Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

…sacio-me com o alimento da Tua Palavra e na mesa do banquete litúrgico pela recepção do Teu Corpo e do Teu Sangue, celebrando assim o memorial da Tua Páscoa, isto é, a obra da Tua salvação que evoca o Teu amor sem medida e a Tua oferta de vida abundante e de alegria sem fim!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

1408. A celebração eucarística inclui sempre: a proclamação da Palavra de Deus, a acção de graças a Deus Pai por todos os seus benefícios, sobretudo pelo dom do seu Filho, a consagração do pão e do vinho e a participação no banquete litúrgico pela recepção do corpo e do sangue do Senhor. Estes elementos constituem um só e mesmo acto de culto.

 

1409. A Eucaristia é o memorial da Páscoa de Cristo, isto é, da obra da salvação realizada pela vida, morte e ressurreição de Cristo, obra tornada presente pela acção litúrgica.

 

1410. É o próprio Cristo, sumo e eterno sacerdote da Nova Aliança, que, agindo pelo ministério dos sacerdotes, oferece o sacrifício eucarístico. E é ainda o mesmo Cristo, realmente presente sob as espécies do pão e do vinho, que é a oferenda do sacrifício eucarístico.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quinta-feira, 20 de Fevereiro de 2014

 

Foi durante a semana passada, de terça a sexta, isto é, entre os dias 11 e 14 de Fevereiro, que se realizou no Arciprestado de V. N. Famalicão a Semana Arciprestal de Formação Bíblica, que teve como tema central “S. Mateus, o Evangelistas do Ano A”. Todos os encontros foram orientados pelo Frade Capuchinho, Frei Luís Gonçalves, que procurou apresentar este livro da Bíblia como o “Evangelho do Emanuel, isto é, do Deus Connosco”. 

Os quatro encontros, sempre intercalados por momentos de cântico e oração, decorreram às 21h15, com cerca de uma hora de duração, no Centro Pastoral de V. N. Famalicão, que esteve sempre cheio de cristãos provenientes das mais diversas paróquias do Arciprestado, que quiseram viver esta semana de forma diferente, assim como de vários sacerdotes.

No primeiro encontro, depois da oração inicial e das palavras de acolhimento e agradecimento dirigidas a todos os presentes pelo Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, o orador convidado tomou a palavra, começando por salientar a importância de “escutar, compreender, viver e comunicar a Palavra de Deus”. Debruçando-se depois sobre o tema central desta iniciativa, referiu que “a palavra Mateus significa dom de Deus” e que, por isso, “o seu Evangelho é um dom de Deus à Igreja e a cada um de nós”. Posto isto, enfatizou que S. Mateus, ao escrever o seu Evangelho, teve como principal objectivo responder a duas grandes questões: “Quem é Jesus Cristo? Como seguir Jesus Cristo?”

Assim, ao longo dos quatro encontros o Frei Luís Gonçalves debruçou-se sobre vários textos retirados do Evangelho de S. Mateus, procurando sempre mostrar a resposta a essas duas questões. A “vocação de Mateus”, a “Fé do centurião”, a “anunciação a José”, “os Magos do Oriente”, o “Baptismo de Jesus”, as “tentações do deserto”, o “sermão da montanha”, a “Fé de Pedro”, a “transfiguração” e a “multiplicação dos pães” foram algumas das passagens escolhidas para ajudar cada um a perceber que “a Salvação é para todo aquele que queira abrir o coração a Jesus Cristo, sem excepções ou acepções de pessoas”, pois em S. Mateus Jesus revela-se como “o Salvador, o novo Moisés, o Mestre e o Modelo da Comunidade”. Além disso, enfatizou que Mateus nos apresenta Jesus como “o Emanuel, o Deus connosco, que caminha sempre ao nosso lado”, isto é, “Aquele que Se torna presente no meio de dois ou três que reúnam em Seu nome”, corroborando esta certeza ao “terminar o seu Evangelho com ‘chave de ouro’”, na medida em que o faz com a promessa de Jesus para todos nós: “Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo”.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014

 

A Pastoral Litúrgica e dos Sacramentos do Arciprestado de V. N. Famalicão, em conjunto com um grupo de acólitos coordenadores provenientes de algumas paróquias do Arciprestado, levam a cabo mais um Dia Arciprestal do Acólito no próximo dia 1 de Março. Desta feita, o encontro tem lugar no Instituto Nun’Alvres (INA), também conhecido como Colégio das Caldinhas, um Colégio da Companhia de Jesus, situado em Areias, subordinado ao tema “Desenhados por Deus”, destinando-se, assim, aos acólitos de todas as comunidades paroquiais do Arciprestado de V. N. Famalicão.

Relativamente ao programa, depois da concentração e acolhimento a partir das 9h00, segue-se a celebração da Eucaristia às 10h00. Depois disso os acólitos participantes serão divididos em três grupos, consoante a faixa etária (dos 6 aos 10, dos 11 aos 14 e com mais de 15 anos), para assistirem a um filme, ao qual se seguirá uma pequena reflexão. O almoço tem lugar por volta das 13h00, prolongando-se até às 14h00. Para a parte da tarde estão agendadas algumas actividades teórico-práticas, até às 16h00. A iniciativa termina com a Oração Final, à qual se segue um lanche convívio por volta das 16h30.

As inscrições deverão ser feitas nas paróquias ou junto dos respectivos párocos até ao dia 24 de Fevereiro.

A propósito de mais esta iniciativa, que vai já na sua sexta edição, o Arciprestado de V. N. Famalicão ressalta a importância deste dia como “um momento de formação, partilha e convívio proporcionado a todos os acólitos, que os ajudará, certamente, a melhor perceber e sentir a importância e a riqueza do seu ministério, como aqueles que, deixando-se desenhar por Deus, servem com Fé e alegria a mesa do banquete da Eucaristia”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014

 

“A linguagem dos afectos e a civilização do amor” foi o tema central trabalhado e debatido numa sessão de esclarecimento promovida pelo Departamento Arquidiocesano da Pastoral da Saúde de Braga, em parceria com a Equipa Arciprestal de Catequese do Arciprestado de V. N. Famalicão, que teve lugar no passado dia 10 de Fevereiro, às 21h00, no Centro Pastoral de Famalicão, com o objectivo de assinalar a comemoração a nível arquidiocesano do Dia Mundial do Doente, a 11 de Fevereiro.

Assim, depois da oração inicial e das palavras de acolhimento feitas pelas entidades promotoras deste encontro, o orador convidado, Bernardino Silva, professor e presidente da Comissão Justiça e Paz de Braga, começando por referir que “hoje existem novas linguagens do afecto”, enfatizou que “a afectividade, presente em todas as pessoas, se manifesta em primeiro lugar, na forma como cada um se posiciona e como está junto daqueles que o rodeiam”. Esta questão assume particular importância para todos aqueles que servem a Igreja e procuram dar testemunho de Jesus Cristo, principalmente para aqueles que contactam com os mais frágeis, mais carenciados ou doentes. Isto porque “a Igreja, tendo um carisma, uma identidade e uma missão própria, tem de acolher pelo afecto”.

Nesta linha da “linguagem dos afectos”, Bernardino Silva explicou que “actualmente a sexualidade já não está apenas associada à prática sexual”, sendo antes vista “como um todo”, aplicando-se a “um ser na sua totalidade”, acrescentando que “a afectividade, quando bem orientada pela inteligência, torna o ser humano capaz de amar e de ajudar os outros”, sem deixar de enaltecer também que “a Igreja pensa hoje com actualidade sobre o tema da sexualidade, não se tratando de um visão retrógrada, mas sim voltada para os homens e mulheres de hoje”.

Referindo que “gerir hoje a linguagem do sentimento é muito complicado”, pois “em todos os lugares lidamos com pessoas com sentimentos completamente diferentes”, o orador alertou para o facto de “a palavra amor se ter tornado numa palavra banalizada”, destacando que este sentimento “não é pertença humana, mas sim consequência de um acto”, pois “é na inter-relação, na doação ao outro, assente no pilar da afectividade, que descobrimos o lado belo do outro e que o podemos amar”. Deste modo, “o amor é um sentimento complexo que precisa de uma pessoa que lhe confira identidade e acção”.

Terminada a sessão de esclarecimento, que contou com um tempo aberto ao diálogo, possibilitando a todos colocar questões ou emitir opiniões, e depois de uma breve intervenção do Arcipreste, o P.e Paulino Carvalho, que reiterou os agradecimentos à organização e aos presentes, o encontro terminou com um pequeno lanche onde todos tiveram oportunidade de viver um momento de convívio e confraternização.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 17 de Fevereiro de 2014

…celebro a Eucaristia onde, pela comunhão do Teu corpo e sangue, recebo o alimento da vida eterna e tomo parte do Teu sacrifício de louvor e de acção de graças, assumido plenamente na cruz do Teu amor que me salva e que me desafia a permanecer em Ti!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

1406. Jesus diz: «Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente [...] Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna [...], permanece em Mim, e Eu nele» (Jo 6, 51.54.56).

 

1407. A Eucaristia é o coração e o cume da vida da Igreja, porque nela Cristo associa a sua Igreja e todos os seus membros ao seu sacrifício de louvor e de acção de graças, oferecido ao Pai uma vez por todas na cruz; por este sacrifício, Ele derrama as graças da salvação sobre o seu corpo, que é a Igreja.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão

 



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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

 

É imperativo “servir a Igreja como leigos fiéis e comprometidos com a missão do apostolado”. Esta foi a mensagem central deixada aos elementos das Confrarias das diferentes comunidades do Arciprestado de V. N. Famalicão num encontro de formação promovido pelo Arciprestado em colaboração com a Confraria das Santas Chagas da paróquia de Santo Adrião, que teve lugar na passada sexta-feira, dia 7 de Fevereiro, às 21h30, no Centro Pastoral de Famalicão, subordinado ao tema “A fidelidade a Cristo nos dias de hoje”.

Depois da oração inicial e das palavras de acolhimento feitas por José Pedro Sousa, Juiz da Confraria das Santas Chagas supracitada, a quem coube a tarefa de moderar o encontro, tomou a palavra o P.e João Paulo Coelho Alves, Chanceler da Cúria Diocesana.

O sacerdote orador, procurando alertar para a importância do serviço prestado pelas Confrarias nas comunidades, começou por explicar o imprescindível e crescente papel dos leigos no seio da Igreja, ao longo dos séculos, lembrando que “todos são membros do mesmo Corpo, que é Cristo”, independentemente da função que desempenham, e acrescentando que o Concílio Vaticano II “veio reforçar a vocação do leigo em virtude do Baptismo e da Confirmação”, devendo estes manter-se “activos e comprometidos com a Igreja no apostolado”, superando a sua missão largamente o “mero formalismo a que estão sujeitas as Confrarias por via dos seus estatutos”.

Consequentemente, o P.e João Paulo procurou definir a Igreja, e, recorrendo a diferentes frases retiradas da Sagrada Escritura, enfatizou que a Igreja é “Casa de Deus, Templo de Deus”, isto é, “a comunidade de pessoas nas quais habita Deus”. É também “a vide de Deus, onde todos permanecem intimamente unidos a Cristo, de modo a dar fruto”, isto é, a Igreja é “família de Deus e rebanho de Cristo”. Logo, também “as Confrarias, enquanto acção através da qual os fiéis a elas congregados participam na Igreja, devem participar na missão da mesma e tornar visível o Corpo de Cristo”, sendo que para isso é fulcral “a formação que os leigos devem receber para servir com fidelidade”.

Foi precisamente esta ideia que o Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, corroborou nas palavras que dirigiu aos presentes antes da oração final que fechou o encontrou, destacando que as Confrarias “devem manter-se empenhadas na construção da comunhão, ao serviço da Igreja e da comunidade, gerindo de forma justa e correcta o dinheiro e os bens materiais, para que possam sempre servir com o espírito cristão emanado do Baptismo”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2014

 

Um Congresso Internacional vai assinalar, em Portugal, já no próximo mês de Março, os 50 anos da proclamação, pelo Papa Paulo VI, de S. Bento como Patrono da Europa.

Este Congresso decorre em duas etapas, sendo que a primeira tem lugar nos dias 21 e 22 de Março, no Hotel S. Bento, em S. Bento da Porta Aberta, Terras do Bouro.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Confraria de S. Bento, do Instituto de História e Arte Cristãs (IHAC), da Arquidiocese de Braga e do Município de Terras do Bouro, que contará com as comunicações de Adriano Moreira, de Dom Frei Geraldo Coelho Dias, Frei Dom Luís Aranha, Cónego José Marques, Dom Massimo Laponi, Ana Maria Tavares Martins, P.e Duarte Morgado e Paulo Oliveira para abordar diferentes temáticas relacionadas com S. Bento, nomeadamente no que concerne ao seu papel enquanto grande evangelizador da Europa, assim como com a Ordem Beneditina. As actividades encerram com uma visita cultural aos Mosteiros de S. Bento, Santa Maria de Bouro, Rendufe e Tibães.

Para Carlos Aguiar Gomes, da Irmandade de S. Bento da Porta Aberta, e de acordo com as palavras proferidas aquando da apresentação do programa comemorativo, esta será uma iniciativa importante para se saber que “Europa queremos hoje, que Europa nós andamos a querer construir. A Europa do Euro? A Europa das Nações?”

As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e devem ser feitas até ao dia 28 de Fevereiro de 2014, através do e-mail: congresso@sbento.pt; nos Serviços Centrais da Arquidiocese (Rua de S. Domingos, 94 B, 4710-435 Braga); no Hotel S. Bento (Rua 1, n.º 99, 4845-026 Rio Caldo / 253 141 580 ou 965 525 386.

A segunda etapa deste Congresso está agendada para o dia 10 de Julho de 2015, aquando da comemoração dos 400 anos do Santuário de S. Bento da Porta Aberta, sendo divulgado atempadamente o respectivo programa.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2014

…renovo os compromissos baptismais, sou ungido na fronte e recebo o Espírito Santo, o Dom de Deus, o fogo que me faz arder no imperativo desejo de Te anunciar sempre e para sempre, com todas as minhas forças, com toda a minha vida, com a maior das alegrias!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

 

1320. O rito essencial da Confirmação é a unção com o santo crisma na fronte do baptizado (no Oriente também em outros órgãos dos sentidos), com a imposição da mão do ministro e as palavras:  «Accipe signaculum doni Spiritus Sancti –  Recebe por este sinal o Espírito Santo, o Dom de Deus» (no rito Romano) ou:  «Signaculum doni Spiritus Sancti – Selo do dom que é o Espírito Santo» (no rito Bizantino).

 

1321. Quando a Confirmação é celebrada separadamente do Baptismo, a sua ligação com este sacramento é expressa, entre outras coisas, pela renovação dos compromissos baptismais. A celebração da Confirmação no decorrer da Eucaristia contribui para sublinhar a unidade dos sacramentos da iniciação cristã.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Sexta-feira, 7 de Fevereiro de 2014

 

O Auditório Vita, em Braga, acolhe, entre os dias 17 e 22 de Fevereiro, a XXII Semana de Estudos Teológicos, organizada pelo Núcleo de Braga da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, subordinada ao tema “Ser Santo Hoje: Figuras Inspiradoras”. De segunda a sexta-feira, as actividades decorrem às 21h30 e no sábado os trabalhos têm início às 9h30. A entrada no evento é livre.

À semelhança do ocorrido em edições anteriores, trata-se de um evento que conta com a presença de conferencistas nacionais e internacionais, com o objectivo de debater a figura do santo e destacar alguns nomes considerados uma referência e uma inspiração. Assim, o primeiro dia de trabalhos conta com a conferência intitulada “Modos cristãos de viver”, proferida por Stella Morra, teóloga romana. No dia 18 de Fevereiro, realiza-se uma conferência dedicada a D. António Barroso, que conta com a presença de António Júlio Trigueiros. O dia seguinte é dedicado, por sua vez, a Frei Bernardo Vasconcelos, dado a conhecer por André Olim. Padre Abílio Correia é a figura inspiradora apresentada, no dia 20 de Fevereiro, por António da Costa Neiva. A sexta-feira, dia 21 de Fevereiro, destina-se a dar a conhecer melhor a Beata Alexandrina de Balasar, pelo teólogo e investigador Alexandre Duarte.

O último dia da Semana de Estudos acontece no sábado, com o tema “Referências Contemporâneas na Construção da Identidade”, que conta com dois painéis intitulados “Dinamismos psico-sociais de identificação”, com a psicóloga Ana Caetano, e “Mediações cristãs de identificação”, com Carlos Carneiro. A Semana de Estudos Teológicos, evento anual da Faculdade de Teologia de Braga que vai já na sua XXII edição consecutiva, promove desta forma seis dias de debate e de reflexão, nos quais se colocam questões relevantes sobre vida, identidade e inspiração, constituindo uma bela oportunidade de formação e encontro para aqueles que se sintam desafiados a participar.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 5 de Fevereiro de 2014

 

Os catequistas das diferentes paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão viveram uma tarde diferente no passado sábado, dia 1 de Fevereiro, pois, no contexto do Encontro Arciprestal de Catequistas, foram desafiados a convidar outros, assim como a participar na grande festa da celebração da Fé, a Eucaristia.

Esta iniciativa, realizada no Arciprestado pelo 7º ano consecutivo e subordinada ao tema “És Convidado para a Grande Festa”, em consonância com a temática proposta pela Arquidiocese de Braga para este ano pastoral, “Fé Celebrada”, iniciou às 14h00, com a concentração e acolhimento dos catequistas participantes no Centro Pastoral de Famalicão.

Os perto de 500 catequistas presentes começaram por ser saudados pelo Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, que os felicitou pela presença no encontro e enfatizou a importância de “sempre testemunharem a Fé, convidando outros a seguir Jesus Cristo e a celebrar essa mesma Fé”.

Seguiu-se um breve momento de oração e envio que, partindo da passagem do Evangelho em que Jesus interpela os discípulos a seguirem-no, afirmando “Vinde ver”, os catequistas foram desafiados à missão ousada de também eles anunciarem e levarem esse convite aos outros.

Assim, os catequistas foram enviados dois a dois, para as diferentes ruas e espaços públicos e comerciais da cidade, levando consigo convites para a participação na grande festa de Jesus e da celebração da nossa Fé, o Sacramento da Eucaristia, a realizar nessa mesma tarde, tendo sido entregues por toda a cidade cerca de 2000 convites.

Terminada esta dinâmica, os catequistas rumaram à Igreja Nova Matriz, onde às 16h00 teve então lugar o ponto alto do encontro, a celebração da Eucaristia, presidida pelo Assistente da Equipa Arciprestal de Catequese, o P.e António Loureiro. Este momento, que contou com cerca de 650 pessoas, entre catequistas e aqueles que responderam positivamente ao seu convite, estava inicialmente previsto para o anfiteatro do Parque da Devesa. No entanto, a chuva que caiu nos dias anteriores e também no próprio dia do encontro impediu que se reunissem as condições necessárias e desejáveis para tal.  

Durante a homília proferida o P.e António começou por enfatizar que “a Eucaristia não é uma grande festa, mas sim a grande festa, a maior festa para os cristãos”, um “momento rico e único para a celebração da nossa Fé”. Ao mesmo tempo, o sacerdote enalteceu a importância da missão dos catequistas na Igreja, referindo-se aos mesmos como “valentes e corajosos”, interpelando-os a “nunca desanimar” e a sempre “testemunhar e anunciar Jesus Cristo com a própria vida”, para que, à semelhança do que tinham feito naquela tarde, “possam sempre convidar e desafiar outros a viver a alegria da grande festa que Jesus nos oferece”.

No final da celebração houve ainda tempo para o lanche, terminando assim o encontro em ambiente festivo, de partilha e de agradável convívio entre todos.

  

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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