Quarta-feira, 24 de Abril de 2013

 

No passado sábado, dia 20 de Abril, o Arciprestado de V. N. Famalicão promoveu a realização do Dia Arciprestal dos Movimentos Juvenis. Esta iniciativa, realizada em plena 50ª Semana de Oração pelas Vocações, intitulada de “ManiFé – uma explosão de Alegria”, teve como objectivo despertar os jovens de todo o Arciprestado para a descoberta da missão de todo o cristão de professar e manifestar a Fé diante de todos.

Destinando-se particularmente aos jovens e adolescentes, aqueles que se encontram em fase de discernimento vocacional, ou seja, aos elementos dos Grupos de Jovens, aos elementos do Corpo Nacional de Escutas e à Catequese da adolescência, do 7º ao 10º ano, de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado, esta actividade envolveu, aproximadamente, 150 pessoas.

O encontro iniciou às 16h00 no Centro Pastoral de Sto. Adrião, com o acolhimento aos jovens que iam chegando. Depois de um breve momento de oração, os jovens, divididos em dois grandes grupos, começaram a preparar a sua manifestação pública e festiva da Fé pelas ruas da cidade, com cartazes, faixas, gritos e músicas. Às 18h00 os dois grupos partiram em manifestação, percorrendo dois percursos diferentes, em direcção à Praça Cupertino Miranda, tendo despertado a atenção de todos que com eles se cruzavam pela forma alegre e irreverente com que gritavam a sua Fé e o seu amor a Jesus Cristo. Por volta das 18h30, quando todos os jovens já se encontravam na praça, teve lugar uma flash-mob concretizada através de uma música, cuja letra foi adaptada para este encontro, cantada e dançada por todos. Mais tarde, o grupo regressou, novamente em manifestação, ao Centro Pastoral, onde teve lugar uma pausa para o jantar.

Por último, às 21h30, realizou-se a II Conferência Pascal, desta feita orientada pelo P.e José Miguel Cardoso, Padre formador no Seminário de Nossa Senhora da Conceição (Seminário Menor de Braga), que desafiou os jovens e todos os presentes a não apresentar um “pedido divórcio à Fé”, na medida em que “Deus vem directamente ao nosso encontro e espera a nossa resposta”, desejando apenas “a nossa amizade”. Deste modo, nesta conferência que contou também com a animação do Grupo de Jovens de Riba de Ave, o sacerdote orador apresentou “Deus-Amor como a grande proposta cristã para a vida, diante dos grandes desafios juvenis, como a competitividade tácita e a falta de referências”, concluindo que, e adoptando sempre uma linguagem juvenil e irreverente, “até poderíamos viver sem Deus, mas não seria a mesma coisa”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

… que Tu, Jesus, ressuscitaste na manhã de Páscoa e que a Tua vida triunfante nos liberta do túmulo da dor e das amarras do pecado e nos eleva até à glória de Deus para ressuscitarmos Contigo e vivermos Contigo para sempre!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

656. A fé na ressurreição tem por objecto um acontecimento, ao mesmo tempo historicamente testemunhado pelos discípulos (que realmente encontraram o Ressuscitado) e misteriosamente transcendente, enquanto entrada da humanidade de Cristo na glória de Deus.

 

657. O sepulcro vazio e os lençóis deixados no chão significam, por si mesmos, que o corpo de Cristo escapou aos laços da morte e da corrupção, pelo poder de Deus. E preparam os discípulos para o encontro com o Ressuscitado.

 

658. Cristo, «primogénito de entre os mortos» (Cl 1, 18), é o princípio da nossa própria ressurreição, desde agora pela justificação da nossa alma (1), mais tarde pela vivificação do nosso corpo (2).

 

(1). Cf. Rm 6, 4.

(2). Cf. Rom 8, 11.

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

A revista "Cenáculo" e a Associação de Estudantes da Faculdade de Teologia de Braga promovem, entre os dias 22 e 24 de Abril, a XXV edição das Jornadas Teológicas, subordinadas, este ano, à reflexão acerca do lugar dos leigos na Igreja e no mundo, associando-se às comemorações do cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II.

Esta iniciativa, que se realiza na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, situada na rua de Santa Margarida, em Braga, decorre nos três dias a partir das 21h30, tendo entrada gratuita.

O programa do primeiro encontro conta com a presença de D. António Marcelino, Bispo Emérito de Aveiro e antigo presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que fará uma síntese acerca da evolução do papel dos leigos na Igreja, desde o concílio Vaticano II até à actualidade.

Na segunda sessão, a decorrer no dia 23, realiza-se uma mesa redonda com testemunhos de leigos de quatro Arciprestados da Arquidiocese de Braga. Entre os convidados estão Eduardo Madureira Lopes, do Arciprestado de Braga, Maria Helena Aguiar, do Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, Hugo Fernandes, do Arciprestado de Barcelos e José Marques Fernandes, do Arciprestado de Vieira do Minho. O objectivo desta sessão é explorar a realidade da Arquidiocese, no que concerne ao papel dos leigos.

O programa do último dia destas jornadas teológicas, que acontece na quarta-feira, dia 24, centra-se na reflexão sobre “a inserção dos leigos na vida sociopolítica”. Esta conferência vai estar a cargo de Francisco Sarsfield Cabral, especialista em assuntos económicos e políticos e jornalista português.

O mote destas jornadas, que vão já na 25.ª edição, é dado pela expressão “O tempo dos leigos no templo de Deus”, esperando uma adesão positiva dos cristãos da Arquidiocese e da comunidade em geral.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social

 



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Mensagem do Papa Emérito, Bento XVI, para o

50º Dia Mundial  de Oração pelas Vocações

                      21 de Abril de 2013 - 4.º Domingo de Páscoa                      

 

Tema: As vocações sinal da esperança fundada na fé

 

Amados irmãos e irmãs!

No quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações que será celebrado no IV Domingo de Páscoa, 21 de Abril de 2013, desejo convidar-vos a reflectir sobre o tema «As vocações sinal da esperança fundada na fé», que bem se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecuménico Vaticano II. Decorria o período da Assembleia conciliar quando o Servo de Deus Paulo VI instituiu este Dia de unânime invocação a Deus Pai para que continue a enviar operários para a sua Igreja (cf. Mt 9,38). «O problema do número suficiente de sacerdotes – sublinhava então o Sumo Pontífice– interpela todos os fiéis, não só porque disso depende o futuro da sociedade cristã, mas também porque este problema é o indicador concreto e inexorável da vitalidade de fé e amor de cada comunidade paroquial e diocesana, e o testemunho da saúde moral das famílias cristãs. Onde desabrocham numerosas as vocações para o estado eclesiástico e religioso, vive-se generosamente segundo o Evangelho» (Paulo VI, Radiomensagem, 11 de Abril de 1964).

Nestas cinco décadas, as várias comunidades eclesiais dispersas pelo mundo inteiro têm-se espiritualmente unido todos os anos, no IV Domingo de Páscoa, para implorar de Deus o dom de santas vocações e propor de novo à reflexão de todos a urgência da resposta à chamada divina. Na realidade, este significativo encontro anual tem favorecido fortemente o empenho por se consolidar sempre mais, no centro da espiritualidade, da acção pastoral e da oração dos fiéis, a importância das vocações para o sacerdócio e a vida consagrada.

A esperança é expectativa de algo de positivo para o futuro, mas que deve ao mesmo tempo sustentar o nosso presente, marcado frequentemente por dissabores e insucessos. Onde está fundada a nossa esperança? Olhando a história do povo de Israel narrada no Antigo Testamento, vemos aparecer constantemente, mesmo nos momentos de maior dificuldade como o exílio, um elemento que os profetas de modo particular não cessam de recordar: a memória das promessas feitas por Deus aos Patriarcas; memória essa que requer a imitação do comportamento exemplar de Abraão, o qual – como sublinha o Apóstolo Paulo– «foi com uma esperança, para além do que se podia esperar, que ele acreditou e assim se tornou pai de muitos povos, conforme o que tinha sido dito: Assim será a tua descendência» (Rm 4,18). Então, uma verdade consoladora e instrutiva que emerge de toda a história da salvação é a fidelidade de Deus à aliança, com a qual Se comprometeu e que renovou sempre que o homem a rompeu pela infidelidade, pelo pecado, desde o tempo do dilúvio (cf. Gn 8,21-22) até ao êxodo e ao caminho no deserto (cf. Dt 9,7); fidelidade de Deus que foi até ao ponto de selar anova e eterna aliança com o homem por meio do sangue de seu Filho, morto e ressuscitado para a nossa salvação.

Em todos os momentos, sobretudo nos mais difíceis, é sempre a fidelidade do Senhor – verdadeira força motriz da história da salvação–que faz vibrar os corações dos homens e mulheres e os confirma na esperança de chegar um dia à «Terra Prometida». O fundamento seguro de toda a esperança está aqui: Deus nunca nos deixa sozinhos e permanece fiel à palavra dada. Por este motivo, em toda a situação, seja ela feliz ou desfavorável, podemos manter uma esperança firme, rezando como salmista: «Só em Deus descansa a minha alma, d'Ele vem a minha esperança» (Sl62/61,6). Portanto ter esperança equivale a confiar no Deus fiel, que mantém as promessas da aliança. Por isso, a fé e a esperança estão intimamente unidas. A esperança «é, de facto, uma palavra central da fé bíblica, a ponto de, em várias passagens, ser possível intercambiar os termos “fé” e “esperança”. Assim, a Carta aos Hebreus liga estreitamente a “plenitude da fé” (10,22) com a “imutável profissão da esperança” (10,23). De igual modo, quando a Primeira Carta de Pedro exorta os cristãos a estarem sempre prontos a responder a propósito do logos – o sentido e a razão – da sua esperança (3,15), “esperança” equivale a “fé”» (Enc. Spe salvi, 2).

 

Amados irmãos e irmãs, em que consiste a fidelidade de Deus à qual podemos confiar-nos com firme esperança? Consiste no seu amor. Ele, que é Pai, derrama o seu amor no mais íntimo de nós mesmos, através do Espírito Santo (cf.Rm 5,5).E é precisamente este amor, manifestado plenamente em Jesus Cristo, que interpela a nossa existência, pedindo a cada qual uma resposta a propósito do que quer fazer da sua vida e quanto está disposto a apostar para a realizar plenamente. Por vezes o amor de Deus segue percursos surpreendentes, mas sempre alcança a quantos se deixam encontrar. Assim a esperança nutre-se desta certeza: «Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele» (1 Jo 4,16). E este amor exigente e profundo, que vai além da superficialidade, infunde-nos coragem, dá-nos esperança no caminho da vida e no futuro, faz-nos ter confiança em nós mesmos, na história e nos outros. Apraz-me repetir, de modo particular a vós jovens, estas palavras: «Que seria da vossa vida, sem este amor? Deus cuida do homem desde a criação até ao fim dos tempos, quando completar o seu desígnio de salvação. No Senhor ressuscitado, temos a certeza da nossa esperança» (Discurso aos jovens da diocese de São Marino-Montefeltro, 19 de Junho de 2011).

 

Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas actividades, com os nossos desejos e necessidades. É precisamente no nosso dia-a-dia que Ele continua a dirigir-nos a sua palavra; chama-nos a realizar a nossa vida com Ele, o único capaz de saciar a nossa sede de esperança. Vivente na comunidade de discípulos que é a Igreja, Ele chama também hoje a segui-Lo. E este apelo pode chegar em qualquer momento. Jesus repete também hoje: «Vem e segue-Me!» (Mc10,21). Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência, antepô-Lo a tudo o que faz parte da nossa vida :família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Significa entregar-Lhe a própria vida, viver com Ele em profunda intimidade, por Ele entrar em comunhão com o Pai no Espírito Santo e, consequentemente, com os irmãos e irmãs. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentara esperança e onde a vida será livre e plena.

 

As vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele, para entrar na sua vontade. Por isso, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da sua voz que ressoa dentro de nós. Este itinerário, que torna uma pessoa capaz de acolher a chamada de Deus, é possível no âmbito de comunidades cristãs que vivem uma intensa atmosfera de fé, um generoso testemunho de adesão ao Evangelho, uma paixão missionária que induza a pessoa à doação total de si mesma pelo Reino de Deus, alimentada pela recepção dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, e por uma fervorosa vida de oração. Esta «deve, por um lado, ser muito pessoal, um confronto do meu eu com Deus, com o Deus vivo; mas, por outro, deve ser incessantemente guiada e iluminada pelas grandes orações da Igreja e dos santos, pela oração litúrgica, na qual o Senhor nos ensina continuamente a rezar de modo justo» (Enc. Spe salvi, 34).

 

A oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povoe que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo. Na realidade, os presbíteros e os religiosos são chamados a entregar-se de forma incondicional ao Povo de Deus, num serviço de amor ao Evangelho e à Igreja, num serviço àquela esperança firme que só a abertura ao horizonte de Deus pode gerar.

Assim eles, com o testemunho da sua fé e com o seu fervor apostólico, podem transmitir, em particular às novas gerações, o ardente desejo de responder generosa e prontamente a Cristo, que chama a segui-Lo mais de perto. Quando um discípulo de Jesus acolhe a chamada divina para se dedicar ao ministério sacerdotal ou à vida consagrada, manifesta-se um dos frutos mais maduros da comunidade cristã, que ajuda a olhar com particular confiança e esperança para o futuro da Igreja e o seu empenho de evangelização. Na verdade, sempre terá necessidade de novos trabalhadores para a pregação do Evangelho, a celebração da Eucaristia, o sacramento da Reconciliação.

Por isso, oxalá não faltem sacerdotes zelosos que saibam estar ao lado dos jovens como «companheiros de viagem», para os ajudarem, no caminho por vezes tortuoso e obscuro da vida, a reconhecer Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6); para lhes proporem com coragem evangélica a beleza do serviço a Deus, à comunidade cristã, aos irmãos. Não faltem sacerdotes que mostrem a fecundidade de um compromisso entusiasmante, que confere um sentido de plenitude à própria existência, porque fundado sobre a fé n'Aquele que nos amou primeiro (cf. 1 Jo 4,19).

Do mesmo modo, desejo que os jovens, no meio de tantas propostas superficiais e efémeras, saibam cultivar a atracção pelos valores, as metas altas, as opções radicais por um serviço aos outros seguindo os passos de Jesus. Amados jovens, não tenhais medo de O seguir e de percorrer os caminhos exigentes e corajosos da caridade e do compromisso generoso. Sereis felizes por servir, sereis testemunhas daquela alegria que o mundo não pode dar, sereis chamas vivas de um amor infinito e eterno, aprendereis a «dar a razão da vossa esperança» (1 Ped 3,15).

 

Vaticano, 6 de Outubro 2012.

PAPA BENTO XVI



publicado por arciprestadovnfamalicao às 12:06 | link do post | comentar

 

Deus Pai, fonte da vida,

que pelo Teu filho, Jesus Cristo,

nos deste o Espirito de confiança e de amor:

envia operários para a Tua Igreja;

dá vitalidade de fé a cada família, paróquia e diocese,

onde desabrochem numerosas vocações sacerdotais e religiosas

e os baptizados vivam generosamente o Evangelho.

Ilumina com a santidade da Tua Palavra

os pastores e os consagrados;

anima os jovens nos seminários e nas casas de formação;

renova a esperança na Igreja e continua a chamar muitos

para que nunca faltem testemunhas autênticas,

transfiguradas no encontro Contigo,

e anunciadoras da Tua alegria à comunidade cristã e aos irmãos.

Ámen.

 



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Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

 

Álvaro Santos, Director da Casa das Artes de V. N. Famalicão, orientou a primeira Conferência Pascal realizada no passado sábado, dia 13, numa iniciativa promovida pelo Arciprestado de V. N. de Famalicão, em parceria com a Confraria das Santas Chagas da paróquia de Santo Adrião, apresentando aos presentes uma reflexão sobre a “Igreja e a sua relação com criação e fruição artística”.

Deste modo, nesta Conferência que teve lugar às 21h30 no Auditório da Fundação Cupertino de Miranda, e que contou com a moderação do P.e Francisco Carreira, o orador convidado iniciou a sua apresentação começando por lembrar que “a Igreja sempre teve um papel preponderante na criação artística”, fazendo uma breve resenha histórica e destacando “os períodos do renascimento e do barroco como aqueles que apresentam uma maior e mais rica criação de obras de arte a todos os níveis”.

Depois de recordar que o Papa Emérito, Bento XVI, “alertou durante o seu pontificado para a importância da beleza que a arte nos apresenta e oferece”, Álvaro Santos, também ele músico pianista, apresentou e partilhou com a plateia alguns textos recentes, nomeadamente da autoria de Bento XVI, que nos interpelam a entender a arte, nomeadamente a arte ligada à Igreja, como “transcendência”, isto é, como “a melhor forma de dizer Deus e a Fé”. No fundo, e como referiu ainda, evocando os referidos textos, a arte é “lugar teológico” e “evangelho da beleza”, que “nos faz abarcar e compreender com maior profundidade a afirmação de que o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus”.

No final da sua apresentação o Director da Casa das Artes salientou ainda “a importância da criatividade e do espírito empreendedor” na vida de todas as pessoas e da sociedade em geral, sendo que isso implica “uma tomada de consciência interior para sabermos e trabalharmos com empenho e dedicação por aquilo que queremos e em que acreditamos”.

Em pleno Ano da Fé, seguem-se ainda mais duas Conferências Pascais. Assim, o segundo encontro, no dia 20, surge integrado numa outra iniciativa, o Dia Arciprestal dos Movimentos Juvenis, embora se destine também a todas as pessoas do Arciprestado, em geral, tendo lugar à mesma hora, mas, desta feita, na Igreja Nova Matriz de V. N. Famalicão. Este encontro será orientado pelo P.e José Miguel Cardoso, Padre formador no Seminário de Nossa Senhora da Conceição (Seminário Menor de Braga), que apresentará o tema “O pedido de divórcio entre os jovens e a Fé”. O terceiro encontro acontece no sábado, dia 27, também às 21h30, novamente no Auditório da Fundação Cupertino de Miranda. O conferencista será José Carlos Carvalho, Professor da Universidade Católica, que desenvolverá o tema: “Ano da Fé - a amabilidade e a credibilidade do que cremos”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 18:09 | link do post | comentar

Terça-feira, 16 de Abril de 2013

 

A Igreja do mundo inteiro celebra durante esta semana, de 14 a 21 de Abril, a 50ª Semana de Oração pelas Vocações Consagradas, este ano subordinada ao tema “As vocações, sinal da esperança fundada na fé”, que, como referiu o Papa Emérito Bento XVI, na mensagem que antecipadamente escreveu para este dia, “bem se integra no contexto do Ano da Fé e no cinquentenário da abertura do Concílio Ecuménico Vaticano II”.

No mesmo texto, Bento XVI defende ainda que “as vocações sacerdotais e religiosas nascem da experiência do encontro pessoal com Cristo, do diálogo sincero e familiar com Ele, para entrar na Sua vontade. Por isso, é necessário crescer na experiência de fé, entendida como profunda relação com Jesus, como escuta interior da Sua voz que ressoa dentro de nós”.

De recordar que, para melhor ajudar os jovens de V. N. Famalicão a viver e a rezar esta semana, no próximo sábado, dia 20 de Abril, realiza-se, e conforme já anteriormente divulgado, o Dia Arciprestal dos Movimentos Juvenis. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Arciprestado de V. N. Famalicão intitulada de “ManiFé – uma explosão de Alegria”, tendo como objectivo despertar os jovens de todo o Arciprestado para a descoberta do sentido vocacional da vida de todo o cristão, chamado a professar a Fé da Igreja com alegria e entusiasmo.

Logo, este encontro, que tem início às 16h00, prolongando-se até perto das 22h00, destina-se particularmente aos jovens e adolescentes (aqueles que se encontram em fase de discernimento vocacional), ou seja, aos elementos dos Grupos de Jovens, aos elementos do Corpo Nacional de Escutas (exploradores, pioneiros e caminheiros), à Catequese da adolescência (do 7º ao 10º anos) de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado, que neste dia com o seu catequista fazem a catequese no contexto desta actividade, assim como a outros grupos existentes na paróquia, que desejem também participar.

Esta semana especial terminará no domingo, dia 21, com a celebração do dia do Bom Pastor, que coincide sempre com o IV Domingo da Páscoa, constituindo assim uma oportunidade para todos rezarmos e tomarmos consciência deste dom tão precioso e necessário à Igreja que são as vocações consagradas.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social

 



publicado por arciprestadovnfamalicao às 14:38 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15 de Abril de 2013

… que Tu, Jesus, és o Filho de Deus feito homem que morreu realmente por nós, que foi sepultado, mas que venceu o poder da morte, resgatando-nos de todo o mal e abrindo-nos as portas do triunfo da vida eterna!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

629. Para benefício de todos os homens, Jesus experimentou a morte (1). Foi, de verdade, o Filho de Deus feito homem que morreu e foi sepultado.

 

630. Durante a permanência de Cristo no túmulo, a sua pessoa divina continuou a assumir tanto a alma como o corpo, apesar de sepa­rados entre si pela morte. Por isso, o corpo de Cristo morto «não sofreu a corrupção» (Act 13,37).

 

636. Na expressão «Jesus desceu à mansão dos mortos», o Símbolo confessa que Jesus morreu realmente, e que, por ter morrido por nós, venceu a morte e o Diabo «que tem o poder da morte» (Heb 2, 14).

 

637. Cristo morto, na sua alma unida à pessoa divina, desceu à morada dos mortos. E abriu aos justos, que O tinham precedido, as portas do céu.

 

(1). Cf. Heb 2, 9.

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sábado, 13 de Abril de 2013

 

 

É já este sábado, dia 13 de Abril, às 21h30, no Auditório da Fundação Cupertino de Miranda, que tem lugar a primeira das Conferências Pascais, uma iniciativa do Arciprestado de V. N. Famalicão, em colaboração com a Confraria das Santas Chagas da paróquia de Santo Adrião, em pleno Ano da Fé.

Com o objectivo de promover uma melhor e mais profunda vivência do tempo festivo da Páscoa, como o tempo do anúncio da alegria da Ressurreição, isto é, como o tempo, por excelência, em que o Espírito Santo interpela toda a Igreja a professar e a testemunhar a Fé, estes encontros têm como tema central “Fé.com / Testemunhos”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

 

No próximo dia 20 de Abril, sábado, realiza-se em V. N. de Famalicão o Dia Arciprestal dos Movimentos Juvenis. Trata-se de uma iniciativa promovida pelo Arciprestado de V. N. Famalicão, em plena 50ª Semana de Oração pelas Vocações, intitulada de “ManiFé – uma explosão de Alegria”, tendo como objectivo despertar os jovens de todo o Arciprestado para a descoberta do sentido vocacional da vida de todo o cristão, chamado a professar a Fé da Igreja com alegria e entusiasmo.

Logo, este encontro destina-se particularmente aos jovens e adolescentes (aqueles que se encontram em fase de discernimento vocacional), ou seja, aos elementos dos Grupos de Jovens, aos elementos do Corpo Nacional de Escutas (exploradores, pioneiros e caminheiros), à Catequese da adolescência (do 7º ao 10º anos) de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado, que neste dia com o seu catequista fazem a catequese no contexto desta actividade, assim como a outros grupos existentes na paróquia, que desejem também participar.

Este encontro tem lugar em V. N. Famalicão, iniciando às 16h00 no Centro Pastoral de Sto. Adrião. Depois do acolhimento segue-se um conjunto de actividades, com vista à preparação de uma manifestação pública e festiva da Fé pelas ruas da cidade, a partir das 18h00, culminando na Praça Cupertino Miranda, por volta das 18h30, onde todo o grupo se reunirá para gritar e anunciar com alegria e a irreverência própria da juventude a Fé em Jesus Cristo.

Depois do jantar, marcado para as 20h00, tem lugar na Igreja Nova Matriz uma Conferência Pascal, terminando a actividade por volta das 22h00.

Assim, e como refere a organização, “esta é uma oportunidade para os jovens do Arciprestado viverem um dia diferente, de partilha e convívio, mas também um dia em que todos se sintam chamados à vocação baptismal do anúncio de Jesus Cristo, isto é, interpelados a professar a Fé num grito de esperança irreverente e ousado”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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