastor, sobretudo do Bispo de Roma, do Sucessor do Apóstolo Pedro. Em cada dia levei cada um de vós na oração, com o coração de pai.

Gostaria que a minha saudação e o meu agradecimento alcançasse todos: o coração de um Papa se expande ao mundo inteiro. E gostaria de expressar a minha gratidão ao Corpo diplomático junto à Santa Sé, que torna presente a grande família das Nações. Aqui penso também em todos aqueles que trabalham para uma boa comunicação, a quem agradeço pelo seu importante serviço.

Neste ponto gostaria de agradecer verdadeiramente de coração todas as numerosas pessoas em todo o mundo, que nas últimas semanas me enviaram sinais comoventes de atenção, de amizade e de oração. Sim, o Papa não está nunca sozinho, agora experimento isso mais uma vez de um modo tão grande que toca o coração. O Papa pertence a todos e tantas pessoas se sentem muito próximas a ele. É verdade que recebo cartas dos grandes do mundo – dos Chefes de Estado, dos Líderes religiosos, de representantes do mundo da cultura, etc. Mas recebo muitas cartas de pessoas simples que me escrevem simplesmente do seu coração e me fazem sentir o seu afeto, que nasce do estar junto com Cristo Jesus, na Igreja. Estas pessoas não me escrevem como se escreve, por exemplo, a um príncipe ou a um grande que não se conhece. Escrevem-me como irmãos e irmãs ou como filhos e filhas, com o sentido de uma ligação familiar muito afetuosa. Aqui pode se tocar com a mão o que é a Igreja – não uma organização, uma associação para fins religiosos ou humanitários, mas um corpo vivo, uma comunhão de irmãos e irmãs no Corpo de Jesus Cristo, que une todos nós. Experimentar a Igreja deste modo e poder quase tocar com as mãos a força da sua verdade e do seu amor é motivo de alegria, em um tempo no qual tantos falam do seu declínio. Mas vejamos como a Igreja é viva hoje!

Nestes últimos meses, senti que as minhas forças estavam diminuindo e pedi a Deus com insistência, na oração, para iluminar-me com a sua luz para fazer-me tomar a decisão mais justa não para o meu bem, mas para o bem da Igreja. Dei este passo na plena consciência da sua gravidade e também inovação, mas com profunda serenidade na alma. Amar a Igreja significa também ter coragem de fazer escolhas difíceis, sofrer, tendo sempre em vista o bem da Igreja e não de si próprio.

Aqui, permitam-me voltar mais uma vez a 19 de abril de 2005. A gravidade da decisão foi propriamente no fato de que daquele momento em diante eu estava empenhado sempre e para sempre no Senhor. Sempre – quem assume o ministério petrino já não tem mais privacidade alguma. Pertence sempre e totalmente a todos, a toda a Igreja. Sua vida vem, por assim dizer, totalmente privada da dimensão privada. Pude experimentar, e o experimento precisamente agora, que se recebe a própria vida quando a doa. Antes disse que muitas pessoas que amam o Senhor amam também o Sucessor de São Pedro e estão afeiçoadas a ele; que o Papa tem verdadeiramente irmãos e irmãs, filhos e filhas em todo o mundo, e que se sente seguro no abraço da vossa comunhão; porque não pertence mais a si mesmo, pertence a todos e todos pertencem a ele.

O “sempre” é também um “para sempre” – não há mais um retornar ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério não revoga isto. Não retorno à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, recepções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas estou de modo novo junto ao Senhor Crucificado. Não carrego mais o poder do ofício para o governo da Igreja, mas no serviço da oração estou, por assim dizer, no recinto de São Pedro. São Benedito, cujo nome levo como Papa, será pra mim de grande exemplo nisto. Ele nos mostrou o caminho para uma vida que, ativa ou passiva, pertence totalmente à obra de Deus.

Agradeço a todos e a cada um também pelo respeito e pela compreensão com o qual me acolheram nesta decisão tão importante. Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja com a oração e a reflexão, com aquela dedicação ao Senhor e à sua Esposa que busquei viver até agora a cada dia e que quero viver sempre. Peço-vos para lembrarem-se de mim diante de Deus e, sobretudo, para rezar pelo Cardeais, chamados a uma tarefa tão importante, e pelo novo Sucessor do Apóstolo Pedro: o Senhor o acompanhe com a sua luz e a força do seu Espírito.

Invoquemos a materna intercessão da Virgem Maria Mãe de Deus e da Igreja para que acompanhe cada um de nós e toda a comunidade eclesial; a ela nos confiemos, com profunda confiança.

Queridos amigos! Deus guia a sua Igreja, a apoia mesmo e sobretudo nos momentos difíceis. Não percamos nunca esta visão de fé, que é a única verdadeira visão do caminho da Igreja e do mundo. No nosso coração, no coração de cada um de vós, haja sempre a alegre certeza de que o Senhor está ao nosso lado, não nos abandona, está próximo a nós e nos acolhe com o seu amor. Obrigado!

 

Praça São Pedro, 27 de Fevereiro de 2013



publicado por arciprestadovnfamalicao às 12:29 | link do post | comentar

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2013

 

A Pastoral Familiar da Arquidiocese de Braga, em parceria com o Auditório Vita, vão realizar um ciclo cultural que visa reflectir e aprofundar sobre o papel dos recasados na Igreja, assim como a importância dos mesmos testemunharem a sua fé.

O programa é composto por uma declamação, a exibição de um filme e uma representação teatral, a decorrer em três sextas-feiras da Quaresma, nos dias 1, 8 e 15 de Março, a partir das 21h30, no Auditório Vita.

Para o dia 1 de Março está agendada a declamação da carta "Aos casais em situação de separação, divórcio e nova união", da autoria do Cardeal Tettamanzi. A declamação será feita pela voz de Márcia Breia e de António Durães, dois atores mediáticos. A 8 de Março tem lugar a exibição do filme "Fiel Companheiro", de Laurence Kasdan, seguido de um comentário pela especialista Margarida Avillez, do grupo de cinema do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura. Para o último dia, 15 de Março, está reservada a apresentação da peça de Gil Vicente, "O auto de Maria Parda", que será protagonizada pela companhia Teatro Ensaio.

Esta iniciativa, que tem como mote “O Senhor está próximo daqueles que têm o coração ferido”, tem como objectivo, e como refere a organização, auxiliar à criação de “uma mentalidade de abertura a quem sofre e procura na Igreja a compreensão” e a rejeição da “condenação taxativa de quem não quer procurar formas de dialogar e acolher”.

Este evento está inserido num esforço do Auditório Vita em “chegar a mais gente”, através de uma programação anual mais diversificada, com cinema, teatro e música, que favoreça, particularmente neste “Ano da Fé”, a “união entre a fé e a cultura”.

Por sua vez, para a Arquidiocese de Braga esta é a segunda iniciativa realizada da pastoral dos recasados, dado que, no passado dia 22 de Fevereiro, D. Manuel Linda, Bispo Auxiliar, encontrou-se com casais em união de facto ou apenas casados civilmente.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 15:18 | link do post | comentar

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

 

A Arquidiocese de Braga, em parceria com a Comissão para a Pastoral Social e a Mobilidade e a Cáritas Arquidiocesana de Braga, leva a cabo, no Arciprestado de V. N. Famalicão, uma sessão de formação relativa ao “Projecto + Próximo”, subordinado à temática “Acção Social na Paróquia”.

Este projecto, lançado recentemente, a nível nacional, pela Cáritas Portuguesa, em colaboração com a Conferência Episcopal Portuguesa, tem como meta a criação e animação de grupos paroquiais de acção social.

Deste modo, o “Projecto + Próximo” pretende fazer caminho na estruturação de um modelo nacional para a intervenção social de proximidade da Igreja em Portugal, reforçando a formação das pessoas, das comunidades e instituições católicas locais no desenvolvimento espiritual e social, de forma sustentada e duradoura.

Assim, esta acção de formação realiza-se no dia 2 de Março, pelas 21h15, no Centro Pastoral de Santo Adrião, tendo a duração de cerca 2 horas. Estão convidados a participar na mesma sacerdotes, colaboradores dos Centros Sociais Paroquiais, elementos das Conferências Vicentinas e outras pessoas que estejam sensíveis para este assunto, reforçando-se a ideia de que este projecto só atingirá o seu fim com a participação de todos aqueles que se dedicam à ação social e caritativa.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 19:02 | link do post | comentar

 

Tal como acontece, habitualmente, uma vez por mês, os sacerdotes do Arciprestado de V. N. Famalicão reuniram-se na passada quarta-feira, dia 20, para um tempo de oração, formação e de abordagem de alguns assuntos de interesse do Arciprestado.

O encontro iniciou com a oração de Laudes na Igreja Nova Matriz de Famalicão. De seguida, já no Centro Pastoral, dando início à reunião propriamente dita, o Arcipreste, o Pe. Paulino Carvalho, deu as boas vindas a todos os presentes.

Seguiu-se um tempo de formação, orientada, desta feita, por Carla Santos, coordenadora da Pastoral da Saúde, e subordinada ao tema "Os cabelos brancos como desafio à identidade da Igreja - uma leitura, no feminino, da Lumen Gentium.”

Terminado este momento mais formativo, e depois da discussão e aprovação da acta da reunião anterior, passou-se de imediato à avaliação das últimas actividades realizadas, tais como: Formação Permanente / Recolecções do Clero; Retiro para Sacerdotes; Encontro Arciprestal de Catequistas; Retiro Arciprestal para Catequistas; Semana Bíblica (a decorrer à data da reunião, de 19 a 22 de Fevereiro).

Posto isto, elencaram-se as várias actividades a decorrer nos próximos meses: Dia do Acólito (2 de Março); Encontro de Movimentos de Acção Social (2 de Março); Recolecção Mensal do Clero (5 de Março, no Seminário Conciliar); Retiro para Casais (promovido pela Pastoral Familiar, de 8 a 10 de Março); Conferência Quaresmal (a 17 de Março, às 17h30, na Nova Matriz de V. N. Famalicão); Quinta Feira Santa / Dia do Sacerdócio (28 de Março); Conferências Pascais (13, 20 e 27 de Abril); Dia Arciprestal dos Movimentos Juvenis (20 de Abril).

De seguida, foi dada a palavra aos Delegados dos Sectores de Pastoral e abordados outros assuntos.

A reunião terminou com um novo momento de Oração.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 10:40 | link do post | comentar

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

… que Jesus é o próprio Deus, Filho único do Pai, o Messias, Salvador do mundo, o penhor da nossa esperança e a causa da nossa alegria!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

452. O nome de Jesus significa «Deus salva». O menino nascido da Virgem Maria é chamado «Jesus», «porque salvará o seu povo dos seus pecados» (Mt 1, 21); «não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos» (Act 4, 12).

 

453. O nome de Cristo significa «Ungido», «Messias». Jesus é Cristo, porque «Deus O ungiu com o Espírito Santo e o poder» (Act 10, 38).Ele era «Aquele que estava para vir» (Lc 7, 19), o objecto da «esperança de Israel» (1).

 

454. O nome de Filho de Deus significa a relação única e eterna de Jesus Cristo com Deus seu Pai: Ele é o Filho único do Pai (2) e, Ele próprio, Deus (3). Crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus é condição necessária para ser cristão (4).

 

455. O nome de Senhor significa a soberania divina. Confessar ou invocar Jesus como Senhor é crer na sua divindade. «Ninguém pode dizer "Jesus é Senhor", a não ser pela acção do Espírito Santo» (1 Co 12, 3).

 

(1). Cf. Act 28, 20.

(2). Cf. Jo 1, 14, 18; 3, 16,18.

(3) Cf. Jo 1, 1.

(4) Cf. Act8, 37; 1 Jo2, 23, 7

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



publicado por arciprestadovnfamalicao às 15:09 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

 

A Equipa da Pastoral Familiar do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão está a organizar um Retiro para Casais, promovendo, assim, o que pretende ser uma oportunidade de desenvolvimento da espiritualidade do casal e consequentemente da família.  

O retiro começa no dia 8 de Março, sexta-feira, com o jantar às 20h00, no Centro Apostólico do Sameiro, e terminará no dia 10, domingo, à tarde.

Para orientar o retiro contamos com a presença do Cónego Vítor Novais, reitor do Seminário Conciliar da Arquidiocese de Braga.

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 1 de Março nas paróquias ou junto da Equipa Arciprestal, por meio de uma ficha preparada para o efeito, que poderá ser também obtida no blog da equipa (http://pensarafamilia.blogspot.pt/). Para enviar a ficha ou para qualquer dúvida ou esclarecimento, a equipa pode ser contactada através do e-mail familia.arciprestado@gmail.com.

Deste modo, a Equipa Arciprestal da Pastoral Familiar aproveita esta oportunidade para, desde já, endereçar “os parabéns aos casais que participarão no Retiro, na certeza de que este proporcionará momentos de partilha e oração que ajudarão cada casal a redescobrir a identidade cristã da família, a sua missão de anunciadora de Cristo e de testemunha fiel da Fé da Igreja”.

 

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 14:12 | link do post | comentar

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

 

A Pastoral Litúrgica e dos Sacramentos do Arciprestado de V. N. Famalicão, em conjunto com a Equipa Inter-paroquial de Coordenadores de Acólitos de S. Cristóvão de Cabeçudos, S. Pedro de Esmeriz e Santa Eulália da Palmeira, levam a cabo mais um Dia Arciprestal do Acólito no próximo dia 2 de Março. O encontro tem lugar, à semelhança dos anos anteriores, no Seminário dos Missionários Combonianos, em Antas, subordinado ao tema “Fé, via com prioridade”, destinando-se, assim, aos acólitos de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado de V. N. Famalicão.

Relativamente ao programa, depois da concentração a partir das 8h30, segue-se a celebração da Eucaristia às 9h30. A partir das 11h00 os participantes poderão divertir-se com uma série de dinâmicas teórico-práticas, através de uma actividade que resulta de uma combinação de jogos de Trivial e Caça ao Tesouro, que melhor ajudará os acólitos a perceber que a Fé deve ser via prioritária na sua vida. Esta actividade é retomada mais tarde, às 14h00, depois do almoço partilhado, marcado para as 12h30. Para as 16h00 está marcada a Oração Final, à qual se segue um lanche convívio com o qual terminará este encontro.

As inscrições deverão ser feitas nas paróquias ou junto dos respectivos párocos.

A propósito de mais esta iniciativa, que vai já na sua quinta edição, o Arciprestado de V. N. Famalicão ressalta a importância deste dia como “um momento de formação, partilha e convívio proporcionado a todos os acólitos, que os ajudará, certamente, a melhor perceber e sentir a importância e a riqueza do seu ministério, como aqueles que, tendo dado prioridade à via da Fé baptismal, professam a mesma com alegria no serviço a Deus e à Sua Igreja”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 13:45 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

 

No passado sábado, dia 16 Fevereiro, pelas 21h00, decorreu na Igreja Nova Matriz de V. N. Famalicão mais uma Reflexão Quaresmal Vicentina, que contou com a presença de cerca de 160 vicentinos provenientes das várias Conferencias do Arciprestado.

Integrada no plano de actividades do Conselho de Zona das Conferências Vicentinas de V. N. Famalicão, este encontro permitiu aos vicentinos presentes uma reflexão mais profunda sobre o tempo da Quaresma, iniciado há poucos dias atrás, na Quarta-feira de Cinzas, e que melhor nos prepara para a grande festa da Páscoa.

Assim, Caridade, Oração, e Penitência, foram as palavras mais abordadas e o maior desafio apresentado aos presentes neste encontro, animado pela Conferência Vicentina de Arnoso Santa Maria e que teve como mote o Evangelho do I Domingo da Quaresma, isto é, o Evangelho de S. Lucas que relata as tentações de Jesus no deserto. A este propósito, o P.e Joaquim Mesquita, Conselheiro Espiritual deste Conselho de Zona, que presidiu à celebração, lembrou que “a Quaresma tem de ser um tempo e um espaço de deserto para que possamos rever a nossa vida à luz do Evangelho”.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 10:56 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

… que, pela Sua Cruz e Ressurreição, Cristo venceu a morte, resgatou-nos da escravidão do pecado e restitui-nos na graça do amor do Pai!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:


418. Como consequência do pecado original, a natureza humana ficou enfraquecida nas suas forças e sujeita à ignorância, ao sofrimento e ao domínio da morte, e inclinada para o pecado – inclinação que se chama «concupiscência».


419. «Afirmamos, pois, com o Concílio de Trento, que o pecado original é transmitido com a natureza humana, "não por imitação, mas por propagação", e que, assim, é "próprio de cada um"» (1).

 

420. A vitória alcançada por Cristo sobre o pecado trouxe-nos bens superiores àqueles que o pecado nos tinha tirado: «Onde abundou o pecado, superabundou a graça» (Rm 5, 20).


421. «Segundo a fé dos cristãos, este mundo foi criado e continua a ser conservado pelo amor do Criador; é verdade que caiu sob a escravidão do pecado, mas Cristo, pela Cruz e Ressurreição, venceu o poder do Maligno e libertou-o...» (2).

 

(1). Paulo VI, Sollemnis Professio fidei, 16: AAS 60 (1968) 439.

(2). II Concílio do Vaticano, Const. past. Gaudium et spes, 2: AAS 58 (1966) 1026.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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