Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

… que Tu, Senhor, queres a salvação para todos os homens, e que no fim dos tempos, na plenitude do Teu Reino, Tu serás tudo em todos, pois permaneceremos Contigo na vida e na felicidade eternas!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:


1056. Seguindo o exemplo de Cristo, a Igreja adverte os fiéis da «triste e lamentável realidade da morte eterna» (1), também chamada «Inferno».


1057. A pena principal do Inferno consiste na separação eterna de Deus, o único em Quem o homem pode encontrar a vida e a felicidade para que foi criado e às quais aspira.


1058. A Igreja ora para que ninguém se perca: «Senhor [...], não permitais que eu me separe de Vós» (2). Sendo verdade que ninguém se pode salvar a si mesmo, também é verdade que «Deus quer que todos se salvem» (1 Tm 2, 4) e que a Ele «tudo é possível» (Mt 19, 26).


1059. «A santa Igreja Romana crê e firmemente confessa que, no dia do Juízo, todos os homens hão-de comparecer com o seu próprio corpo perante o tribunal de Cristo, para prestar contas dos seus próprios actos» (3).

 

1060. No fim dos tempos, o Reino de Deus chegará à sua plenitude. Então, os justos reinarão com Cristo para sempre, glorificados em corpo e alma; o próprio universo material será transformado. Deus será, então, «tudo em todos» (1 Cor 15, 28), na vida eterna.

 

(1). Cf. Sagrada Congregação do Clero, Directorium catechisticum generale, 69: AAS 64(1972) 141.

(2). Oração antes da Comunhão, 132: Missale Romanum, editio typica (Typis Polyglottis Vaticanas 1970), p. 474 [Missal Romano, Gráfica de Coimbra 1992, 546].

(3). II Concílio de Lião, Professio fidei Michaelis Palaeologi imperatoris: DS 859: cf. Concílio de Trento, Sess. 6ª, Decretum de iustifiatione, c. 16: DS 1549.

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

 

Realizou-se no domingo passado, dia 21 de Julho, a Peregrinação Arciprestal ao Santuário de Nossa Senhora do Carmo, em Lemenhe. Esta Peregrinação surgiu integrada nas tradicionais festas em honra de Nossa Senhora do Carmo que a paróquia de Lemenhe organiza anualmente por altura da celebração do dia de Nossa Senhora do Carmo, que a Igreja assinala a 16 de Julho, contando com a presença do Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga.

Assim, o momento alto teve lugar no domingo, às 10h00, com o início da Peregrinação desde a Igreja Paroquial até ao Santuário de Nossa Senhora do Carmo, uma longa procissão acompanhada pela fanfarra dos escuteiros e com participação de várias paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão, que se fizeram representar, integrando-a com alguns símbolos e estandartes.

À chegada ao recinto do Santuário foi celebrada uma missa campal, às 11h00, presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga. Esta celebração, contou ainda com a presença de vários sacerdotes, nomeadamente do Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, e do pároco de Lemenhe, o P.e António Loureiro, assim como de algumas entidades civis.

Perante um elevado número de fiéis que se quiseram deslocar ao Santuário de Nossa Senhora do Carmo para participar na celebração da Eucaristia, louvando a Maria e a seu filho Jesus Cristo, D. Jorge Ortiga, nas palavras proferidas durante a homília, evocou a Carta Encíclica do Papa Francisco, “Luz da Fé”, para lembrar que “nos devemos deixar possuir pelo dom da Fé, pois esta é a luz que nos ajuda a ultrapassar as dificuldades e a reconhecer os obstáculos que surgem no nosso caminho”, particularmente num tempo particularmente difícil, como este que vivemos, acrescentando ainda que, muitas vezes, “o problema dos cristãos é permitir o divórcio entre a Fé e vida”.

Posto isto, o prelado evocou Nossa Senhora do Carmo, para lembrar que “diante dela devemos reflectir sobre o grau e a qualidade da nossa Fé”, desafiando cada um a “estar com Jesus 24 horas por dia, o que significa também, por Jesus e por causa de Jesus, trabalhar por uma sociedade melhor e por um mundo mais justo, mais solidário e mais fraterno”, na medida em que, desta forma, “por intercessão da Senhora do Carmo, cada um fortalecer-se-á na Fé e viverá com Jesus na luta de um sentido para a sua existência e na construção da sua própria felicidade”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 24 de Julho de 2013

 

Terminado o mandato de cinco anos, e sendo necessário proceder à nomeação de Arciprestes, no passado dia 18 de Julho foram tornadas públicas as nomeações feitas pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, sendo que em V. N. Famalicão se mantém como Arcipreste o P.e Paulino Carvalho, reconduzido neste cargo que ocupa já há cerca de um ano.

No texto que acompanha as nomeações, o prelado refere que “este ano achou-se por bem antecipar a nomeação para Julho, para uma melhor preparação atempada do Ano Pastoral a iniciar-se no primeiro domingo de Outubro”, apontando também algumas situações que agora urgem como prioritárias na função do Arcipreste, destacando a necessidade de “criar uma mentalidade de mudança para a corresponsabilidade laical e as unidades pastorais” e “potenciar a participação e acção do Conselho Pastoral Arciprestal”. 

Ao efectuar as nomeações para os 14 Arciprestados da Arquidiocese, foram também nomeados os sacerdotes que assumirão o cargo de vice-arcipreste. No caso de V. N. Famalicão, também o P.e Armindo Paulo da Silva Freitas se mantém com essa função.

Entretanto, no domingo passado, dia 21 de Julho, foram também conhecidas as diferentes nomeações no que respeita ao movimento eclesiástico na nossa Arquidiocese.

Assim, segundo as mesmas, dois diáconos (dos quatro que este ano realizarão estágio pastoral em toda a Arquidiocese) estagiarão no nosso Arciprestado. Logo, o Diácono Nuno Jorge Monteiro Castro realizará o seu estágio pastoral na unidade pastoral de Brufe, Cavalões e S. Adrião, enquanto o Diácono José Pedro Oliveira Novais realizará o seu estágio nas paróquias do Louro, Outiz e Mouquim.

Posto isto, o Arciprestado deseja ao P.e Paulino Carvalho e ao P.e Armindo Freitas as maiores felicidades na continuação das suas funções, assim como aos diáconos Nuno e José Pedro ao longo do seu estágio pastoral. 

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

… que viveremos Contigo para sempre, Senhor Jesus Cristo, pois ao morrer receberemos a retribuição eterna, tomando parte da Igreja celeste, congregados em Ti e em Maria, no paraíso!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

1051. Ao morrer: cada homem recebe, na sua alma imortal, a sua retribuição eterna, num juízo particular feito por Cristo, Juiz dos vivos e dos mortos.

 

1052. «Nós cremos que as almas de todos os que morrem na graça de Cristo [...] constituem o povo de Deus no além da morte, a qual será definitivamente destinada no dia da ressurreição, quando estas almas forem reunidas aos seus corpos» (1).

 

1053. «Nós cremos que a multidão dessas almas que estão congregadas à volta de Jesus e de Maria, no paraíso, formam a Igreja celeste onde, na eterna bem-aventurança, vêem Deus como Ele é onde também, certamente em graus e modos diversos, estão associadas aos santos anjos no governo divino exercido por Cristo glorioso, intercedendo por nós e ajudando a nossa fraqueza com a sua solicitude fraterna» (2).

 

1054. Os que morrem na graça e amizade de Deus, mas imperfeitamente purificados, embora seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrar na alegria de Deus.

 

1055. Em virtude da «comunhão dos santos», a Igreja encomenda os defuntos à misericórdia de Deus e oferece em seu favor sufrágios, em particular o santo Sacrifício eucarístico.

 

(1). Paulo VI, Sollemnis Professio fidei, 28: AAS 60 (1968) 444.

(2). Paulo VI, Sollemnis Professio fidei, 29: AAS 60 (1968) 444.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sexta-feira, 19 de Julho de 2013

 

Celebrando a Igreja o dia de Nossa Senhora do Carmo no dia 16 de Julho, no próximo domingo, dia 21, realiza-se a tradicional Peregrinação Arciprestal ao seu Santuário, na paróquia de Lemenhe, sendo esta a única Peregrinação de cariz Arciprestal que se realiza no Arciprestado de V. N. de Famalicão.

A Peregrinação terá início às 10h00 da manhã na Igreja Paroquial de Lemenhe, de onde segue para o Santuário de Nossa Senhora do Carmo, onde será celebrada a Eucaristia, às 11h00, presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga.

O Arciprestado de V. N. de Famalicão lança, assim, o convite a todos os cristãos, lembrando que “aqueles que peregrinam com Maria e até Maria, seguem com Ela e iluminados por Ela, no caminho da Fé que conduz a Jesus Cristo, professando-a com alegria e renovado fervor”!

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 16 de Julho de 2013

 

Dando continuidade a uma actividade já com alguma tradição, que se tem vindo a realizar nos últimos anos, decorreu na última quarta-feira, dia 10 de Julho, o passeio anual do Clero do Arciprestado de V. N. de Famalicão, que contou com a participação de D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, e de um elevado número de párocos e de outros padres que residem e/ou colaboram com as paróquias do Arciprestado, que tiveram oportunidade de viver um dia diferente, de convívio e confraternização, realizando uma visita pelas Terras de Barroso. De referir ainda que esta visita teve como magnífico anfitrião o P.e António Fontes que recebeu o grupo e o acompanhou ao longo de todo o dia.

Assim, depois da saída de Famalicão, o grupo seguiu em direcção a Paradela, podendo aí apreciar o paredão da barragem construído em pedras graníticas soltas. Depois disso, os sacerdotes seguiram para Montalegre, realizando uma visita à Câmara Municipal e ao Eco-Museu. O almoço teve lugar em Mourilhe, no Hotel Rural Senhora dos Remédios. Da parte da tarde, o grupo começou por visitar Tourém, seguindo depois para a aldeia de Pitões das Júnias, conhecida como a capital do turismo Barrosão, passando ainda por Vilar de Perdizes. Ao final da tarde foi tempo de regressar, terminando o dia com um jantar no Restaurante Outeirinho, em Brufe.

Deste modo, e ao terminar mais um ano pastoral, os sacerdotes do Arciprestado de Famalicão tiveram o prazer de viver um dia agradavelmente diferente, marcado pelo alegre e descontraído convívio entre todos, naquela que foi mais uma excelente oportunidade para reforçar os laços de amizade, de partilha e de comunhão, entre aqueles que, estando unidos na mesma vocação sacerdotal a que foram chamados por Deus, se encontram ao serviço dos homens e da Igreja de Jesus Cristo, concretamente no Arciprestado de V. N. de Famalicão.

                                                 

                                                  Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 15 de Julho de 2013

… na ressurreição da carne, porque Tu, Senhor Jesus, o Verbo de Deus feito carne, sofreste livremente a morte por nós e, vencendo-a, abriste-nos a possibilidade da salvação, para conTigo ressuscitarmos e vivermos para sempre!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

1015. «Caro salutis est cardo – A carne é o fulcro da salvação» (1). Nós cremos em Deus, que é o Criador da carne; cremos no Verbo que Se fez carne para remir a carne; cremos na ressurreição da carne, acabamento da criação e da redenção da carne.

 

1016. Pela morte, a alma é separada do corpo; mas, na ressurreição, Deus restituirá a vida incorruptível ao nosso corpo transformado, reunindo-o à nossa alma. Tal como Cristo ressuscitou e vive para sempre, todos nós ressuscitaremos no último dia.

 

1017. «Nós cremos na verdadeira ressurreição desta carne que possuímos agora» (2). No entanto, semeia-se no túmulo um corpo corruptível e ressuscita um corpo incorruptível (3) um «corpo espiritual» (1 Cor 15, 44).

 

1018. Em consequência do pecado original, o homem deve sofrer a morte corporal, «de que estaria isento, se não tivesse pecado» (4).

 

1019. Jesus, Filho de Deus, sofreu livremente a morte por nós, numa submissão total e livre à vontade de Deus seu Pai. Pela sua morte, Ele venceu a morte, abrindo assim a todos os homens a possibilidade da salvação.

 

(1). Tertuliano, De resurrectione mortuortum 8, 2: CCL 2, 931 (PL 2, 852).

(2). II Concílio de Lião, Professio fidei Michaelis Palaeologi imperatoris: DS854. C.

(3). Cf. 1 Cor 15, 42.

(4). II Concílio do Vaticano, Const. past. Gaudium et spes, 18: AAS 58 (1966) 1038.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Segunda-feira, 8 de Julho de 2013

… na remissão dos pecados, no poder do perdão que Tu, Senhor Jesus Cristo, quiseste conceder à Igreja, que o exerce por meio dos bispos e dos presbíteros nos Sacramentos, para que todos os baptizados recebam a graça da salvação e gozem da alegria sem fim de viver unidos a Ti!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

984. O Credo relaciona «o perdão dos pecados» com a profissão de fé no Espírito Santo. De facto, Cristo ressuscitado confiou aos Apóstolos o poder de perdoar os pecados, quando lhes deu o Espírito Santo.

 

985. O Baptismo é o primeiro e principal sacramento para o perdão dos pecados: une-nos a Cristo morto e ressuscitado e dá-nos o Espírito Santo.

 

986. Por vontade de Cristo, a Igreja possui o poder de perdoar os pecados dos baptizados e exerce-o através dos bispos e dos presbíteros, de modo habitual no sacramento da Penitência.

 

987. «Na remissão dos pecados, os sacerdotes e os sacramentos são instrumentos mediante os quais nosso Senhor Jesus Cristo, único autor e dispensador da salvação, nos concede a remissão dos pecados e a graça da justificação» (1).

 

(1). CatRom1, 11, 6, p. 124-125.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quinta-feira, 4 de Julho de 2013

 

“Sempre que dois jovens decidem casar-se e ter filhos, no meio desta crise que vivemos, é um sinal de esperança, porque onde está uma criança está sempre um sinal de esperança”. Foi com esta frase que terminou o encontro Arciprestal de formação para apresentação das conclusões dos grupos da Liga Operária Católica/Movimento de trabalhadores Cristãos (LOC/MTC), realizado no passado sábado, dia 29 de Junho, e que contou com cerca de três dezenas de representantes dos grupos, a que se associaram o Arcipreste de V. N. de Famalicão, o P.e. Paulino Carvalho, e a jornalista Emília Monteiro.

Este encontro, que se realizou a partir das 16h00, no Centro Pastoral de V. N. Famalicão, decorreu no âmbito da “Semana Temática” promovida pela LOC/MTC da Diocese de Braga, desta feita subordinada ao tema "Crise, tempo de Esperança e de Oportunidades". Os representantes dos grupos, seguindo o método da Acção Católica de que este Movimento faz parte (Ver, Julgar e Agir), identificaram dezenas de casos que provam uma luta constante pela sobrevivência, por encontrar alternativas de emprego, sempre na busca da valorização da dignidade do trabalho.

Por sua vez, o Arcipreste enfatizou que “os cristãos não são para estar fechados dentro das igrejas. Somos desafiados a ir ao encontro daqueles que vivem dificuldades”. O sacerdote acrescentou que o imperativo “Vede como eles se amam” é “um caminho que somos chamados a percorrer”, salientando que temos de actuar mais pelo testemunho do que com palavras, apelando a uma conjugação de esforços com todos os outros movimentos.

Na intervenção que proferiu a jornalista Emília Monteiro, antiga dirigente da JOC (Juventude Operária Católica), referiu que “a crise é sempre um sinal de esperança”, pois ela “permite limpar tudo o que está mal na sociedade, para reconstruir de novo”. Citando Bento XVI, referiu ainda que “não há sombra por mais tenebrosa que seja, capaz de esquecer a luz de Cristo”.

Ao terminar, na apresentação destas conclusões perante os participantes da Eucaristia vespertina, presidida pelo Arcipreste, os presentes reafirmaram o desejo de “contribuir para o aperfeiçoamento da Obra da Criação e construir uma sociedade onde seja bom viver”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 1 de Julho de 2013

… que a Virgem Maria, a Senhora do Sim, colaboradora da obra da redenção, é a nova Eva, a Mãe de Deus e Mãe da Igreja, onde cada homem encontra o afectuoso e terno aconchego  maternal da infinitude do amor divino!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

973. Ao pronunciar o «Fiat» da Anunciação e dando o seu consentimento ao mistério da Encarnação, Maria colabora desde logo com toda a obra a realizar por seu Filho. Ela é Mãe, onde quer que Ele seja Salvador e Cabeça do Corpo Místico.

 

974. Terminado o curso da sua vida terrena, a santíssima Virgem Maria foi elevada em corpo e alma para a glória do céu, onde participa já na glória da ressurreição do seu Filho, antecipando a ressurreição de todos os membros do Seu Corpo.

 

975. «Nós cremos que a santíssima Mãe de Deus, a nova Eva, a Mãe da Igreja, continua a desempenhar no céu o seu papel maternal para com os membros de Cristo» (1).

 

(1). Paulo VI, Sollemnis Professio fidei, 15: AAS 60 (1968) 439.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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