Terça-feira, 31 de Outubro de 2017

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Esperança: «âncora lançada à margem do Céu»

 

Nestes dois primeiros dias do mês de Novembro, celebramos em toda a Igreja a Solenidade de Todos os Santos e Comemoração dos Fiéis Defuntos. Passamos pelos cemitérios e detemo-nos a pensar um pouco mais no nosso futuro último, pensamos em todos aqueles que já partiram, naqueles que nos precederam na vida e agora estão junto do Senhor!

O dia 1 é um dia cheio de luz, que nos projecta o olhar do coração para os santos. O dia 2 é um dia triste, apesar de professarmos a fé e celebrarmos a esperança na ressurreição e, deste modo, rezarmos em comunhão, com os que partiram antes de nós. Um e outro dia constituem um intenso momento de fé, de oração e de reflexão, sobre as «coisas últimas» da vida. São, estes dois dias, como duas faces inseparáveis de uma única realidade de fé. Na verdade, quantas vezes, ao rezarmos pelo pai, pela mãe, pela avó, pelo avô, pelos irmãos e pelos amigos, que já partiram, não acabámos por lhes pedir, como se pede aos «santos», que, junto de Deus, intercedam por nós?!

«Vede que admirável amor o Pai nos consagrou, em nos chamar filhos de Deus. E somo-lo, de facto» (1 Jo 3, 1). Ver a Deus, sermos semelhantes a Deus: esta é a nossa Esperança! E hoje, precisamente hoje, mais do que nunca, é necessário ponderar um pouco sobre a nossa Esperança: a Esperança que nos acompanha durante a vida terrena.

A âncora foi o símbolo que os primeiros cristãos encontraram para representar a esperança, como se a vida fosse «a âncora lançada à margem do Céu», diz o Papa Francisco, e todos nós «caminhássemos rumo àquela margem, agarrados à corda da âncora».

Esta é uma bonita imagem da Esperança: ter o coração ancorado, onde estão os nossos antepassados, onde se encontram os Santos, onde está Jesus, onde está Deus. Esta é a esperança que não desilude; hoje e amanhã são dias de esperança. A esperança «é um pouco como o fermento, que faz dilatar a alma»; existem momentos difíceis na vida, mas com a esperança a alma vai em frente e contempla aquilo que nos espera. Hoje é um dia de esperança. Os nossos irmãos e irmãs encontram-se na presença de Deus e também nós estaremos ali, por pura graça do Senhor, se percorrermos o caminho de Jesus.

«Todo aquele que tem n’Ele esta esperança purifica-se a si mesmo, para ser puro, como Ele é puro» (1 Jo.3, 3). Também a esperança nos purifica e alivia; esta purificação na esperança em Jesus Cristo leva-nos a caminhar depressa, com prontidão. Cada um de nós pode pensar no crepúsculo da sua própria vida, no termo dos seus dias: «Como será o ocaso da minha vida?». Todos nós teremos um declínio, todos! Encaro-o com esperança? Encaro-o com aquela alegria de ser acolhido pelo Senhor? Trata-se de um pensamento cristão que nos incute paz. Pensemos no crepúsculo (no ocaso, no fim último) de numerosos irmãos e irmãs que nos precederam; meditemos no nosso próprio crepúsculo, quando ele chegar. Ponderemos no nosso coração, e interroguemo-nos: «Onde está ancorado o meu coração?». Se não estiver bem ancorado, ancoremo-lo ali, no céu, conscientes de que a esperança nunca decepciona, porque o Senhor Jesus nunca desilude. «Não deixemos que nos roubem a esperança!», diz o Papa Francisco.

Se hoje pudéssemos questionar os santos, eles diriam que a sua felicidade é amar a Deus e estar certos de O amar sempre. Deixemo-nos, então, atrair pela fascinação sobrenatural da santidade! Pois só a santidade pode formar, reformar, transformar e conformar a vida de cada um de nós, à imagem de Cristo.

Que Maria, Rainha de Todos os Santos, nos guie, hora a hora, para colocarmos no horizonte da nossa esperança, a vida eterna, que professamos no credo, como a nova «vida do mundo que há-de vir»!

 

Padre Armindo Paulo da Silva Freitas, Arcipreste



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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

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Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu espírito.

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

(Mateus 22, 37.39)

 

 

Como é bom pensar que somos anunciadores da ressurreição de Jesus não só com palavras, mas com os factos e com o testemunho da vida! Jesus não quer discípulos capazes unicamente de repetir fórmulas aprendidas de cor. Deseja testemunhas: pessoas que propaguem esperança com o seu modo de acolher, de sorrir, de amar. Principalmente de amar: porque a força da ressurreição torna os cristãos capazes de amar mesmo quando parece que o amor perdeu as suas razões. Há um “a mais” que habita a existência cristã, e que não se explica apenas com a força de ânimo ou com mais optimismo. A fé, a nossa esperança não é simplesmente um optimismo; é outra coisa, é mais! É como se os crentes fossem pessoas com um “pedaço de céu” a mais em cima da cabeça. Isto é bonito: nós somos pessoas com um pedaço de céu a mais em cima da cabeça, acompanhados por uma presença que alguns nem conseguem intuir.”

(Catequese do Papa Francisco sobre a Esperança, 4 de Outubro de 2017)

 

 

Desperta Esperança…

Com a força da Fé e do Amor que recebes de Deus e que trazes em ti,

Esse “pedaço de céu” que precisas de ofertar a cada irmão,

Para que todos se aconcheguem na misericórdia e na salvação de Jesus!

 

  

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017

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Recordamos a actividade da vossa fé,

o esforço da vossa caridade e a firmeza da vossa esperança

em Nosso Senhor Jesus Cristo,

na presença de Deus, nosso Pai.” 

(1ª Carta aos Tessalonicenses 1, 3)

 

 

A fé que mais amo, diz Deus, é a esperança”.

(Charles Péguy, Os portais do mistério da segunda virtude, 1911)

 

 

Desperta Esperança…

Na firmeza da Fé recebida, que te fortalece, conforta e guia,

E anuncia a todos os homens, sem medos nem reservas,

Essa alegria maior e incomparável com que Jesus anima o teu coração!

 

  

Arciprestado de V. N. Famalicão



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Domingo, 22 de Outubro de 2017

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O Arciprestado de Vila Nova de Famalicão é, neste ano pastoral, aquele que concentra a celebração da Semana de Oração pelos Seminários na Arquidiocese de Braga. Por essa razão, no próximo dia 27 de Outubro, sexta-feira, tem lugar um encontro que pretende divulgar esta semana e sensibilizar para a vivência mais profunda e sentida da mesma.

Esta iniciativa acontece no Seminário Missionário dos Combonianos, em Antas, às 21h15, tendo como tema “(Pro)Vocação” e contando com um diversificado painel de convidados, de modo a “despertar e provocar cada um dos presentes para a centralidade e importância fulcral da dimensão vocacional em toda a acção pastoral e na vida de cada ser humano”. Entre os convidados está um casal, Helena e António Rodrigues, um jovem, Fábio Pereira, e um sacerdote, Rúben Cruz, que partilharão os seus testemunhos vocacionais.

O encontro destina-se aos agentes de pastoral de todas as paróquias do Arciprestado famalicense, ou seja, catequistas, animadores de grupos de jovens, chefes de escuteiros e coordenadores ou responsáveis dos diferentes movimentos.

A Semana de Oração pelos Seminários acontece depois entre 12 e 19 de Novembro, estando previstas ainda outras iniciativas relacionadas com a vivência da mesma, nomeadamente a presença dos Seminários Arquidiocesanos nas celebrações e catequeses da adolescência das diferentes comunidades do Arciprestado nos dois fins-de-semana que balizam esta semana.

 

                                                  Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017

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Tal como tem vindo a acontecer nos últimos anos, a Equipa Arciprestal de Catequese de Vila Nova Famalicão promoveu um encontro destinado aos Catequistas Coordenadores Paroquiais de Catequese de todas as paróquias do Arciprestado, com vista à preparação deste novo Ano Pastoral 2017-2018, em que somos particularmente desafiados a “Despertar Esperança”.

Desta feita, este encontro teve lugar no dia 9 de Outubro, pelas 21h15, no Centro Pastoral de Sto. Adrião, em Famalicão. A reunião contou com a presença dos elementos da Equipa Arciprestal de Catequese, nomeadamente do seu Assistente, o P.e António Loureiro, assim como de um grupo de mais de 50 catequistas coordenadores provenientes de grande parte das paróquias do Arciprestado.

O encontro iniciou com uma pequena dinâmica de acolhimento, a que se seguiu um momento de oração. Depois foi tempo de apresentar e/ou recordar o objectivo proposto pelo Departamento Arquidiocesano da Catequese (DAC) para o Ano Pastoral 2017-2018. Assim, neste ano subordinado na Arquidiocese de Braga ao tema “Despertar Esperança”, e no início de um novo triénio, onde se assume como propósito o “rejuvenescimento e a renovação da Arquidiocese, a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo”, o plano do DAC tem como objectivo geral “Valorizar a Espiritualidade Cristã, fonte de beleza para a vida”. Para a concretização deste objectivo foram apontadas algumas linhas de acção, tais como: “Preceder cada actividade pastoral de um tempo de recolecção; Promover a redescoberta da Beleza presente na liturgia e oração”.

Além disso, os catequistas foram ainda alertados e sensibilizados para a celebração da Semana dos Seminários, que este ano se centra, em toda a Arquidiocese, no Arciprestado de Vila Nova de Famalicão. A propósito, lembrou-se a “importância e centralidade da dimensão vocacional na vida e na realização pessoal de todos os seres humanos, sem excepção”, enfatizando-se “o papel determinante do catequista como aquele que deve acompanhar e ajudar a discernir a vocação por parte de cada um dos que lhe são confiados”.

Posto isto, foram apresentadas algumas datas importantes para este ano pastoral, destacando-se, desde já, o Encontro Arciprestal de Catequistas, a realizar a 27 de Janeiro de 2018, assim como dois encontros de recolecção, destinados aos catequistas, mas também aos pais, por altura do Advento e da Quaresma, respectivamente a 30 de Novembro e a 16 de Fevereiro.

Depois de um tempo aberto ao diálogo, onde os presentes tiveram oportunidade de colocar questões, esclarecer dúvidas e/ou apresentar sugestões, o P.e António Loureiro tomou a palavra para agradecer, mais uma vez, a presença de todos. O sacerdote salientou ainda “a necessidade do catequista viver o encontro pessoal com Jesus, fonte de alegria, de modo a que possa cuidar a Esperança, como se de uma semente se tratasse, para que esta possa germinar e despertar na vida de todos”, terminando depois o encontro com um breve momento de oração.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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Sábado, 14 de Outubro de 2017

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Desperta Esperança!

 

"Esperar contra toda a Esperança" (Rm 4, 18), afirma S. Paulo outrora aos Romanos e hoje a todos nós que ousamos viver este encontro e confronto com a Palavra do Senhor... a todos nós que erguemos a coragem de unir a voz dos nossos gestos, dos nossos dias, da nossa vida, a esse grito de Esperança que não se pode silenciar nem esconder!

Na frieza indiferente e cortante deste tempo cinzento, onde se multiplicam situações de injustiça, de dor, de guerra e de morte, a Esperança não pode resignar-se à  passividade de uma mera utopia poética, que perdeu a força de nos curar e atravessar toda a nossa existência!

A Esperança que ansiamos é uma Esperança arrojada, vibrante e invencí­vel! Esta só pode ser despertada no encontro pessoal com Jesus Cristo, o Senhor Ressuscitado... nesse encontro que nos faz "arder o coração" (cf. Lc 24, 32), que muda e renova o sentido da nossa vida, que nos inunda de uma alegria sem par e nos "atira", exultantes e apressados, para o anúncio da Boa Nova a todos os homens! A partir deste encontro podemos fazer e ser tudo o que Ele nos pede, pois, como afirma o apóstolo, "tudo posso n'Aquele que me conforta" (Filip 4, 13) e a presença do Espírito Santo confirma-nos na certeza de que "a Esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações" (Rm 5, 5).

Por isso, Despertar Esperança traduz-se neste imperativo de deixarmos que o Senhor nos encontre e nos converta em apaixonados anunciadores do Seu amor!

 

"Despertar Esperança: «Esperar contra toda a Esperança» (Rm 4, 18)" é precisamente o desafio que nos lança neste novo Ano Pastoral, iniciado no passado dia 1 de Outubro, a nossa Arquidiocese de Braga.

Assim, para ajudar cada cristão, cada homem e cada mulher, a viver "o encontro pessoal com Jesus Cristo", capaz de a todos converter em "discípulos missionários" e "semeadores de Esperança", respondendo ao desafio de renovação a que se propõe a Arquidiocese de Braga, o Jornal Cidade Hoje, numa iniciativa conjunta com o Arciprestado de Vila Nova Famalicão, publicará em todas as suas edições, ao longo dos próximos meses, um pequeno espaço de reflexão e oração.

Esse espaço será composto, numa primeira parte, por duas frases, sendo que uma delas será sempre da Sagrada Escritura e uma outra será retirada de algum documento da Igreja, poema ou pensamento. A estas frases segue-se uma breve oração, em forma de exortação, interpelando para o despertar da Esperança.

Posto isto, estimado leitor, a partir da próxima semana e até ao final de Julho de 2018, poderá encontrar sempre neste espaço, intitulado de "Desperta Esperança", uma provocação para que cada um desperte e ajude outros a despertar para uma vida mais plena de sentido e de alegria!

 

Desperta Esperança - Eis o desafio deixado a todos os crentes, fundado na alegria do encontro pessoal, íntimo e restaurador com o Senhor Jesus! Assim, que este pequeno espaço de reflexõo e oração seja o recanto onde, acolhendo a Palavra de Deus, nos possamos transformar, de modo a que, despertando para a Esperança e despertando Esperança no coração de cada irmão, possamos trazer no olhar as mesmas cores primaveris da Fé do profeta Jeremias, que diante de todas as dificuldades com que se deparou, vislumbrou o encanto da insuperável beleza de Deus, afirmando-Lhe: "Vejo um ramo de amendoeira" (Jr 1, 11).

 

Arciprestado de V. N. Famalicão



publicado por arciprestadovnfamalicao às 21:32 | link do post | comentar

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A Unidade Pastoral das paróquias de Cabeçudos, Esmeriz e Palmeira, Arciprestado de Vila Nova de Famalicão, promove ao longo deste ano pastoral, e à  semelhança dos anteriores, um tempo de Formação Cristã para Adultos. Esta actividade formativa, que ocorre nas primeiras sextas-feiras de cada mês (de Outubro a Abril), tem como grande objectivo ajudar cada um a viver e a potenciar "a alegria do encontro com Jesus Cristo", como propõe o plano pastoral da Arquidiocese de Braga.

O tí­tulo desta formação é "O que esperas?", uma interpelação para que cada um, a partir da escuta da Palavra de Deus e da reflexão de diferentes questões que tocam o essencial e o mais profundo das vidas de todos nós, possa "Despertar Esperança", nomeadamente nos diversos movimentos e grupos paroquiais, assim como no seio de toda a comunidade, tal como somos desafiados ao longo deste ano pastoral.

Assim sendo, no passado dia 6 de Outubro, sexta-feira, teve lugar o primeiro destes encontros que aconteceu, desta feita, na paróquia de Palmeira, às 21h15.

Depois das boas-vindas dadas pelo pároco, o P.e Nuno Vilas Boas, a todos os presentes, foi tempo de escutar a oradora convidada, a psicóloga Ana Reis, cuja apresentação se centrou na problemática da saúde mental, "uma questão que respeita a todos" e "com profundas consequências na vida e no bem-estar de todos", tal como explicou, tendo como tema "Na Saúde Mental (Mentaliza-te!...)".

Esta iniciativa de formação prossegue agora até Abril de 2018, abordando diferentes temas, sempre a partir do encontro com a Palavra de Deus, sendo os participantes convidados a fazer-se acompanhar de uma Bí­blia.

Mais uma vez, esta formação pretende também reforçar os laços de interparoquialidade e criar uma plataforma mensal de encontro, reflexão e conví­vio entre as pessoas, dado que o encontro com Cristo Jesus também acontece a partir do encontro com o outro.

 

 



publicado por arciprestadovnfamalicao às 14:50 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017

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No passado dia 7 de Outubro, sábado, decorreu entre a praceta Cupertino de Miranda, a praça 9 de Abril e a Igreja Matriz Antiga, em Vila Nova de Famalicão, a celebração do Dia Internacional do Trabalho Digno. Esta iniciativa, realizada sob o lema "Somos pelo trabalho digno!", foi promovida pela CDPO - Comissão Diocesana de Pastoral Operária, constituída pelos Movimentos JOC - Juventude Operária Católica, LOC/MTC - Liga Operária Católica e MAAC - Movimento de Apostolado de Adolescente e Crianças.

A actividade começou por reunir várias dezenas de pessoas provenientes de toda a Arquidiocese de Braga, que depois se constituí­ram em doze grupos e percorreram várias ruas, entrevistando as pessoas sobre o que é que representa para cada uma das entrevistadas o Trabalho Digno. Depois regressaram à  praça e construí­ram um mural com diversos post-its e as frases mais importantes proferidas pelos transeuntes. De notar que, simultaneamente foram distribuí­dos cerca de mil postais com o pensamento dos dois últimos Papas, Bento XI e Francisco, sobre a dignidade do trabalho.

Depois da leitura do Comunicado do MMTC - Movimento Mundial dos Trabalhadores Cristãos, pela coordenadora diocesana da LOC/MTC, Albertina Oliveira, os presentes deslocaram-se em caminhada, transportando uma faixa com o lema desta iniciativa. À chegada à Matriz Antiga foram recebidos pelo Bispo Auxiliar de Braga, responsável pela Comissão Arquidiocesana do Laicado e Família, D. Francisco Senra Coelho, que, de seguida, presidiu à  concelebração eucarística, acompanhado pelo diácono José Maria Carneiro da Costa, assistente espiritual da CDPO e da LOC/MTC, sendo a mesma animada pelo Coral de Nossa Senhora da Conceição de Antas.

Na Eucaristia, no momento do Acto Penitencial foram apresentadas três situações verí­dicas que reflectem situações de injustiça no trabalho.

Na homí­lia proferida, D. Francisco abordou a questão da falta de dignidade no trabalho e as consequências da mesma na vida familiar dos trabalhadores. O prelado enfatizou que "sem trabalho digno não há esperança, porque a esperança alicerça-se em realizações, em possibilidades concretas". D. Francisco referiu ainda que a insegurança no trabalho tem implicações também na famí­lia, levando à  baixa da natalidade, desertificação e envelhecimento populacional, sobretudo nas regiões interiores do norte de Portugal, pois, como referiu, "quando o trabalho absorve totalmente e cria situações de escravidão não há tempo para a famí­lia e a famí­lia é um valor cristão que está no centro da nossa atenção".

O prelado concluiu a sua partilha afirmando que "o avanço da tecnologia não pode ser uma ameaça ao mundo do trabalho", pois, pelo contrário, tem que "trazer qualidade ao mesmo", ou seja, "o desenvolvimento tecnológico deve estar ao serviço do Homem e nunca o Homem pode ser sacrificado à  máquina".

Por sua vez, na Acção de Graças, já perto do final da celebração, foi apresentada uma outra situação concreta, na primeira pessoa, a dar conta da promoção do trabalho digno numa instituição da cidade de Vila Nova de Famalicão.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



publicado por arciprestadovnfamalicao às 22:18 | link do post | comentar

Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

 

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O Movimento “Eu Sou Matriz”, depois do período de férias, leva a efeito mais uma iniciativa: serviço de refeições na Festa de Santo Adrião e na III Mostra Associativa da Freguesia de Vila Nova de Famalicão. Este serviço de refeições terá lugar no próximo sábado, dia 7 de Outubro, das 12h às 23h59, através de mais uma edição da iniciativa “Francesinha Eu Sou Matriz”, com o apoio do Restaurante Snack-Bar Diogo.

Por sua vez, no domingo, dia 8, será servida Feijoada. Quem desejar encomendar poderá fazê-lo através dos meios habituais (comunidadestoadriao@arquidiocese-braga.pt ou para 252 314279 ou 962 740 789).

Como é sabido, a Matriz Antiga de Famalicão reabriu as suas portas no dia 26 de Fevereiro do corrente ano. No entanto, as actividades de angariações de fundos para as obras de recuperação efectuadas nesta igreja continuam. Por isso, todas as ajudas e partilhas são necessárias para a rápida conclusão do pagamento das mesmas. Assim, esta é mais uma iniciativa que o Movimento “Eu Sou Matriz” organiza e que conta com a solidariedade de todos os famalicenses e amigos, pois “onde todos ajudam, nada custa”.

 

 



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Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017

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A Comissão Diocesana de Pastoral Operária de Braga (CDPO), constituí­da pelos Movimentos Juventude Operária Católica (JOC), Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) e Movimento de Apostolado de Adolescentes e Crianças (MAAC), assinala no próximo dia 7 de Outubro, sábado, entre as 15h45 e as 19h00, na cidade de Vila Nova de Famalicão, o Dia Internacional do Trabalho Digno.

A iniciativa é composta por duas partes. A primeira realiza-se em frente à  Fundação Cupertino de Miranda com uma acção de rua, interpelando as pessoas sobre o que pensam do trabalho digno: "Nós somos pelo trabalho digno, e tu?". Haverá música e intervenções de Fátima Almeida, co-presidente do Movimento Mundial dos Trabalhadores Cristãos (MMTC), com sede em Bruxelas, e de D. Francisco Senra, Bispo Auxiliar de Braga para o Apostolado dos Leigos. A segunda parte será celebrativa, pelas 17h30, depois de uma caminhada entre a Praceta Cupertino de Miranda e a Praça 9 de Abril, na Igreja Matriz Antiga de Famalião, com a Eucaristia pelo Trabalho Digno, presidida pelo Bispo D. Francisco Senra e animada pelo GALA - Grupo de Animação Litúrgica de Antas.

Apela-se, por isso, à  participação de toda a população nesta iniciativa da CDPO da Arquidiocese de Braga.

 

Departamento Arciprestal da Comunicação Social



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