Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

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 A Confraria das Santas Chagas da Paroquia de Santo Adrião (V. N. Famalicão), apresentou na passada sexta-feira, dia 20 de Fevereiro, o Programa Religioso e Cultural da “Preparação Quaresmal, Solenidades da Semana Santa e Festa da Páscoa”. Deste modo, as diferentes actividades que preenchem as próximas semanas, ajudando a tornar este tempo da Quaresma, e posteriormente da Semana Santa e da Páscoa, um tempo ainda mais rico e enriquecedor, vivido com especial intensidade pelos cristãos, mas também por toda a cidade e Arciprestado, em geral, foram dadas a conhecer na Igreja Nova Matriz de V. N. Famalicão, às 21h30.

Esta apresentação foi enriquecida por um concerto coral, a cargo da Cappella Bracarensis do Centro Regional de Braga da Universidade Católica Portuguesa, que deliciou os presentes com as suas melodias.

Do vasto programa apresentado, destaca-se, no âmbito religioso, para o tempo da Quaresma a Via-Sacra agendada para o dia 27 de Março, às 21h30, iniciando na Nova Matriz.

Na Semana Santa, aquela que antecede a grande festa da Páscoa, chega-se ao ponto alto e a alguns dos maiores acontecimentos previstos no programa apresentado, tais como a tradicional Procissão do Senhor Ecce Homo, no dia 2 de Abril (Quinta-feira Santa), às 21h30, assim como a Procissão do Enterro do Senhor, no dia seguinte (Sexta-feira Santa) à mesma hora.

O programa estende-se depois ao longo do tempo da Páscoa, destacando-se a Via Lucis, marcada para o dia 15 de Abril, às 21h30, entre outras iniciativas e actividades.

A programação prevista contempla também uma vertente mais cultural, sendo de sublinhar a realização de vários Concertos solenes, assim como um concurso de fotografia, desta feita inspirado nas Obras de Misericórdia.

 

Confraria das Santas Chagas de Santo Adrião



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Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

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 É imperativo “viver a Fé nas obras de Caridade”. Esta foi a mensagem central deixada aos elementos dos Conselhos Económicos, às Confrarias e Comissões de Festa das diferentes comunidades do Arciprestado de V. N. Famalicão num encontro de formação promovido pelo Arciprestado em colaboração com a Arquidiocese de Braga, destinado aos mesmos, que teve lugar no passado sábado, dia 21 de Fevereiro, às 21h15, no Centro Pastoral de V. N. Famalicão.

Depois da oração inicial e das palavras de acolhimento feitas pelo P.e Paulino Carvalho, Arcipreste de V. N. Famalicão, os presentes puderam assistir a um vídeo preparado propositadamente pela Arquidiocese para a formação de Conselhos Económicos, Confrarias e Comissões de Festas de todos os Arciprestados, num sinal da comunhão que se pretende a todos os níveis, nomeadamente entre as comunidades e a Diocese. O referido vídeo apresentou uma conversa protagonizada por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, o Cónego José Paulo Abreu, Vigário Geral, e Mário Paulo, Assessor Financeiro da Arquidiocese, incidindo a mesma sobre o papel e a missão dos Conselhos Económicos, Confrarias e Comissões de Festa nas respectivas comunidades, à luz da temática de fundo do ano pastoral, a Fé Vivida.

Assim, e porque a Fé se vive no amor, D. Jorge começou por enfatizar a importância de “reaprender a gramática da Caridade”, apontando como caminho a seguir o “itinerário das Obras de Misericórdia”. O prelado referiu ainda a necessidade de “cultivarmos o cuidado de estar com os outros, no amor e na caridade”, salientando que “devemos fazer o bem aos outros como o faríamos se fosse ao próprio Jesus Cristo”. Por sua vez, o Cónego José Paulo Abreu lembrou que o fundo paroquial, gerido pelos Conselhos Económicos, “deve também destinar-se à Caridade”, devendo a paróquia “gerar bens destinados ao socorro dos que mais sofrem”. Neste sentido, e porque, como referiu, “o irmão está sempre em primeiro lugar”, questionam-se algumas “despesas avultadas e tantas vezes supérfluas assumidas por Confrarias e Comissões de Festa”.

Antes da oração final que fechou o encontrou, tomou novamente a palavra o Arcipreste de V. N. Famalicão, que para além de agradecer a todos os presentes, relembrou, mais uma vez, a importância da “promoção da comunhão com o pároco e com todos”, salientando que “é necessário combater e vencer a indiferença no exercício da missão confiada a cada um”. A este propósito o sacerdote evocou ainda o documento “Convocados para a Missão”, publicado pela Arquidiocese, como uma proposta de “importante dinâmica a seguir pelas paróquias”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

Introduzidos na intimidade da vida trinitária,

Curados do pecado e limpos de toda a mancha,

Incendiados na graça santificante do Espírito Santo,

Destinados à vocação de filhos, “agradáveis” ao Pai!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

  1. A graça é o socorro que Deus nos dá para correspondermos à nossa vocação de nos tornarmos seus filhos adoptivos. Introduz-nos na intimidade da vida trinitária.
  2. Na obra da graça, a iniciativa divina previne, prepara e suscita a livre resposta do homem. A graça corresponde às aspirações profundas da liberdade humana; chama-a a cooperar consigo e aperfeiçoa-a.
  3. A graça santificante é o dom gratuito que Deus nos faz da sua vida, infundida pelo Espírito Santo na alma para a curar do pecado e a santificar.
  4. A graça santificante torna-nos «agradáveis a Deus». Os carismas, graças especiais do Espírito Santo, estão ordenados à graça santificante e têm por finalidade o bem comum da Igreja. Deus também actua por meio de múltiplas graças actuais, distintas da graça habitual, permanente em nós.
  5. Não há para nós mérito diante de Deus, senão como consequência do Livre desígnio divino de associar o homem à obra da sua graça. O mérito pertence, em primeiro lugar, à graça de Deus; em segundo lugar, à cooperação do homem. O mérito do homem reverte para Deus.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015

 

Os membros dos Conselhos Económicos Paroquiais, assim como os representantes das Confrarias e Comissões de Festa, de todas as paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão, estão convidados a reunir-se num encontro de formação, no Salão do Centro Pastoral de Famalicão, às 21h15 do próximo sábado, dia 21 de Fevereiro.

Esta formação, promovida e organizada pelo Arciprestado em sintonia com a Arquidiocese de Braga, pretende centrar-se na temática da Fé Vivida, em consonância com a proposta do Plano Pastoral Arquidiocesano para o presente ano pastoral.

Deste modo, esta é, certamente, uma oportunidade para os Conselhos Económicos Paroquiais, Confrarias e Comissões de Festa das diferentes comunidades do Arciprestado adquirirem “uma maior e mais profunda consciência da sua missão na Igreja, enquanto leigos fiéis e comprometidos, para que a Fé possa ganhar vida e expressão em gestos e atitudes que reflectem a verdadeira caridade, onde se fundamenta a alegria do Evangelho”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015

Justificados e santificados pela paixão de Cristo Jesus,

Convertidos no alto da Cruz pelo maior e mais perfeito amor,

Marcados, pelo Baptismo, com a graça infinita do perdão,

Devolvidos à vida plena na manhã radiosa da Ressurreição!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

  1. A graça do Espírito Santo confere-nos a justiça de Deus. Unindo-nos, pela fé e pelo Baptismo, à paixão e ressurreição de Cristo, o Espírito Santo faz-nos participar da sua vida.
  2. A justificação, tal como a conversão, apresenta duas faces. Sob a moção da graça, o homem volta-se para Deus e desvia-se do pecado, recebendo assim o perdão e a justiça do Alto.
  3. A justificação compreende a remissão dos pecados, a santificação e a renovação do homem interior.
  4. A justificação foi-nos merecida pela paixão de Cristo. Foi-nos dada por meio do Baptismo. Conforma-nos com a justiça de Deus, que nos faz justos. Tem como fim a glória de Deus e de Cristo e o dom da vida eterna. É a obra mais excelente da misericórdia de Deus.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2015

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 A Arquidiocese de Braga promove nos meses de Fevereiro e Março o ciclo ‘Olhares sobre economia, cultura, política e família’, estando convidados oradores nacionais de diferentes áreas para que a “fé dialogue com a razão sem preconceitos”.

O ciclo de quatro conferências, entre 13 de Fevereiro e 20 de Março, tem confirmada a presença do seleccionador nacional de futebol, Fernando Santos, da ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, e do ex-ministro das Finanças, Miguel Cadilhe, entre outros.

O arcebispo de Braga explica que o ciclo ‘Olhares sobre economia, cultura, política e família’ pretende que a “fé dialogue com a razão, sem preconceitos” e com “respeito pleno” por quem pensa e vive de um modo diferente. “Uma das missões da Igreja é reflectir e queremos aproximar toda a comunidade em torno de um espaço de debate, reflexão e diálogo, pois acreditamos que o diálogo intercultural é essencial para a construção de uma sociedade fundada no respeito pelo outro", defende o perlado.

As quatro conferências têm lugar no Auditório Vita, em Braga, e as intervenções começam a partir das 21h00. A primeira conferência, no dia 13 de Fevereiro, sobre ‘Economia’ conta com a reflexão do ex-ministro das Finanças Miguel Cadilhe, o recém-nomeado assessor do presidente da Comissão Europeia, Silva Peneda, e o ex-secretário geral da UGT, João Proença. O neurocirurgião e conselheiro de Estado, João Lobo Antunes, o seleccionador nacional de futebol, Fernando Santos, e o físico Henrique Leitão, debatem o tema 'Cultura', no dia 20 de Fevereiro. A terceira conferência, no dia 13 de Março, pretende a reflexão sobre ‘Política’ e foram convidados a Ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, o deputado José Junqueiro, e o professor universitário Miguel Morgado. Por último, o tema ‘Família’, no dia 20 de Março, encerra o ciclo de quatro conferências com a presença do presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), António Pinto Leite, da psicóloga Margarida Cordo e de Rosário Carneiro, a ex-presidente da Comissão Parlamentar para a Paridade, Igualdade de Oportunidades e Família.

De salientar que os interessados em participar nestas conferências deverão realizar a sua inscrição, sendo a mesma obrigatória. Para realizar a mesma e para mais informações deve consultar-se o site www.novaagora.pt.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2015

Libertos e redimidos pela nova Lei do Amor,

Impregnada da graça infinita do Espírito Santo,

Caminho para a Santidade, trilhado pelas bem-aventuranças,

Onde a Fé se expressa e se vive em obras de Caridade!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

  1. A Lei antiga é o primeiro estádio da Lei revelada. As suas prescrições morais estão compendiadas nos Dez Mandamentos.
  2. A Lei de Moisés contém muitas verdades naturalmente acessíveis à razão. Deus revelou-as, porque os homens não as liam no seu coração.
  3. A Lei antiga é uma preparação para o Evangelho.
  4. A nova Lei é a graça do Espírito Santo, recebida pela fé em Cristo, operando pela caridade. Está expressa sobretudo no sermão do Senhor na montanha e utiliza os sacramentos para nos comunicar a graça.
  5. A Lei evangélica cumpre, ultrapassa e aperfeiçoa a Lei antiga: as suas promessas pelas bem-aventuranças do Reino dos céus; os seus mandamentos, reformando a raiz dos actos, o coração.
  6. A nova Lei é uma lei de amor; uma lei de graça, uma lei de liberdade.
  7. Além dos seus preceitos, a nova Lei comporta os conselhos evangélicos. «A santidade da Igreja é especialmente favorecida pelos vários conselhos que o Senhor propõe no Evangelho aos seus discípulos» (1).

(1). II Concílio do Vaticano, Const. dogm. Lumen Gentium, 42 AAS 57 (1965) 48.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



publicado por arciprestadovnfamalicao às 15:43 | link do post | comentar

Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

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 Os catequistas das diferentes paróquias do Arciprestado de V. N. Famalicão viveram uma tarde diferente no passado sábado, dia 31 de Janeiro, pois, no contexto do Encontro Arciprestal de Catequistas, foram desafiados a deixar nas ruas da cidade um eco alegre, festivo e contagiante de “vivas” à Fé.

Esta iniciativa, realizada no Arciprestado pelo 8º ano consecutivo e subordinada, desta feita, ao tema “Viv’à Fé”, em consonância com a temática proposta pela Arquidiocese de Braga para este ano pastoral, “Fé Vivida”, iniciou às 14h00, com o acolhimento a todos os catequistas participantes no Salão Paroquial de Calendário.

Os perto de 500 catequistas presentes começaram por ser saudados pelo Arcipreste de V. N. Famalicão, o P.e Paulino Carvalho, que os felicitou pela presença no encontro e enfatizou a importância de “sempre testemunharem e viverem a Fé em Jesus Cristo, contagiando outros com o seu anúncio”.

Estas palavras foram corroboradas pelo Assistente da Equipa Arciprestal de Catequese, o P.e António Loureiro, que quis também felicitar e agradecer a todos os catequistas que escolheram dedicar essa tarde a um tempo de formação e convívio.

De seguida, e após um breve momento de oração, teve lugar a conferência proferida pelo Cón. Luís Miguel Figueiredo, Presidente da Comissão Arquidiocesana para a Educação Cristã, sobre a Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, documento este que, tendo sido fruto do Concílio Vaticano II, na década de 60, serve de fundamento e inspiração ao programa proposto pela Arquidiocese para este ano pastoral.

Assim, depois de descrever o contexto em que surgiu e se realizou o Concílio, o orador apresentou uma visão geral de todo o documento, destacando sempre a relação entre o teor do mesmo e a missão do catequista no seio da Igreja. Deste modo, enfatizou que o catequista é também aquele que “vive e sente as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem”, e que, “mesmo reconhecendo as dificuldades com que se pode debater, e sem as ignorar, tem sobre as mesmas uma visão iluminada pela Fé, isto é, uma perspectiva de esperança”. Além disso, o Cón. Luís Miguel deixou bem clara a importância de “promover a vivência da unidade e da comunhão, enquanto missão da Igreja”, devendo também esta unidade “ser vivida entre catequistas”, na medida em que só desta forma se exerce a verdadeira caridade e se dá um autêntico testemunho de Fé.

Terminada a conferência, e quando já passava das 16h00, o grande grupo de catequistas saiu para a rua, em caminhada até à Igreja Nova Matriz de V. N. Famalicão, percorrendo várias artérias da cidade e interpelando todos com o seu testemunho e com a sua presença, gritando “vivas” à Fé, entre cânticos e breves reflexões, e entregando àqueles com quem se iam cruzando um pequeno cartão, em forma de coração, onde estavam escritas as diferentes Obras de Misericórdia, assim como alguns textos retirados da Sagrada Escritura que evocam o mandamento do amor a que Jesus nos chama e desafia.

Chegados à Nova Matriz e já no interior da mesma, os catequistas viveram um novo momento de oração, com todos a rezarem a uma só voz a partir de uma pagela oferecida a cada um e alusiva à temática de todo o encontro.

No final houve ainda tempo para o lanche, no Centro Pastoral de V. N. Famalicão, terminando assim a tarde em ambiente festivo, de partilha e de agradável convívio entre todos.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 16:14 | link do post | comentar

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2015

Destinados ao cumprimento da Lei que salva,

Expressão perfeita da misericórdia sem medida,

Garante seguro da bem-aventurança prometida

Vivida no gozo de quem se ordena pela justiça de Deus!

 

Do Catecismo da Igreja Católica:

  1. Segundo a Escritura, a Lei é uma instrução paterna de Deus, que prescreve ao homem os caminhos que levam à bem-aventurança prometida, e proíbe os caminhos do mal.
  2. «A lei é uma ordenação da razão para o bem comum, promulgada por aquele que tem o encargo da comunidade» (1).
  3. Cristo é o fim da Lei (2). Só Ele ensina e concede a justiça de Deus.
  4. A lei natural é uma participação na sabedoria e bondade de Deus pelo homem, formado à imagem do seu Criador. Ela exprimea dignidade da pessoa humana e constitui a base dos seus direitos e deveres fundamentais.
  5. A lei natural é imutável, permanente através da história. As regras que a traduzem permanecem substancialmente válidas. É a base necessária para a fixação das regras morais e da lei civil.

(1). São Tomás de Aquino, Summa theologiae, 1-2. q. 90, a. 4, e: Ed. Leon. 7, 152.

(2). Cf. Rm10, 4.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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