Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016

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José, filho de David,

não temas receber Maria, tua esposa,

pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo.

Ela dará à luz um Filho

e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus,

porque Ele salvará o povo dos seus pecados”. 

(Mateus 1, 20-21)

 

 

“«Maria é a Virgem que conceberá e dará à luz um Filho, cujo nome será Emanuel» segundo as palavras de Isaías (cf. 7, 14). Deste modo, o Antigo Testamento prepara aquela «plenitude dos tempos», quando Deus haveria de enviar «o seu Filho, nascido duma mulher..., para que nós recebêssemos a adopção como filhos».”

(S. João Paulo II, A Mãe do Redentor, 7)

 

 

Maria,

Senhora do Natal,

Deixa-nos ficar contigo na paz serena do interior da gruta de Belém

Para contemplarmos o Menino Jesus, o Deus feito homem por Amor!

 

 

Ave-Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores,
Agora e na hora da nossa morte.

Amém.

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão

 



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Sábado, 24 de Dezembro de 2016

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Rompei brados de alegria!

 

Mais de Dois mil anos de Cristo vivo, no Mundo, na História dos Homens são, para nós cristãos e Homens de boa vontade, uma Boa Notícia. Pois é «uma grande alegria para todo o Povo»!, porque – como diz São João – «o Verbo era a luz verdadeira que vindo a este mundo, ilumina todo o Homem»!

Alegria, portanto, para todos, todos os homens, para cristãos e Homens de boa vontade!

Alegria, diria, antes de mais, para nós, os cristãos. Uma enorme e profunda e divina alegria, porque temos a experiência de um Deus que deixou de ser imaginável e surpreendentemente se fez à nossa medida.

Temos e levamos connosco a notícia de um Deus que não se envergonhou de nós. Que se fez um de nós: «O Verbo fez-se Carne». Ou se quiserem, a notícia de um Deus que se “desfez” da sua grandeza, para chegar até nós e nos levar e elevar até Ele.

De um Deus que é Palavra eterna e se deixou dizer neste nosso tempo e nesta nossa pobre linguagem humana. De modo que o Seu abaixamento das alturas da sua divindade, à pobreza da nossa pequenez, serviu ao engrandecimento e exaltação da nossa humanidade.

Deus preferiu a nossa natureza humana. De modo que, naquele preciso momento e lugar, passados que são mais de dois mil anos e em Belém, o Verbo se fez Carne, o Pai nos enviou o seu Filho, o seu amado Filho!

E «àqueles que O receberam e acreditaram no seu nome deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus». «E somo-lo, de facto»! O que é uma grande alegria para nós!

Alegria também para todos os «Homens de boa vontade», mesmo para aqueles que entendem o Natal como um passe de magia ou como uma história de embalar meninos. Porque, mesmo fora do âmbito da fé, a aparição do Salvador tornou-se fonte de mais humanidade, de maior sentido da nobreza e dignidade desta nossa condição humana. Ainda assim, «a luz brilha nas trevas».

O Natal é, por isso, uma Boa Notícia, uma grande alegria para todo o Povo. Porque o Natal não é uma espécie de retorno à infância, mas sim um acontecimento que nos toca e interpela, precisamente «HOJE». Não somos nós que, agora, no esforço da memória ou na luz da nossa imaginação, conseguimos chegar devotamente ao presépio de Belém de há dois mil anos.

Mas, ao invés, é Belém, é Jesus, que desde há mais de dois mil anos Nasce. E Nasce HOJE para nós, e HOJE chama à nossa porta e nos toca e abençoa no seu amor.

Assim como o Sol, ao nascer cada dia, se torna contemporâneo do homem, voltando a iluminá-lo, a aquecê-lo e tornando o homem mais agradecido, assim Cristo, o Sol nascente, nos ilumina e aquece, desde aquele dia e em cada dia, também em cada noite, da nossa vida humana, para descerrar as trevas do nosso coração.

Só faz falta que abramos os olhos, que nos fixemos neste Menino que, em silêncio, sem fazer ruído, sem se impor, com a indiferença simples das crianças, vem até nós para nos manifestar o esplendor do rosto de Deus.

Há um enorme júbilo, entre os Anjos, no Céu! É Natal! Haja alegria para todos! Porque hoje é Natal! Abri as portas, porque Deus está connosco. É isso o Natal, HOJE!

Votos de um Santo e Feliz Natal para todos os cristãos e todos os Homens de boa vontade.

 

Padre Armindo Paulo da Silva Freitas, Arcipreste



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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

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Viver bem o Natal é abrir as portas do nosso coração a «Deus que vem», «na riqueza do Seu amor, falar aos homens como amigos e conversar com eles, a fim de os convidar e admitir à Sua comunhão». Eis uma bela e boa razão que motivou e uniu as comunidades paroquiais de São Mamede de Sezures, Santa Maria de Arnoso e São Miguel de Jesufrei, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, a construírem os seus lindos presépios, imitando S. Francisco de Assis. Este homem, pobre e santo, amava tanto Jesus pobre e humilde que quis viver, ao vivo, a beleza do nascimento do Salvador da humanidade, construindo o primeiro presépio, no ano de 1223, na floresta de Greccio, em Itália. O exemplo, por ser de sentido intenso, belo e atraente, espalhou-se, rapidamente, por todo o mundo. Mas a nossa sociedade, consumista e laica, luta para que se esqueça e apague este símbolo que nos recorda o Deus/Amor que desce para «revelar o homem a si próprio», sua suprema dignidade e «sentido da existência no mundo» e a beleza da «vocação divina», desejando outros símbolos que nada dizem e condizem com o verdadeiro espírito natalício.

Em contracorrente, os jovens destas comunidades com uma especial ajuda, engenho e saber dos mais velhos, construíram esses presépio nas Igrejas paroquiais, «casa entre as casas dos filhos e filhas do Deus Menino». Neles podemos contemplar e meditar o nascimento de Jesus Cristo, fazer memória, revivendo os hábitos e costumes da nobre gente destas terras.

Segundo o pároco, o P.e José Pedro Novais, o presépio “mostra bem que o Menino, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, deseja visitar e habitar nestas queridas e amadas terras. Creio mesmo que Ele habita, já, os corações de cada homem e mulher destas comunidades”, refere o sacerdote. “Quem observar o presépio, feito por mãos humanas, recorda que o Menino Deus nos diz, com todo o carinho e amor: «olha que Eu estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, EU entrarei na sua casa e cearei com ele e ele Comigo»”, enfatiza o pároco. Em jeito de conclusão, o presbítero sublinha ainda, dirigindo-se a todos: “Não tenhais medo de deixar que Deus entre nos vossos corações: Deus vos ama. Se assim é, dirigimos, a todos, um convite amigo, no sentido de visitarem Sezures, Arnoso Santa Maria e Jesufrei para apreciar a beleza que o presépio manifesta. Não permitam, nunca, que as coisas do mundo ofusquem um dos maiores símbolos do Natal cristão”.

Esta maravilha, fruto do trabalho e engenho das comunidades, poderá ser visitada e contemplada nos seguintes dias: 25 de Dezembro; 01 de Janeiro; 08 de Janeiro.

 

 



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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2016

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Eis a escrava do Senhor;

faça-se em mim segundo a tua palavra”.

(Lucas 1, 38)

 

“O primeiro momento da submissão à única mediação «entre Deus e os homens» ― a mediação de Jesus Cristo ― é a aceitação da maternidade por parte da Virgem de Nazaré. Maria consente na escolha divina para se tornar, por obra do Espírito Santo, a Mãe do Filho de Deus. Pode dizer-se que este consentimento que ela dá à maternidade é fruto sobretudo da doação total a Deus na virgindade. Maria aceitou a eleição para ser mãe do Filho de Deus, guiada pelo amor esponsal, o amor que «consagra» totalmente a Deus uma pessoa humana. Em virtude desse amor, Maria desejava estar sempre e em tudo «doada a Deus», vivendo na virgindade.”

(S. João Paulo II, A Mãe do Redentor, 39)

 

 

Maria,

Nossa Senhora do ‘Sim’,

Contagia-nos com o teu testemunho belo de serva feliz e obediente

Para também nós respondermos com fiel amor ao convite do Senhor!

 

 

Ave-Maria, cheia de graça,

O Senhor é convosco.

Bendita sois vós entre as mulheres

E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus,

Rogai por nós, pecadores,

Agora e na hora da nossa morte.

Amém.

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016

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O Espírito Santo virá sobre ti

e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.

Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus.” 

(Lucas 1, 35)

 

 

“Importa reconhecer que, primeiro do que quaisquer outros, o próprio Deus, o Pai eterno, se confiou à Virgem de Nazaré, dando-lhe o próprio Filho no mistério da Incarnação. Esta sua eleição para a sublime tarefa e suprema dignidade de Mãe do Filho de Deus, no plano ontológico, tem relação com a própria realidade da união das duas naturezas na Pessoa do Verbo (união hipostática). Este facto fundamental de ser Mãe do Filho de Deus, é desde o princípio uma abertura total à pessoa de Cristo, a toda a sua obra e a toda a sua missão.”

(S. João Paulo II, A Mãe do Redentor, 39)

 

 

Maria,

Virgem Imaculada,

Embala-nos com a melodia do Silêncio onde habita o Espírito Santo

Para, exultantes de Alegria, contemplarmos o mistério da Incarnação!

 

 

Ave-Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores,
Agora e na hora da nossa morte.

Amém.

 

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



publicado por arciprestadovnfamalicao às 20:55 | link do post | comentar

Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

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Como será isto, se eu não conheço homem?” 

(Lucas 1, 34)

 

“A fé de Maria pode ser comparada com a de Abraão, a quem o Apóstolo chama «nosso pai na fé» (cf. Rom 4, 12). Na economia salvífica da Revelação divina, a fé de Abraão constitui o início da Antiga Aliança; a fé de Maria, na Anunciação, dá início à Nova Aliança. Assim como Abraão, «esperando contra toda a esperança, acreditou que haveria de se tornar pai de muitos povos» (cf. Rom 4, 18), também Maria, no momento da Anunciação, depois de ter declarado a sua condição de virgem («Como será isto, se eu não conheço homem?»), acreditou que pelo poder do Altíssimo, por obra do Espírito Santo, se tornaria a mãe do Filho de Deus.”

(S. João Paulo II, A Mãe do Redentor, 14)

 

 

Maria,

Senhora do Advento,

Ajuda-nos a superar todas as dúvidas com a força revigorante da Fé

Enquanto, na paz da tua Casa, preparamos o caminho do Senhor!

 

 

Ave-Maria, cheia de graça,
O Senhor é convosco.
Bendita sois vós entre as mulheres
E Bendito é o Fruto do vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, Mãe de Deus,
Rogai por nós, pecadores,
Agora e na hora da nossa morte.

Amém.

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



publicado por arciprestadovnfamalicao às 19:25 | link do post | comentar

Domingo, 4 de Dezembro de 2016

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 Nos próximos dias 7 e 8 de Dezembro a comunidade paroquial de Santa Maria de Arnoso está em festa, honrando Nossa Senhora da Conceição. Um dos pontos altos do programa é o Encontro de Coros a realizar na quarta-feira, às 21h00.

Esta iniciativa, a decorrer na Igreja Paroquial de Arnoso, congrega vários grupos que com as suas melodias ajudarão todos a rezar de forma mais profunda à Virgem Imaculada, particularmente neste tempo de Advento de preparação para o Natal e neste ano pastoral especialmente dedicado a Maria e ao modelo de Fé que a mesma é para todos os cristãos, inspirado na frase “Feliz de ti que acreditaste” (Lc 1, 45).

Estarão presentes o Quinteto de Clarinetes da Banda Marcial de Arnoso, o Grupo Coral de São Mamede de Sezures, o Grupo Coral dos Vicentinos de Santa Maria de Arnoso, o Grupo Coral de São Miguel de Jesufrei e o Grupo de Alunos da Escola EB2 de Santa Maria de Arnoso.

No dia 8, dia da Imaculada Conceição, a Eucaristia solene em honra de Nossa Senhora está marcada para as 10h30. Da parte da tarde, às 14h30, tem lugar a recitação do Terço e Sermão, a que se seguirá a Procissão, composta por diversos figurados, que percorrerá diferentes ruas da paróquia.

Deste modo, a comunidade paroquial de Santa Maria de Arnoso estende o seu convite a todos os que queiram partilhar e viver estes momento de celebração, vivência, anúncio e contemplação da Fé, momentos de culto e de consagração a Maria e a seu filho Jesus Cristo, mas também de festa, de convívio e de alegria!

 



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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016

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No passado domingo, dia 27 de Novembro, a paróquia de S. Tiago de Antas, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, viveu um dia particularmente festivo com a celebração da Dedicação da nova Igreja Paroquial, tendo a mesma sido presidida pelo Arcebispo Primaz de Braga, D. Jorge Ortiga.

A celebração teve lugar às 15h00, contando com a presença do pároco de Antas, o P.e Agostinho Alves, do Arcipreste de Vila Nova de Famalicão, o P.e Armindo Paulo Freitas, assim como de inúmeros sacerdotes e diáconos do Arciprestado e não só. Também o Presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, o Presidente da União de Freguesias de Antas e Abade Vermoim, Manuel Alves, demais entidades civis e centenas de fiéis quiseram presenciar este momento tão importante para a comunidade de Antas.

A celebração ficou marcada por dois dos rituais próprios da Dedicação da nova Igreja. Primeiro o Arcebispo procedeu à unção do altar e à unção de quatro cruzes, colocadas nas paredes do novo templo. De seguida, foi colocado sobre o altar um braseiro, a que se lhe juntou incenso, com a seguinte oração: “Suba até Vós, Senhor, a nossa oração como incenso na vossa presença; e, assim como esta casa se enche de suave perfume, assim a vossa Igreja exale o bom odor de Cristo”.

Na homília proferida, D. Jorge Ortiga, evocando “a forma oval da nova Igreja” e recordando que “o arquitecto quis dar-lhe o significado alusivo a Jesus que abraça o seu Povo”, salientou que a comunidade paroquial deve também estar “de braços abertos a acolher e a abraçar” a cidade e todos quantos a ela recorram. Acrescentando ainda que “os anéis exteriores que circundam o novo templo simbolizam a coroa de espinhos de Jesus”, interpelou os fiéis “a acolher e confortar todos aqueles que também sofrem nas suas vidas as suas coroas de espinhos”. O prelado enfatizou que todos “se devem sentir responsáveis por este acolhimento” e apelou para que a paróquia, que agora dispõe de uma nova Igreja, “também ela se renove” e seja “Igreja de portas abertas” que “abraça a todos, mesmo aqueles que possam estar afastados da mesma”.

No final da Eucaristia, procedeu-se ao descerramento das placas comemorativas da Dedicação do novo templo, seguindo-se depois um momento de convívio no Centro Pastoral situado no piso inferior da nova Igreja, onde foi servido um “Verde de honra” a todos os presentes.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

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Nos dias 21 e 22 de Novembro realizaram-se no Arciprestado de Vila Nova Famalicão um par de Encontros Bíblicos, centrados na temática “Feliz és tu porque acreditaste”, em consonância com o proposto pela Arquidiocese de Braga para o presente ano pastoral. Ambos os encontros foram orientados por D. António Couto, Bispo de Lamego, que deixou aos presentes o desafio de, “como Maria, nos confiarmos a Deus”, imitando-a na “Fé e na Alegria”.

Os dois encontros, sempre iniciados com um momento de oração, decorreram às 21h15, com cerca de uma hora e um quarto de duração, no Centro Pastoral de Santo Adrião, em Vila Nova de Famalicão, que, em ambas as noites, ficou completamente cheio, contando com a presença de centenas de cristãos provenientes das mais diversas paróquias do Arciprestado, assim como de vários sacerdotes, que quiseram viver estes serões de forma diferente.

No primeiro encontro, depois da oração inicial e das palavras de acolhimento e agradecimento dirigidas a todos os presentes pelo Arcipreste de Famalicão, o P.e Armindo Paulo Freitas, o orador convidado tomou a palavra. Começou por lembrar aos presentes que “Maria, a quem o Anjo chama de ‘cheia de graça’, revelando a sua verdadeira identidade, recebe e acolhe a Palavra do Senhor em Silêncio”, salientando que, ao longo de toda a sua vida, “o que Maria faz é compor as palavras, pois ela é uma compositora, a quem as palavras chegam como música”, isto é, “Maria faz um trabalho de artista, de poeta, e é feliz porque produz coisas belas, andando ocupada com as palavras que lhe chegam de Deus”.

A este propósito, o prelado acrescentou que “feliz é aquele que é pioneiro e que abre novos e belos caminhos”. Por isso, “todos, como Igreja, somos desafiados a ser felizes ao jeito de Maria, abrindo, neste mundo, caminhos novos para esta humanidade adormecida”!

Já no segundo dia, e avançando um pouco mais na sua reflexão, D. António referiu que “ao Deus que Se revela, que desvela a Sua pessoa e Se entrega a nós, devemos dar a nossa resposta, acolhendo-O e entregando-nos também a Ele”, acrescentando que “assim fez Maria quando foi encontrada por Deus através do Anjo Gabriel”. Esta entrega, pressupõe “a Fé”, que o Bispo de Lamego explicou como sendo “uma relação de confiança, segurança, firmeza e fidelidade entre nós e Deus e, consequentemente, entre nós e os outros”. Trata-se de uma “relação fortíssima e inquebrável”, comparável à que se estabelece “entre um bebé, criança de peito, e a sua mãe”, pois, “como a mãe segura o bebé e este se agarra à sua mãe, assim Deus nos segura e assim nós nos amarramos a Ele”.

O orador salientou ainda que, “sendo Maria o ícone mais conhecido de quem confia em Deus e lhe entrega a sua vida”, devemos “imitá-la na ternura e na misericórdia”, isto é, “devemos aconchegar Jesus a nós, estreitarmo-nos a Ele, mas, ao mesmo tempo, devemos levá-Lo e entregá-Lo aos outros”. Para tal, “devemos ter em nós toda a doçura e a suavidade do amor, da paz e da Palavra”, para podermos ser junto dos irmãos aquilo que Maria é, “a expressão máxima da doçura de Deus”.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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