Sexta-feira, 29 de Março de 2013


Dia 20 de Abril, em V. N. Famalicão, estando o início marcado para as 16h00 no Centro Cívico e Pastoral de Santo Adrião. Este encontro destina-se a todos os Grupos de Jovens, Agrupamentos de Escuteiros e Catequese da Adolescência (do 7º ao 10º anos) de todas as paróquias do Arciprestado.

 

Reservem esta data! Contamos convosco para que se juntem a esta manifestação da nossa Fé pelas ruas da cidade, num grito de esperança irreverente e ousado!

 

ManiFé... uma explosão de alegria!



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Terça-feira, 26 de Março de 2013

… que Tu, Jesus, és cabeça da Igreja, o Messias humilde que realizas e nos ofereces a plenitude do Reino de Deus através da Tua entrega voluntária e amorosa na Páscoa da Tua morte e Ressurreição!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

566. A tentação no deserto mostra Jesus como Messias humilde, que triunfa de Satanás pela total adesão ao desígnio de salvação querido pelo Pai.

 

567. O Reino dos céus foi inaugurado na terra por Cristo, e resplandece para os homens na palavra, nas obras e na presença de Cristo» (1). A Igreja é o gérmen e o princípio deste Reino. As suas chaves são confiadas a Pedro.

 

568. A transfiguração de Cristo tem por fim fortalecer a fé dos Apóstolos em vista da paixão: a subida à «alta montanha» prepara a subida ao Calvário. Cristo, cabeça da Igreja, manifesta o que o seu Corpo contém e irradia nos sacramentos: «a esperança da Glória» (Cl 1,27) (2).

 

569. Jesus subiu voluntariamente a Jerusalém, sabendo perfeitamente que ali ia morrer de morte violenta, por causa da oposição dos pecadores (3).

 

570. A entrada de Jesus em Jerusalém manifesta a vinda do Reino, que o Rei-Messias, acolhido na cidade pelas crianças e pelos humildes de corarão, vai realizar pela Páscoa da sua morte e ressurreição.

 

(1). II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 5: AAS 57 (1965) 7.

(2). Cf. São Leão Magno, Sermão 51, 3: CCL 138A, 298-299 (PL 54. 310).

(3) Cf. Heb 12, 3.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quinta-feira, 21 de Março de 2013

 

D. Manuel Linda, Bispo Auxiliar de Braga, presidiu à Conferência Quaresmal realizada no passado domingo, dia 17, em V. N. Famalicão, numa iniciativa promovida pelo Arciprestado de V. N. de Famalicão, em parceria com a Arquidiocese e a Confraria das Santas Chagas da paróquia de Santo Adrião, apresentando aos cristãos presentes uma reflexão sobre a Fé e o modo como a vivemos e professamos.

Deste modo, nesta Conferência que teve lugar às 17h30 na Igreja Nova Matriz de V. N. de Famalicão, iniciando e desenrolando-se integrada num momento de oração, enriquecida pelos cânticos entoados pelo Grupo Coral da paróquia de Landim, o prelado iniciou a sua apresentação começando por lembrar que “observamos uma crescente marginalização da Fé e um desejo de se afastar Deus da vida social”, faltando, mesmo na vida dos cristãos, “momentos de oração e encontro com Deus”, razões pelas quais o Papa Emérito, Bento XVI, proclamou o “Ano da Fé” que vivemos e celebramos actualmente. Posto isto, o orador acrescentou que “a transmissão da Fé não passa por dizer um conjunto de verdades, mas por dizer uma pessoa, Jesus Cristo”, elencando, a partir daqui, uma série de figuras que surgem no Evangelho de S. João que permitem observar diferentes tipologias relativas ao modo como se vive a Fé e como esta pode influenciar toda a nossa existência, tipologias essas com as quais “facilmente nos podemos identificar em diferentes momentos da nossa vida”.

Assim, começando por S. Tomé, passando por Nicodemos, pelo funcionário real de Cafarnaum, pela Samaritana e pelo seu povo, assim como Maria Madalena e o próprio evangelista, S. João, D. Manuel Linda enfatizou que “não se pode confundir Fé com ciência e com evidências e que a mesma não pode basear-se apenas em dados exteriores, nem mesmo numa confiança, que embora completa e ilimitada, pode ser cega”. O prelado salientou que a nossa Fé deve, antes, sustentar-se “a partir da proximidade e da familiaridade com Jesus Cristo, pois é na relação coração a coração, cara a cara, que a Fé nasce”, acrescentando que a Fé deve ser “suficientemente profunda para que possamos reconhecer a Jesus, mesmo quando diante de um grande sofrimento tenhamos dificuldade em voltar o nosso rosto para Ele”. Por último, D. Manuel referiu a importância de atingirmos “a dimensão contemplativa da Fé, a mais elevada de todas e aquela que mais nos falta, mas que nos permite viver na verdadeira intimidade da pessoa de Jesus”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 19 de Março de 2013

… que Tu, Jesus, és Palavra viva, rosto perfeito de Deus, meu Senhor e meu Mestre, com quero aprender a santidade e o serviço, para em Ti experimentar a salvação, a ressurreição e a glória!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:


561. «Toda a vida de Cristo foi um contínuo ensinamento: os seus silêncios, os seus milagres, os seus gestos, a sua oração, o seu amor pelo homem, a sua predilecção pelos pequenos e pelos pobres, a aceitação do sacrifício total na cruz pela redenção do mundo, a sua ressurreição tudo é actuação da sua palavra e cumprimento da Revelação» (1).

 

562. Os discípulos de Cristo devem conformar-se com Ele até que Ele Se forme neles (2), «Por isso, somos assumidos nos mistérios da sua vida, configurados com Ele, com Ele mortos e ressuscitados, até que reinemos com Ele» (3).

 

563. Pastor ou mago, ninguém pode atingir a Deus neste mundo senão ajoelhando diante do presépio de Belém e adorando-O oculto na fraqueza duma criança.


564. Pela sua submissão a Maria e a José, assim como pelo seu trabalho humilde em Nazaré durante longos anos, Jesus dá-nos o exemplo da santidade na vida quotidiana da família e do trabalho.


565. Desde o princípio da sua vida pública, desde o seu baptismo, Jesus é o «Servo» inteiramente consagrado à obra redentora, que consumará pelo «baptismo» da sua paixão.

 

(1). João Paulo II, Ex. Ap. Catechesitradendae, 9: AAS 71 (1979) 1284.

(2). Cf. Gl 4, 19.

(3) II Concílio do Vaticano, Const. dogm. LumenGentium, 7: AAS 57 (1965) 10.

 

 Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sexta-feira, 15 de Março de 2013

 

O Arciprestado de V. N. Famalicão acolheu no passado domingo, dia 10 de Março, o Festival da Canção JOEMCA (Jovens em Caminhada), naquela que foi uma tarde animada, repleta da alegria e da irreverência própria da juventude.

O Festival que teve início às 15h00, e cuja organização esteve a cargo do Grupo de Jovens da paróquia de Santa Eulália de Palmeira, contou com a participação de 12 grupos de jovens que fazem parte da grande família do Movimento JOEMCA, provenientes de diferentes paróquias e arciprestados da Arquidiocese de Braga, que, juntamente com os seus familiares e amigos, encheram por completo o Salão Paroquial de V. N. Famalicão

De referir que este é também um Festival de cariz solidário. Logo, foi cobrado à entrada um valor simbólico de 2,00€ (apenas pago por pessoas maiores de 12 anos), sendo que a receita angariada reverte para o CAFJEC (Centro de Acolhimento e Formação Jovens em Caminhada), que presta apoio a jovens em perigo de marginalização.

A tarde iniciou com as boas-vindas dadas pela equipa organizadora, assim como pelo P.e Costa Pinto, Assistente Diocesano do Movimento JOEMCA, seguindo-se depois as diferentes actuações, todas elas preparadas a partir do tema proposto pela organização, que, neste “Ano da Fé”, era: “Caminhamos firmes na Fé, alegres na esperança”.

De salientar ainda que, entre as diferentes actuações, o Grupo de Jovens de Palmeira brindou os presentes com diferentes animações que proporcionaram momentos de verdadeiro humor e descontracção, enriquecendo o espectáculo e intensificando o ambiente alegre e festivo que a todos contagiou.

No final coube ao P.e Costa Pinto anunciar os vencedores do Festival. Assim, o prémio relativo à melhor letra foi para o Grupo de Jovens de Antas (Arciprestado de Esposende), o prémio para a melhor interpretação foi entregue ao Grupo de Jovens de Fonte Boa (Arciprestado de Esposende), enquanto o prémio referente à melhor música foi para o Grupo de Jovens de Maximinos (Arciprestado de Braga). Por último, foi revelado o nome do grande vencedor do Festival, o grupo que ganhou o prémio relativo à melhor canção que, segundo a escolha do júri, foi merecido pelo Grupo de Jovens de Fafe.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quinta-feira, 14 de Março de 2013

 

Para ajudar os cristãos de V. N. de Famalicão a viver o tempo da Quaresma, que nos prepara para a grande festa da Páscoa, de forma plena e mais séria, o Arciprestado promoverá, em parceria com a Confraria das Santas Chagas da paróquia de Santo Adrião, uma Conferência Quaresmal a realizar no dia 17 de Março (domingo), às 17h30, na Igreja Nova Matriz de V. N. de Famalicão, sendo presidida pelo Bispo Auxiliar de Braga, D. Manuel Linda.

Este encontro insere-se num conjunto de Conferências realizadas pela Arquidiocese nos seus diferentes Arciprestados e orientadas pelos seus três bispos.

Deste modo, o Arciprestado de V. N. de Famalicão convida todos os cristãos a participar nesta Conferência, na medida em que “constitui uma oportunidade única para que possamos viver uma verdadeira conversão interior nesta Quaresma, voltando à frescura da fonte baptismal, para que, com uma Fé renovada e fortalecida, alcancemos a plenitude da alegria transbordante e inexcedível da Páscoa de Jesus”.

Por sua vez, e concorrendo para este mesmo objectivo, a Confraria das Santas Chagas de Santo Adrião continua a concretizar o seu programa previsto para esta Quaresma. Assim, para além desta Conferência, destaca-se o Concerto Coral, agendado para o dia 16 de Março (sábado), às 21h30, na Antiga Matriz de V. N. Famalicão, contando com a participação dos Coros da Paróquia de Santo Adrião, da Paróquia de Oliveira Santa Maria e Orfeão Famalicense, para que através da música também se possa rezar e se percorra uma via de conversão e reconciliação.

De recordar ainda que no dia 22 de Março tem lugar a Via-Sacra, com início às 21h30 na Antiga Matriz, finalizando na Nova Matriz, assim como a Representação da "Paixão de Jesus" agendada para o dia 23 de Março, às  21h30, na Praça Cupertino de Miranda, numa parceria com o “GRECULEME”, Grupo Recreativo e Cultural de Lemenhe.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 13 de Março de 2013

 

A Cáritas Arquidiocesana apresentou no Centro Pastoral de V. N. de Famalicão o “Projecto + Próximo”, subordinado à temática “Acção Social na Paróquia”.

Esta apresentação contou com a presença de cerca de 70 pessoas, ligadas a Conferências Vicentinas e Centros Sociais Paroquiais e não paroquiais do Arciprestado, que escutaram atentamente a Vice-Presidente da Cáritas Arquidiocesana, Eva Ferreira, assim como duas suas colaboradoras.

A meta do referido Projecto é “criar, onde ainda não existem, grupos paroquiais de acção social”. Os objectivos são, tal como referido no decorrer desta apresentação: “sensibilizar as comunidades cristãs para a organização da pastoral social, procurando uma maior e melhor cooperação entre os diferentes organismos e movimentos de acção social e caritativa; elaborar um conjunto de materiais de formação / animação para ajudar a melhorar as competências dos agentes de acção social paroquial; criar, pôr em funcionamento e qualificar um serviço paroquial de acção social”.

Deste modo, as oradoras chamaram a atenção para os novos problemas sociais que estão a surgir, como é o caso de “famílias que nunca precisaram de pedir e que agora têm de estender a mão à caridade”. Estas e outras situações “exigem que toda a comunidade se envolva, que todos os grupos trabalhem em parceria, e que se partilhem recursos, encaminhem pessoas, entre outras acções”.

Por isso, defenderam que “é preciso rejuvenescer a Pastoral Social”, ou seja, é preciso “agir com os pobres e não pelos e para os pobres” para que as pessoas sejam motores de mudança.

A reflexão partilhada pelas três oradoras recordou a tríplice dimensão da Igreja: Liturgia, Anúncio do Evangelho e Caridade. Assim, lembraram que “a Acção Social não é exclusiva da Igreja, mas a caridade está no coração da identidade cristã”.

No final, depois de uma troca de impressões, o responsável Arciprestal do Sector da Pastoral Social e Mobilidade Humana, o Monsenhor Manuel Joaquim Fernandes, pediu colaboração aos presentes para constituir uma equipa de Pastoral Social Arciprestal que seja um elo de ligação com a Cáritas Arquidiocesana e torne mais acessível aos famalicenses necessitados o apoio desta instituição. Além disso, procurará que em todas as paróquias do Arciprestado exista um Grupo de Acção Social.

A apresentação terminou com uma breve oração de acção de graças e súplica pelos frutos práticos deste encontro.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 11 de Março de 2013

… que Maria, a Virgem cheia de graça e sem mancha de pecado, é a Mãe de Jesus, Mãe de Deus e Mãe de todos os homens, Senhora da esperança e da alegria, que com o seu Sim confiado e obediente se tornou causa da nossa salvação!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:


508. Na descendência de Eva, Deus escolheu a Virgem Maria para ser a Mãe do seu Filho. «Cheia de graça», ela é «o mais excelso fruto da Redenção» (1). Desde o primeiro instante da sua conceição, ela foi totalmente preservada imune da mancha do pecado original, e permaneceu pura de todo o pecado pessoal ao longo da vida.


509. Maria é verdadeiramente «Mãe de Deus», pois é a Mãe do Filho eterno de Deus feito homem que, Ele próprio, é Deus.


510. Maria permaneceu «Virgem ao conceber o seu Filho, Virgem ao dá-Lo à luz, Virgem grávida, Virgem fecunda, Virgem perpétua» (2); com todo o seu ser; ela é a «serva do Senhor» (Lc 1, 38).


511. A Virgem Maria «cooperou livremente, pela sua fé e obediência, na salvação dos homens» (3). Pronunciou o seu «fiat» – faça-se – «loco totius humanae naturae – em vez de toda a humanidade» (4): pela sua obediência, tornou-se a nova Eva, mãe dos vivos.

 

(1). II Concílio do Vaticano, Const. Sacrosanctum Concilium, 103: AAS 56 (1964) 125.

(2). Santo Agostinho, Sermão 186, 1: PL 38, 999.

(3) Cf. II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 56: AAS 57 (1965) 60.

(4) São Tomás de Aquino, Summatheologiae, 3. q. 30, a. I. c: Ed. Leon. 11, 315.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quarta-feira, 6 de Março de 2013

 

Foi no passado sábado, dia 2 de Março, que se realizou o Dia Arciprestal do Acólito, um encontro destinado aos acólitos de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado de V. N. Famalicão, que desafiou os participantes a dar prioridade ao dom da Fé nas suas vidas.

Tal como nos anos anteriores, esta iniciativa teve lugar no Seminário dos Missionários Combonianos, em Antas, tendo contado, desta feita, com a participação de mais de 100 acólitos, provenientes de inúmeras paróquias do Arciprestado.

Em pleno “Ano da Fé”, também dedicado pela Arquidiocese de Braga à temática da “Fé Professada”, este dia de formação, oração e convívio, organizado pela Pastoral Litúrgica e dos Sacramentos do Arciprestado de V. N. Famalicão, em conjunto com a Equipa Inter-paroquial de Coordenadores de Acólitos de S. Cristóvão de Cabeçudos, S. Pedro de Esmeriz e Santa Eulália da Palmeira, teve como tema “Fé, via com prioridade!”.

O encontro iniciou por volta das 8h30, com um momento de acolhimento. Seguiu-se a celebração da Eucaristia, às 9h30, onde os acólitos puderam começar por louvar e dar graças a Deus pelo dia que estavam a viver e pela vocação de acólitos à qual foram chamados e souberam fielmente responder. A partir das 11h00 os participantes divertiram-se através da realização de uma série de dinâmicas teórico-práticas, que consistiram numa espécie de jogos de Trivial e Caça ao Tesouro, adaptados para o efeito e com o objectivo de melhor ajudar os acólitos a perceber que a Fé deve ser via prioritária na sua vida. Assim, neste momento os acólitos foram divididos em dois grandes grupos, sendo que um deles permaneceu no Seminário dos Combonianos e o outro foi conduzido para o Parque da Devesa. Depois do almoço partilhado, às 12h30, que possibilitou um momento de maior convívio e descontracção, às 14h00 foram retomadas as dinâmicas da manhã, sendo que desta feita o grupo que de manhã esteve no Seminário foi para o Parque e vice-versa, para que todos pudessem experimentar os mesmos jogos e enriquecer-se com as mesmas experiências.

Às 16h00 foi tempo de rezar a Oração Final. Terminada a mesma, por volta das 16h30, seguiu-se um novo momento de confraternização, o lanche, enriquecido por um grande bolo preparado para o efeito, que encerrou este dia de formação e alegre partilha.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 19:04 | link do post | comentar

Segunda-feira, 4 de Março de 2013

… que Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, o Verbo encarnado, a plenitude da Revelação Divina!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

479. No tempo estabelecido por Deus, o Filho Unigénito do Pai, a Palavra eterna, isto é, o Verbo e imagem substancial do Pai, encarnou. Sem perder a natureza divina, assumiu a natureza humana.

 

480. Jesus Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, na unidade da sua Pessoa divina; por essa razão, Ele é o único mediador entre Deus e os homens.

 

481. Jesus Cristo tem duas naturezas, a divina e a humana, não confundidas, mas unidas na única Pessoa do Filho de Deus.

 

482. Verdadeiro Deus e verdadeiro homem, Cristo tem uma inteligência e uma vontade humanas em perfeito acordo e submissão à inteligência e vontade divinas, que Ele tem em comum com o Pai e o Espírito Santo.

 

483. A encarnação é, pois, o mistério da união admirável da natureza divina e da natureza humana, na única Pessoa do Verbo.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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